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Esta história se passou há alguns anos. Já havia abandonado a Educação Física e o mundo desportivo e estava cursando Direito. Como bons acadêmicos, passávamos mais tempo nos botecos que rodeavam a faculdade do que na faculdade. Foi num desses botecos que iniciou-se esta aventura. Discutíamos alegremente tentando resolver os problemas do mundo. O grupo reunido era grande, com alunos de vários cursos e períodos. A galera bebia muito e a paquera corria solta, havia cantadas de todos os tipos. Eu não estava azarando ninguém, estava mais preocupado em defender minhas opiniões sobre um assunto que sequer lembro o que era. Engraçado como coisas maravilhosas acontecem em situações assim. As conversas adentraram a madrugada, casais foram se formando e se amassando, muitos foram saindo de mansinho, porém a maior parte do grupo permaneceu buscando a salvação para os problemas globais através das mais mirabolantes idéias. Quando finalmente o papo acabou, aos nos despedirmos, Lucas, um grande amigo daqueles dias, aproximou-se de mim e disse-me: - A japonesinha ficou vidrada em ti! Liga para ela! Discretamente, entregou-me um cartão de visita com o nome de Kátia. Eu havia percebido olhares insinuantes, caras e bocas de algumas meninas durante a noite, inclusive de uma pequena japonesa, mas como estavam quase todas embriagadas não dei muita bola, assim, não dei atenção e tão pouco liguei para a menina. Na noite seguinte, na aula, Lucas perguntou-me: - E aí, cara?!? A Kátia ligou-me intimando se eu havia lhe entregado o cartão? Por que você não ligou para ela? Expliquei que não gosto de relações iniciadas e embassadas em álcool, o "day after" é sempre horrível, mas, se já sóbria, ela ainda queria conhecer-me, a coisa mudava de figura. No intervalo da aula decidi tentar a sorte e ligar para a garota. Para minha alegria ela atendeu ao telefone e disse-me que estava esperando minha ligação e convidou-me para ir a sua casa. Logicamente aceitei o convite, peguei o endereço e fui para lá babando... Estava empolgado com tudo aquilo. A perspectiva de um inédito envolvimento com uma oriental. O modo como aquilo ocorrera. As mulheres não têm idéia do quão excitante é, para os homens, sermos "cantados", afinal, esta é uma "obrigação" nossa. Toquei a campainha e fui recebido por uma linda japonesinha, com cerca de 1:60, magrinha, de cabelos na altura da cintura, e com um lindo sorriso. Usava um vestidinho preto, esvoaçante, semi transparente, com várias aberturas e um generoso decote que pouco escondia dos pequenos seios daquela menina. Kátia recebeu-me com dois singelos beijinhos no rosto e convidou-me a entrar. Minha primeira constatação foi que ela morava sozinha. Conversamos sobre vários assuntos até concluirmos que realmente valeria a pena nos entregarmos, então o clima foi-se criando, o tom da conversa foi diminuindo, os olhares foram ficando mais insinuantes, os movimentos começaram a parecer serem feitos em câmara lenta, a oportunidade se fez... Lentamente fomos nos aproximando, segurei levemente seu rosto enquanto a envolvia, ela aninhou-se e seu pequeno corpo desapareceu em meu abraço. Nossos olhos se fecharam e nos entregamos em um beijo longo e sensual, enquanto nossos corpos se esfregavam, as mãos de um percorriam o corpo do outro, buscando o conhecimento mútuo. Aquela mulher, com corpo de menina, parecia um vulcão prestes a entrar em erupção. Mordia-me levemente os lábios enquanto me beija. Arranhava minhas costas, minha nuca, esfregava seus mamilos entumecidos em meu corpo, gemia e dizia palavras desconexas, e estávamos apenas nas preliminares... Fiquei com tesão redobrado sentindo a fera cujo corpo se contorcia colado ao