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Os leitores atentos deste site já devem ter se dado conta de que eu adoro falar de uma ex-namorada exibicionista que eu tive chamada Paula. Namorei com aquela loirinha tesuda por dois anos e meio e vivi aventuras tão doidas que até eu às vezes chego a duvidar. Paula é loirinha, baixinha, pele branquinha e dona de um par de tetas que deixam qualquer um de pau duro em poucos instantes. Eu fui o responsável por remover aquela parte dispensável da mulher chamada cabaço e até onde sei fui o único homem que a penetrou enquanto estivemos juntos. Nosso acordo era simples: você quer se exibir, tudo bem, mas sexo só comigo. Deu certo por bastante tempo e só terminamos por problemas que nada tinham a ver com sexo. Mas vamos a mais uma das aventuras da Paulinha.... A mãe de Paula, Dona Ana Maria, pediu que a filha fosse comigo até a feira comprar alguns legumes e frutas, já que minha sogrinha estava meia derrubada por uma de suas doenças doidas. Atendemos o pedido meio a contragosto, já que a manhã estava ensolarada e os planos que traçamos para aqueles dias eram bem mais ousados. Paula foi trocar de roupa e voltou vestindo um vestidinho azul, de bolinhas brancas. Pegamos a lista e o carrinho de feira e rumamos para a tal rua, no meu carro. A feira, naquele dia, era um pouco distante e eu a princípio não gostei nenhum pouco da idéia. Mal saímos da sua casa, Paula começou a reclamar do calor. Fechei os vidros do carro e liguei o ar condicionado. Até aí eu não tinha entendido que o calor dela era outro. Paula me deu um beijo na boca, quando paramos no sinal e rapidamente retirou a calcinha, que ela colocou no porta-luvas do carro. Vinha em nossa direção um rapaz em uma cadeira de rodas ... óbvio que ela fez de propósito! Quando o coitado chegou perto, ela começou a sacudir o vestido, em sinal de calor. Sua bucetinha sem nenhum pelinho ficou a vista do homem, que olhou assustado para o rosto da minha namorada e em seguida fixou o seu olhar em sua vagina. O sinal abriu e nós partimos. O cara continuou abobalhado no meio da rua. _Isso não se faz, Paula. Viu como o coitado ficou?_falei de sacanagem. _Que isso, amor. Essa é a verdadeira caridade. Eu deixei ele ver ao vivo o que ele só vê em revista! _Isso é colocar o doce na boca da criança e depois tirar_rebati. _Ah,é?_Paula enfiou profundamente o dedo em sua vagina e depois o levou até a minha boca_então me diz se o doce não é gostosinho? Lambi o seu dedo e olhei em seguida para aquela xoxotinha linda que eu tanto amava. _Se Deus fez outra igual a você, deve estar com ela lá em cima, só para ele. _Você ainda não viu nada. Hoje você vai deixar eu brincar um pouquinho na feira,não vai? _Depende do que você vai aprontar! _Amor, você me conhece. _Por isso, mesmo. Pouco depois chegamos a tal feira. Eu estava preocupado com o que a Paula estava planejando. Como ela não quis falar mais nada sobre o assunto, fiquei na minha. Fomos comprar primeiro as frutas. Nas duas primeiras barracas a Paula se comportou como uma santa, quase me fazendo esquecer o que havia dito minutos antes. Na terceira, porém, as coisas começaram a mudar. Paula reclamou com o feirante, um senhor gordo na casa dos cinquenta nos, perguntando se ele não tinha laranja lima. O velho disse que ainda não havia arrumado, mas ela poderia escolher direto da caixa, colocada na parte de trás da barraca. O vendedor permaneceu arrumando o tabuleiro na frente da barraca e eu e a Paula fomos escolher as frutas lá atrás. Permaneci em pé, para colocar as frutas no carrinho e Paula ficou de cócoras para escolher as laranjas, de frente para mim e de costas para o homem. Eu tinha uma visão total da sua bucetinha, que chegava a brilhar. Como o seu vestido era pequeno, o velho também conseguia vê-la, só que de costas. A bunda da minha gatinha e a sua xoxota, por trás, estavam expostas. Vi nitidamente quando o velho apertou o pau e deu um suspiro, como que agradecendo a visão que estava tendo. Olhei para Paula e ela estava sorrindo para mim. De sacanagem, ainda fingiu que estava com coceira e levou um dedo até o cuzinho e o coçou demoradamente. Eu estava de pau duro, não