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Maldade com o velhinho da farmácia Trepoman
Os leitores que tem acompanhado minhas memórias, já sabem que tive uma namorada que marcou muito minha vida, principalmente pelas loucuras que era capaz de fazer. Paula era uma loirinha de 1.54m, pele branquinha e um corpo de chamar a atenção dos mais distraídos. Para a sua família era um anjinho, incapaz de qualquer sacanagem, por menor que se pudesse imaginar. Comigo, no entanto, ela se soltava e colocava em prática boa parte das coisas que a sua mente depravada conseguia imaginar. Aos poucos, ela foi se tornando exibicionista. Como tínhamos um acordo de que sexo era só comigo e ela o respeitava religiosamente, não me incomodava dessas suas provocações, que tiravam do sério a mim e as suas vítimas. Certa vez cheguei a sua casa e notei que ela estava meio abatida. Estava deitadinha no sofá da sala, de shortinho e camiseta. Perguntei qual era o problema e ela disse que estava meia derrubada por uma gripe forte. Sugeri que tomasse uma injeção, que o alívio seria muito mais rápido. Depois de relutar um pouco, Paula aceitou, com a condição de que depois passássemos na loja em que ela deixou um filme relvando. Topei. Paula foi se trocar e eu fiquei assistindo a TV. Minha gatinha retornou pouco tempo depois, com uma blusa que eu havia dado e uma saia preta. Como sempre, estava extremamente gostosa. Nem parecia a garota com cara de morta de dois minutos atrás. Saímos de carro e eu perguntei se ela tinha preferência por alguma farmácia. Ela me disse que queria que fosse qualquer uma, desde que longe de casa. Imediatamente lembrei que Paula não gostava de tomar injeção no braço. Rodei um pouco até passarmos em uma onde só havia um senhor e uma moça. Parei o carro e fomos até lá. _Boa tarde, vocês tem Killgripe?_perguntei. A moça pegou a caixinha e voltou para nos mostrar. _É com aplicação? _É_foi a vez de Paula responder. _Pai. Aplicação_a moça entregou as ampolas para o senhor de jaleco e foi sentar-se em seguida no caixa. Colocou o fone de ouvidos e continuou a degustar uma caixa de bombons. O farmacêutico fez um sinal para que Paula o acompanhasse. Dei um tempo, antes de ir atrás. O velho a levou para um cubículo, na parte traseira da farmácia e começou a preparar a injeção. _Por favor, estique o braço sobre o apoio_pediu o homem. _No braço, eu não tomo não_Paulinha rebateu com ar de assustada. _Você quer que eu aplique na sua coxa? _Deus me livre. Aplica aqui atrás, nas nádegas mesmo_disse, enquanto fingia um pouco de constrangimento. _Então, por favor senhorita, levante um pouco a saia_o velho já tinha um pouco de dificuldade ao falar, mas tentava ser profissional. Paula bem que tentou, mas a saia jeans era tão apertada que a única solução foi baixá-la até o joelhos. Paula o fez vagarosamente, de costa para o homem. Creio que tentava nesse instante imaginar o susto do velho ao se dar conta de que ela estava sem calcinha. Seu bumbum carnudo e branquinho ficou totalmente exposto aos olhos gulosos do coitado. O velho foi obrigado a se abaixar para aplicar a injeção. Seus olhos pararam na xoxotinha completamente depilada da minha gatinha. Ele respirava com dificuldade e sua mão já não demonstrava a mesma firmeza. _No lado direito ou no esquerdo?_perguntou. _Em qualquer um. O farmacêutico passou um algodão com álcool no lado esquerdo do bumbum da minha princesinha, enquanto observava a dois palmos a sua zona proibida. _Nossa, é geladinho. _É para aliviar. Procure relaxar. O velho deu a agulhada e Paula instintivamente curvou-se mais, deixando a sua vagina mais próxima do rosto dele. Este estava tão fascinado que nem se deu conta da minha presença, na entrada do cubículo. Lá na frente da loja, a filha do homem estava alheia a tudo que ocorria. O coitado demorou o mais que pôde. Paula, para relaxar, enfiou um dedo na vagina. O homem apenas observava, completamente envolvido pela situação. No final, deu o algodão para que ela estancasse o pontinho de sangue no local, enquanto ele cortava um pedacinho de esparadrapo. Paula aproveitou para abrir um pouco mais as nádegas, deixando a entrada do seu cuzinho mais visível ao olhar explorador do velhote. O farmacêutico retirou o algodão e colocou o esparadrapo. _Pronto. Missão cumprida_disse, ao terminar_Doeu? _Um pouquinho_respondeu a minha gatinha fazendo biquinho. _Então eu vou dar um beijo para sarar_respondi, antes que a Paula subisse a saia. Ajoelhei-me na mesma posição que o velho e fiz o que ele não pôde fazer. Dei um beijo na bunda dela e uma rápida linguada na sua xotinha para reter um pouco do seu gostinho em minha boca. O velho apenas sorriu. _Vocês são loucos, sabiam? Mas podem voltar quando quiser que eu não me importo_disse enquanto jogava o material descartável no lixo. Pagamos e fomos direto para um motel. No carro, enfiei um dedo na xaninha da minha gatinha, só para confirmar o que já havia sentido pouco antes. Ela estava inundada e fervendo de tanto tesão. Passamos a tarde toda transando. Descobrimos assim que o tesão é o melhor remédio. Se você é gostosa e quer viver alguma experiência muito louca, eu sou a pessoa certa para acompanhá-la nessas suas aventuras. |