meu... Sentia cada pedacinho de seu corpo malhado em contato com o meu. Fui beijando seu pescoço, sua nuca, chegando ao seu ouvido, deixando-a arrepiada, arrancando-lhe sussurros e gemidos que soavam como música para meus ouvidos. Nem lembro como fomos parar no chão, sobre aquele aconchegante tapete de pele. Beijávamos e buscávamos mutuamente com um tesão incrível. Aquelas pequeninas mãos mostraram-se extremamente habilidosas, despindo-me rapidamente, e passaram a brincar com meu pau, deixando-o ainda mais duro. Ainda me beijando, ela iniciou uma punheta maravilhosa, ora com as duas mãos envolvendo meu cacete, ora apenas com uma fazendo movimentos lentos e ritmados de vai e vem, e com a outra massageando meus testículos. Sem parar aquela punheta fantástica, ela foi descendo seus beijos por meu pescoço, meu peito, ombros, barriga, lentamente, sempre brincando comigo, deixando-me cada vez mais excitado. Tentei tirar-lhe o vestido. Suas mãos largaram meu pau e seguraram, com uma firmeza impressionante, meus braços, deitando-os ao lado de meu corpo. Ela deixara claro que estava no comando. Não me fiz de rogado, fechei meus olhos e entreguei-me àquela bela mulher que a cada ato surpreendia-me. Ela voltou a beijar, lamber e chupar meu corpo, deixando-me arrepiado. Deixei-me levar por um turbilhão de sensações indescritíveis. Pareceu-me passar uma eternidade até sentir aquela língua quente e úmida tocar minhas bolas. Lentamente ela continuava a punhetar-me, sibilando a língua aveludada em meu saco, alternando as bolas, mordiscando-as levemente, engolindo-as. Sua língua abriu passagem entre meu rego e passou a brincar com meu ânus, estremeci e arrepiei-me ainda mais, ondas de prazer deixavam-me extasiado enquanto aquela boca percorria os caminhos mais íntimos de meu corpo. Nunca havia recebido tal carícia. Aquela pequenina mulher mostrava-se uma mestra no sexo oral, e eu, fã incondicional da modalidade, entreguei-me completamente a ela. Após uma eternidade naquela "tortura", Kátia voltou a brincar intensamente com meu saco, dirigindo, a seguir, aquela boquinha mágica para a base de meu pau. Enquanto apertava firmemente a glande com os dedos, passava a língua felina de cima a baixo do meu mastro, mordia-o, e lambia-o, controlando absolutamente todos os movimentos, permitindo que minhas secreções fluíssem abundantemente, mas evitando facilmente que eu ejaculasse. Depois de deixar completamente babado e melado, Kátia começou a massagear delicadamente meu ânus com o dedo. Antes que eu esboçasse qualquer reação, passou a lamber-me a glande, intocada até então por aquela boca fantástica, fazendo com que eu me entregasse completamente ao seu domínio. Enquanto uma mão comprimia com firmeza meu pau, aquela língua fantástica tamborilava em minha glande e seus hábeis dedinhos massageavam minha bunda e meu ânus. Eu urrava de tesão e prazer, tremia,não sabia o que fazer, perdi a noção do tempo, de tudo, entregue àquela deusa do sexo oral. Enebriado, sentia que às vezes ela introduzia a falange de seu dedo em meu cu, mas ao mesmo tempo abocanhava meu pau com tamanha pressão que parecia sugar minha força vital. Ela dominava aquela arte com tamanha perfeição que nada mais importava-me, apenas o prazer que sentia, apenas o tesão, apenas a expectativa de gozar... Minutos, horas, não sei quanto tempo se passou. Uma avalanche de prazer dominou meus sentidos, eu nada fazia, apenas urrava, babava, gritava, completamente ensandecido por aquela pequenina gueixa, que parecia sentir tanto prazer em dominar-me através do sexo oral quanto eu tinha em receber suas carícias. Meus músculos estavam tão tensos que comecei a sentir os primeiros sinais de fadiga muscular, ela também percebeu e decidiu