<?xml version="1.0" encoding="iso-8859-1"?><rss version="0.91"><channel><title>Galinhas.com.br - Últimos Contos</title><description>Últimos Contos Adicionados</description><link>http://www.galinhas.com.br/</link><language>pt-br</language><item><title>ENCAIXADA DE JEITO NO ÔNIBUS</title><description>ENCAIXADA DE JEITO NO Ã”NIBUS!!!

SOU UMA MORENA DE 18 ANOS, ALTA, OLHOS CASTANHOS CLAROS, UM CORPO CONVIDATIVO E GOSTOSO. SOU DO TIPO QUE TEM MUITO INTERESSE POR SEXO...SOU TARADA POR UM BOM HOMEM, MAS REALMENTE BOM!...DE UNS TEMPOS PRA CÁ, EU TENHO ME MASTURBADO MUITO...E PENSADO BASTANTE EM SEXO...E COM ESTE PENSAMENTO EU SAÍ DE CASA DE MANHÃ, EM DIREÇÃO A FACULDADE. PASSOU O ÔNIBUS E PEGUEI...ESTAVA USANDO UM VESTIDO BEM LEVE, ACIMA DO JOELHO, SEM SUTIÃ E COM UMA CALCINHA BEM PEQUENA...O ÔNIBUS ESTAVA FICANDO LOTADO, ME ENCOSTEI PERTO DE UMA CADEIRA E SEGUREI NO ENCOSTO...NÃO DEMOROU MUITO, SENTI UMA PRESSÃO E UM PERFUME MUITO GOSTOSO ATRÁS DE MIM...FIQUEI MEIO ELÉTRICA, DEI UMA OLHADA E VI UM MORENO MUITO BONITO, BEM VESTIDO, BARBEADO E DE CABELOS UM POUCO AINDA MOLHADOS. ELE SORRIU PRA MIM, E EU ME VI RETRIBUINDO...NESTE MOMENTO O ÔNIBUS DEU UMA FREADA BRUSCA, E SENTI QUANDO ELE PÔS A MÃO NA MINHA CINTURA E SEGUROU BEM FORTE, FORÇANDO SEU CORPO CONTRA AO MEU, COMO SE QUISESSE ME IMPEDIR DE CAIR...SÓ QUE ESTE CONTATO ME DEIXOU COM MUITO CALOR E EXCITADA...SENTI UM ARREPIO SUBINDO PELO MEU CORPO...E NÃO CONSEGUI ME DESGRUDAR DO CORPO DELE...ELE FOI SE ENCAIXANDO ATRÁS DE MIM...E EU SENTI O SEU CACETE SE ESFREGANDO NA MINHA BUNDA...ROÇANDO...FORÇANDO...FUI FICANDO LOUCA...MOLHADINHA...E FUI EMPINANDO MINHA BUNDA EM DIREÇÃO AO PAU DELE...ELE IA ESFREGANDO E EU IA FICANDO COM AS PERNAS BAMBAS...FICANDO TRÊMULA...ENTÃO NOTEI QUE O GAROTO TALVEZ DE MINHA IDADE, QUE ESTAVA SENTADO NA MINHA FRENTE OBSERVAVA O QUE ACONTECIA...ELE CHEGOU O BRAÇO PRA MAIS PERTO DE MIM...E EU FIQUEI ROÇANDO MINHA BUCETA NO OMBRO DELE...O QUE ESTAVA ATRÁS DE MIM, LEVANTOU MEU VESTIDO DE LEVE E PÔS O PAU NO MEIO DAS MINHAS PERNAS E FORÇAVA GOSTOSO...ABRI UM POUCO AS PERNAS, E SENTI QUE ESTAVA MOLHADISSIMA...OS BICOS DOS SEIOS ESTAVAM DURINHOS, E ESPERTAVAM MEU VESTIDO PEDINDO PARA SEREM TOCADOS E SACIADOS...MINHA BUCETA ESTAVA SENDO MASSAGEADA PELO GAROTO...SENTI QUANDO O MORENO POR TRÁS FOI ENFIANDO A MÃO EMBAIXO DO MEU VESTIDO...E AFASTOU A MINHA CALCINHA E FICOU COM O DEDO FICOU MEXENDO...ESFREGANDO...ME MASTURBANDO...FUI FICANDO LOUCA...SABIA QUE IA TER UM ORGASMO A QUALQUER MOMENTO...O GAROTO VIROU O ROSTO E FICOU OLHANDO ELE ME MASTURBAR...E COMEÇOU A PASSAR A MÃO NAS MINHAS COXAS...EU FUI FICANDO CADA VEZ MAIS TESUDA...E O CARA ENTÃO METEU O PAU COM MAIS FORÇA NA MINHA BUNDA E EU SÓ REBOLAVA E MEXIA...ELE COMEÇOU A RESPIRAR MAIS FORTE...E A DIZER NO MEU OUVIDO: &#8220;QUE BUCETA GOSTOSA... VAI... MEXE MAIS ESTA BUNDA NO MEU PAU... EU SEI QUE VC GOSTA... VAI SUA SAFADA... GOZA NA MINHA MÃO...&#8221;.
E EU GOZEI... SENTI ELE GOZANDO TAMBÉM, PORQUE ESCORREU TUDO PELA MINHA PERNA...NOSSA! O CHEIRO DE SEXO SE ESPALHOU PELO ÔNIBUS...O GAROTO ME OLHAVA E ME COMIA...E EU JÁ PENSAVA EM PEGAR ESSE MESMO ÔNIBUS UMA OUTRA VEZ! NUNCA SENTI TANTO TESÃO...NUNCA FIQUEI TÃO EXPOSTA...MAS FOI A MELHOR VIAGEM QUE FIZ!!! CHEGUEI NO MEU PONTO, ONDE FICAVA A MINHA FACULDADE, TODA MOLHADINHA E COM UMA CARA DE TESÃO QUE O PESSOAL DEVE TER NOTADO. HOJE QUANDO ME LEMBRO DESTA CENA, AINDA ME EXCITO E ME MASTURBO...
COMECEI A GOSTAR DE SER ENCAIXADA NESSA EPOCA...ADORO ENTRAR EM UM ÔNIBUS E GOZAR GOSTOSO, NA MÃO OU NO PAU DE UM HOMEM QUALQUER.</description><link>http://contos.galinhas.com.br/hetero/encaixada-de-jeito-no-Onibus/</link></item><item><title>FUI CONFESSAR E COMI O PADRE</title><description>FUI CONFESSAR E COMI O PADRE

