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Iniciando na faculdade e na vida

Iniciando na faculdade e na vida.

No conto passado contei como perdi minha virgindade, neste vou contar como foi a primeira vez que tirei um cabacinho.
Era começo do ano letivo na universidade, aqui da região é a maior e todos os anos no campus em que eu estudava entravam por volta de 240 alunos. Como muitos já devem saber, a primeira semana é dedicada ao trote com os calouros, era meu terceiro ano na faculdade de comunicação, sempre haviam bixos (com X mesmo) e bixetes (as moças) que gostam da brincadeira, alguns(as) que querem ser mais engraçadinhos e outros que não deixam nem brincar.
Bom, a garota que vou contar aqui era do tipo engraçadinha, cheia de artimanhas e uma delícia, magrinha, com peitinhos médios e uma bunda maravilhosa.
Ela começou a ir p a faculdade no 2º dia, pintaram ela toda, e como já disse antes, era engraçadinha, então em determinado momento ela pegou um pouco da tinta e do catchup que estava em seu rosto, ou braço sei lá e passou em algum veterano, que não gostou muito da idéia, e aproveitando que havia chovido a pouco tempo, os canteiros das avenidas estavam todos embarreados, sendo assim, ele a jogou no canteiro e a sujou com terra, muita terra, ou melhor, lama.
Quando foi por volta das 21 horas, acabou o pedágio e levamos os bixos e bixetes ao boteco, afim de conferir a grana e encher a cara de cachaça, essa garota que estava toda suja ficou quietinha, triste no canto, porque percebeu q ela havia se ferrado mais. Vendo isso, fiquei com pena e a levei até o banheiro a fim de tirar um pouco da sujeira que ela tinha.
Limpei o rosto dela, aí pude ver o quanto era linda sem terra e tinta na cara, comecei a beijá-la, limpei seus braços e percebi que ela tinha terra no peito também, fiz menção de tirar sua blusinha, o que não foi impedido, joguei a blusinha na pia do banheiro e começamos novamente a pegação, mas sem ela deixar pegar nos seios dela.
Ela terminou de tirar a terra dos seios e lavou a blusinha, colocou molhada mesmo e voltamos para a bagunça. Tomamos muita cachaça e quando foi por volta de 1h fui levá-la embora na frente da casa dela a coisa foi um pouco mais quente que no boteco, com direito a chupões no peito dela, mas ela dificultou um pouco e não quis liberar no carro, até porque sua mãe poderia sair e nos ver ali, mas para compensar ela me bateu uma punhetinha, gosei ela entrou e fui embora.
Dia seguinte, ela já era protegida minha, então somente eu a pintaria, q fiz bem de leve para que ela pudesse “trabalhar” no pedágio. E por volta das 21h tudo se repetiu (boteco, contagem da grana e cachaça), porém, esse dia fomos embora mais cedo, no caminho para a casa dela ficava uma pequena empresa de minha propriedade, que havia falido faziam 2 meses, não tinha entregado as chaves ainda e paramos lá para continuar a brincadeira.
Entramos, já havia uma das salas que tinha um colchão já que eu e meu sócio sempre levávamos alguma mina para lá. Ali começamos a nos beijar e eu passava a mão em tudo que conseguia, fui beijando e lambendo sua orelha, descendo para o pescoço, mamei aqueles seios deliciosos, durinhos, beijei muito aquela barriguinha perfeita e quando fui tirar sua calça ela não permitiu de início, mas nisso foi a vez dela judiar um pouco e repetiu tudo o que eu havia feito com ela, só não tirou minha calça, porque não quis.
Demos um tempo, peguei uma cerveja na geladeira, tomamos e recomeçamos, dessa vez mais a solta ela permitiu que eu tirasse sua calça, mas como ela estava desde cedo com aquela roupa, resolvi não arriscar em chupar a chavasca dela. Subi beijando-a e como ambos já estávamos desnudos fui logo colocando a piroca pra dentro daquela grutinha, que até então não sabia que jamais havia sido explorada, ela começou a gritar e pedir para parar, o que obviamente não foi atendida fui enfiando devagar, mas sem parar, ela gritava me arranhava e eu metia e o cabaço foi estourado com certa dificuldade e quando percebi que havia rompido por completo parei um pouquinho e sem tirar de dentro comecei a beijá-la com muito carinho, até porque era muito bom beijar aquela boquinha linda.
Perguntei se havia passado a dor e ela disse que passou um pouco, então comecei a bombar alternando hora lentamente hora mais rápido, até o fundo e ela gemendo muito dizendo para não parar mais que estava muito bom. Nesse entra e sai fantástico gosei muito naquela xana que também gosou no meu pau, deitamos e ficamos nos beijando por uma meia hora, até que começamos tudo de novo, comi ela de quatro, de lado, ela por cima ela por baixo, comi o cu dela, era muito bom. Comi sem camisinha mesmo, aliás, até hoje só usei camisinha com putas, ou seja, umas duas ou três vezes.
Comi-a na sexta e no sábado, na segunda já estava com outra, até porque aquele período era p comer as calouras mesmo e não para namorar. Ela saiu da faculdade depois do primeiro mês porque não agüentou ver o cara que tirou o selo dela cada semana com uma hehe. E eu não dei a mínima, idiota.

Logo tem mais.

Dados sobre o Conto

Categoria: Hetero
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