havia como disfarçar pois estava de short de lycra. A safada da Paula, ao levantar, deu um rápido beijinho na cabeça do meu pau, por cima do short. Paguei ao homem, meio sem jeito, e fomos para outra barraca, comprar os legumes que faltavam. Na barraca do legumes, fomos atendidos por um rapaz. Paula, por ser baixinha, teve que se curvar várias vezes. Enquanto o mulato se deliciava com o decote da minha gata, admirando os bicos dos seus seios, percebi que havia torcida na barraca em frente, para ver a poupinha da bunda da minha Paulinha que a todo instante cismava de aparecer. A Paula ficou encantada com um nabo japonês enorme que acabou comprando, mesmo não fazendo parte da lista da mãe. Ao chegarmos no carro, percebi que ela não colocou o nabo na mala e arrancou uma das bananas, carregando para o banco do carona juntamente com a garrafinha de caldo de cana que compramos na feira. _Pra que isso?_perguntei. _Eu tô com fome_disse, com cara de sonsa. _Sei. Vi quando ela derramou um pouco do líquido na ponta do nabo. Fiquei assustado e tratei de colocar o carro em movimento. _Amor, você acha a minha bucetinha apertadinha? _Claro, amor. Ela é uma delícia. _Será que ela aguenta um negócio desse tamanho? _Eu acho que não, amor. _A gente só sabe tentando, né? _Você vai se machucar. _Se doer, eu tiro. _Faça então o que você achar melhor. Paula abriu as pernas e esfregou a ponta do nabo entre as pernas. Tentou colocá-lo várias vezes, mas o diâmetro era realmente incompatível com a sua xoxotinha. Minha gatinha ficou inconsolável. _Que contradição. Como é que pode esse nabo japonês ser tão grande o pirú dos japas tão pequeno? _é a vida. Uns com tanto e outros com tão pouco_respondi brincando. _É, mas eu não vou terminar assim não_dizendo isso, Paula descascou a Banana, jogou a casca pela janela e a colocou de uma vez na xoxota. Deu um grito de prazer que me enlouqueceu. Paula contrariada e dilatava os lábios vaginais, de modo que a banana saía sozinha e ela a empurrava em seguida para dentro da sua xoxota. O motorista do ônibus que emparelhou com a gente por um breve instante quase bateu com o veículo quando viu a cena. Arranquei em velocidade para não criar problemas. Quando estávamos já perto de casa, Paula vestiu a calcinha apressadamente, mas manteve a banana amassada em suas entranhas. Entramos em casa e Paula me pediu para descarregar o carro pois precisava ir ao banheiro urgente. Minutos depois saiu de lá de dentro mais aliviada. Fomos procurar pela mãe da minha gata e encontramos um bilhete onde a velha pedia a filha para preparar o almoço pois ela tinha piorado e precisou tomar remédio para dormir. Foi como se o Brasil tivesse acabado de ganhar a copa do mundo. Fomos para os fundos da casa e a Paula cismou de subir na churrasqueira. Ficou de pernas abertas e eu meti minha cara por baixo do vestido. Chupei aquela xaninha deliciosa com gostinho de banana. Em seguida, levei-a para a garagem e a coloquei de bruços sobre o capú do meu carro, na época um Monza. Deixei a sua bundinha de fora e guiei devagarzinho o meu caralho para a entrada da sua xotinha. Percebendo a delicadeza do meu gesto, Paula ordenou: _Mete com força. Me arromba, meu macho! Segurei com as mãos as suas nádegas e as abri com violência para admirar o seu cuzinho. Guiei o meu pau e coloquei de uma vez. Senti o calor que estava em seu interior. Transamos em um rítmo de total loucura. Ela pedia para eu bombar com toda a minha força. Quando estava prestes a gozar, eu parei e a coloquei ajoelhada. _Nos peitos ou na boca?_perguntei apressadamente. _Na boca_a minha gatinha respondeu sorrindo. Esporrei sem pena na sua boquinha, enquanto apertava as suas tetas suculentas. Quando acabou passei a mamá-las como um criança em idade de amamentar. Ainda transamos mais uma vez em seguida, mas fomos obrigados a parar pouco depois porque já se aproximava a hora do irmão dela chegar da escola, onde estava fazendo as aulas de recuperação. Se você quiser viver alguma aventura muito doida e não encontra alguém disposto a ajudá-la, entre em contato comigo. Prometo sigilo total quanto a sua identidade e só relatarei aqui o que vivermos se você autorizar. |