Depois de ler tantos relatos sobre experiências sexuais, resolvi que era hora de começar a contar as minhas. Como meu pseudônimo já diz, não sou mais um garoto mas também não aparento a idade que tenho. Idade, experiência e história, muitas historias. Mas vamos ao que interessa.

Como todo garoto na idade de começar a pensar e conhecer sexo, rolava muita sacanagem entre a molecada da rua onde eu morava, no início era só um ficar segurando o cacete do outro, tentar bater uma punhetinha que ainda estávamos aprendendo, ficar roçando o pau um no outro, e depois de algum tempo começamos a encochar uns aos outros, mas meter mesmo acabou não sendo com outro moleque.

Essas seções de sacanagem rolavam quase todos os dias da semana e no sábado, por sermos jovens com formação religiosa, íamos a igreja confessar as coisas erradas que tínhamos feito na semana.

Havia um padre, bem novo ainda, recém ordenado, que quando ouvia essas confissões, eu sentia que ele ficava meio inquieto, e dizia que embora aquilo fosse pecado não era dos mais graves e que era comum na minha idade, afinal ele próprio já tinha passado por situações parecidas. Como eu percebia sua inquietação, quando ia me confessar com ele acabava inventando algo mais das artes sexuais da semana e ele ficava mais inquieto, e como as confissões iam ficando mais quentes ele disse que, para que pudesse entender melhor o que acontecia e como durante o horário de confissão havia sempre muita gente pra ele atender, sugeriu que no final daquela tarde, por volta das 7 horas, eu fosse até a casa paroquial, onde ele morava com outro padre que estava em viagem naquele final de semana, para que eu pudesse fazer uma confissão mais completa. Achei meio estranho mas padre é padre, certo.

Fiquei um pouco curioso e ancioso com a penitencia que ele poderia me dar quando contasse minhas travessuras e pensei até em não ir, mas quando faltavam uns dez minutos pra hora marcada, eu já de banho tomado fui até a casa do padre, mas não podia imaginar o que me aguardava.

Chegando a casa paroquial ele me recebeu com um sorriso, de banho tomado e com um leve perfume e a túnica que os padres usam. Pediu que eu me sentasse num sofá na sala, trancou a porta e disse que iria pegar um refresco para tomarmos. Sentou-se ao meu lado e disse

- muito bem meu filho, aqui nesta casa é como se estivéssemos no confessionário, e tudo que for dito aqui ficará sempre somente entre o padre e você. Pode contar seus pecados

Meio sem graça comecei a relatar as traquinagens de todo moleque, e depois das coisas banais ele perguntou sobre os pecados sexuais. Fiquei meio constrangido afinal estávamos cara a cara mas comecei a contar.