fazer-me gozar. Vagarosamente massageando meu ânus, volta e meia introduzindo delicadamente seu dedinho em meu cu, ela começou a mais lenta e maravilhosa punheta de minha vida, sem deixar de sugar a cabeça de meu pau em momento algum... Lentamente, sempre lentamente, durante minutos que me pereceram séculos, ela continuou com aqueles movimentos, que me pareciam um ritual orgasmático... Nem mesmo quando percebeu que eu iria gozar ela alterou o ritmo, e quando finalmente sentiu que eu iria ejacular ela apertou firmemente a cabeça de meu pau entre os dedos, aumentou a potência de sua sucção, em seguida soltou minha glande e passou a massagear meus testículos, sugando voluptuosamente a cabeça de meu pau, buscando dentro de mim toda a porra acumulada por horas daquela "tortura" magnífica. Eu urrava e me contorcia enquanto ela sugava sem parar tudo o que podia de dentro de mim. Nunca havia gozado tão intensamente, jamais havia sentido tamanho prazer. Não sei o que houve, se transcendi, se desmaiei, não sei... Só sei que quando voltei à terra percebi que estava em decúbito dorsal, com Kátia posicionada entre minhas pernas, ainda mamando meu combalido pintinho, que para minha surpresa permanecia semi-rígido em sua boquinha. Aquele rostinho angelical com belos olhinhos amendoados parecia brilhar, sorrindo para mim. Aqueles longos cabelos negros jogados sobre minhas pernas... Pela primeira vez percebi que ela havia se despido e que estava apenas de calcinha. Senti que meu pau começava a insuflar-se de vida dentro daquela boquinha extraordinária e eu desejava retribuir a ela ao menos uma parcela de todo o prazer que ela me proporcionara... Posicionei minha mão em sua nuca e carinhosamente a puxei em minha direção, beijando-a delicadamente, agradecendo por estar ali, por estar desfrutando de sua companhia, de sua intimidade. Deitada sobre meu corpo, pude mensurar como realmente ela era pequenina em comparação a mim. - "Vamos para o quarto", ela sussurrou-me com uma voz lânguida que me fez sentir um calafrio subindo pela coluna. Não tive dificuldades em levantar-me com ela agarrada em meu corpo, as pernas entrelaçadas em minha cintura. Como uma louca, beijando-me, mordendo-me, arranhando-me, ela foi-me apontando o caminho do quarto. Lá chegando deixei-nos cair sobre a cama, posicionando-me sobre ela. Imobilizando-a entre minhas pernas, segurei seus braços abertos por sobre sua cabeça, podia vê-la inteira a minha mercê, aquele corpo magro, aqueles seios pequenos, os mamilos entumecidos... Meu pau pulsava sobre sua barriga, gostei daquela visão e resolvi massageá-la com o cecete. Esfreguei-o lentamente naquela linda barriguinha, fui subindo, detive-me por longos minutos nos pequeninos seios, com uma mão eu rolava meu meu membro sobre aqueles montinhos, circulava-o em volta dos mamilos enrijecidos... continuei subindo até posicionar-me sentado sobre seu peito. Passei a esfregar meu pau em seu pescoço, suas orelhas, sobre seus lábios, seus olhos, virei-a de costas e passei a massagear por vários minutos sua nuca e suas costas, dando também pequenas batidas com o membro em seus ombros... Fui descendo, descendo... posicionei-a em decúbito dorsal, era chegada a hora de despi-la da minúscula calcinha e eu queria vê-la de frente para mim... Lentamente fui puxando aquele pedacinho de pano para abaixo. Na medida em que a calcinha ia se enrolando por aquelas coxinhas, permitia-me ver uma púbis que deixou-me encantado, Kátia tinha ralos e longos pentelinhos, que quase nada encobriam aquela maravilhosa grutinha... Ao livrá-la da pequena peça de roupa pude observar em toda plenitude aquela pequena rachinha que exalava um cheiro maravilhoso, que deixa-me como que embriagado... Afastei delicadamente suas pernas e direcionei minha boca para aquela bocetinha que parecia chamar-me. Beijei-a, beijei-a, beijei-a, comecei a passar a língua naqueles lábios vaginais, com os dedos fui abrindo aquela grutinha, passando a fazer lentos movimentos circulares com a língua ao redor de seu clitóris, aos poucos fui aumentando o ritmo de minhas lambidas, cada vez mais rápido, minha língua e aquele pequenino clitóris pareciam duelar. Kátia prendeu com as coxas minha cabeça entre suas pernas e começou a serpentear, parecia estar tendo convulsões. Passei a chupar-lhe o clitóris e comecei a massagear-lhe o ânus... Ela contorcia-se, berrava palavras desconexas, puxava minha cabeça de encontro a sua bocetinha, parecia estar em transe... Continuei desfrutando de sua grutinha em minha boca por vários minutos, até que aos poucos ela foi se acalmando, aproximava-se a hora de penetrá-la. Posicionei meu pau na entrada daquela xaninha, Kátia segurou-o e passou a masturbar seu clitóris com meu cajado, freneticamente, cada vez mais rápido... Eu mantinha-me de joelhos, apoiado nos cotovelos, evitando a penetração. Ela passou as pernas sobre minha cintura, envolvendo-me, e passou a enfiar a cabeça de mau pau em sua boceta, enfiava e tirava, suspendendo-se da cama. Aquela mulher deixava-me alucinado. Durante vários minutos fiquei apenas sustentando nossos corpos, enquanto ela controlava a penetração. Alucinadamente, ela começou a berrar, dizendo "vem, vem, enfia tudo em mim"... Simplesmente soltei o peso de meu corpo sobre o dela, penetrando-a completamente. Ela berrou como se tivesse sido partida ao meio. Assustei-me, pensei que a tivesse machucado, mas aquela cadelinha começou a mexer-se mais e mais sob mim, contorcendo-se, uivando, berrando, definitivamente ela parecia estar em transe... Não havia como não ficar empolgado com uma mulher como aquela... Passamos a copular freneticamente, urrando feito dois malucos. Passei a tirar quase todo o pau de dentro dela, deixando apenas a cabeça guardadinha, enterrando-me novamente naquelas entranhas quentes, fiz isso algumas vezes, mas depois, quando eu me afastava, ela se enfiava em mim... suas pernas prendiam-na a mim como uma cadelinha, ela enterrava aquela boceta fantástica em meu pau em um ritmo cada vez mais rápido. Assistir aquela bocetinha linda sugando meu pau para dentro de si era um privilégio, um prazer à parte... Não havia mais como controlar, percebi que não iria demorar muito para gozar e decidi ficar me deliciando com aquela mulher, vendo-a, literalmente, me foder... Ela sabia que eu estava prestes a gozar e passou a colocar apenas a cabeça de meu pau em sua boceta, comprimindo a glande, num ritmo alucinante, aquilo foi-me causando um calor intenso, uma sensação de desvario, algo inusitado, pensei que iria morrer ali... até que explodi em um gozo alucinante, parecia que meu cérebro estava saindo através da ejaculação... a impressão que eu tinha é que não haveria espaço para tanta porra naquela bocetinha e que meu pau iria estourar, e aquela verdadeira putinha continuava alucinada a se mexer com meu pau entalado em sua boceta... Caí sobre ela e ficamos abraçados, podia sentir as contrações daquela vagina tendo um orgasmo, sugando, massacrando meu pau... Sem sair de dentro dela, deitamos lado a lado, acho que desmaiei... Houve várias outras trepadas, cada uma mais incrível do que a outra. Continuamos juntos por um bom tempo, até que mudei de cidade. Tentei manter contato por carta e telefone, mas a distância é sempre cruel... Espero poder reencontrá-la em breve e novamente aprender alguns segredinhos sobre o sexo com aquela japonesinha safada, talvez ensinar alguma coisa também.
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