- sabe seu padre, esta semana eu e o Carlinhos estávamos brincando de bola e resolvemos apostar quem era melhor, e quem fizesse um gol primeiro poderia pedir qualquer coisa pro outro. Eu fiz um gol primeiro e pedi para ele pegar no meu pinto.

O padre ficou meio inquieto, me olhou e disse

- pegar no pinto como, não estou entendendo direito. Era só pegar e pronto ou tinha que fazer mais alguma coisa
- era pra pegar e ficar alisando – eu disse – até que eu mandasse parar
- ainda não estou entendendo. Pra entender melhor e ver se o pecado é grave, vamos fazer de conta que eu sou o Carlinhos, está bom, afinal estamos na casa paroquial e isso vai ficar só entre a gente.

Fiquei ainda mais confuso mas obedeci e disse

- Carlinhos você perdeu então pega no meu pinto

O padre olhou nos meus olhos e disse

- é assim que devo segurar ? e pegou no meu pau por cima da minha calça.

Na mesma hora que ele pegou e começou a mexer, meu pau deu sinal de vida e começou a ficar duro Fiquei com medo da bronca mas o padre disse

- Não precisa ficar assustado, isso é normal, e para a calça não machucar seu pinto vamos tirar ela pra continuar.

Ele tirou minhas calças olhando em meus olhos, voltou a pegar por cima da cueca e perguntou

- Nossa, que pinto grande. O Carlinhos tirou a cueca também ?
- Sim - eu disse , e a essa altura o medo já dava lugar ao tesão

Ele tirou minha cueca, e meu pau que naquela época já tinha uns 18 cm e uma grossura considerável, ficou ali apontando pra cima. Ele pegou novamente e começou a me punhetar de uma forma que nenhum moleque antes tinha feito.

- Foi só isso que o Carlinhos fez – perguntou
- Não - eu disse já entendendo qual era a do padre viado – mandei ele acariciar e chupar

Era tudo que o padreco queria ouvir. Ele pediu que eu tirasse minha camiseta e reiniciou uma punheta deliciosa. Ele subia e descia a mão em volta do meu caralho duro como aço e com a outra mão acariciava meu saco, tocando uma bolinha de cada vez e com todo cuidado pra aumentar meu prazer.

- Que pau lindo que você tem meu filho. Dá vontade de engolir ele
- Ele esta ai pra você fazer o que quiser. Nunca ninguém me punhetou como você esta fazendo
- Então você vai ver o que mais vou fazer com ele – disse sorrindo

Meu pau já babava como se eu tivesse gozado. O padre viado abaixou a cabeça e começou a engolir meu caralho. Ele punhetava meu pau com a boca e a mão e ao mesmo tempo tocava no meu saco. Foi me chupando e me puchando do sofá até que estivéssemos deitados no tapete do chão, ai falou no meu ouvido.

- Quero que você tire a minha batina pra ver como estou por baixo

Tirei a batina dele sem que ele parasse de me punhetar ou chupar e por baixo dela ele não vestia nada. Ele já havia premeditado tudo

Voltou a chupar e punhetar e pediu pra que eu pegasse na sua bunda. Fiquei alisando aquele rabo enquanto ele me engolia e percebeu que eu estava prestes a gozar. Disse que queria tomar meu leitinho. Aumentou as chupadas e caricias no meu saco até que não agüentei e gemendo de prazer gozei rios de porra com jatos fortes em sua garganta. Ele também gemia e rebolava o rabo enquanto eu passava a mão nele. Continuou me chupando até enxugar a ultima gota e não deixou que me caralho ficasse mole. Fui ficando com tesão novamente e minha mão começou a se aproximar do cuzinho do padreco. Eu passava o dedo no seu anelzinho e ele gemia e apertava meu pau. Quanto mais eu acariciava seu anelzinho mais ele gemia. Comecei a forçar meu dedo no seu rabo e ele foi rebolando e gemendo, mostrando o que estava querendo. Ele pediu que eu abrisse a gaveta da mesinha que estava ao nosso lado e pegasse um creme. O KY estava ali esperando pra ser usado. Lambuzei meu dedo e fui enfiando no seu cuzinho. Ele gemia e me chupava. Forcei um segundo dedo e ele gemeu e rebolou ainda mais. Jä não agüentando mais eu disse que queria comer ele, mas que nunca tinha comido ninguem e ele precisava me ensinar. Os olhos dele brilharam por saber que aquela seria minha primeira metida. Pegou o KY, lambusou meu caralho que já babava novamente e se posicionou de quatro na minha frente. Fiquei de joelho por traz dele que pegou meu cacete e direcionou pra portinha de seu cu. Pediu que eu empurrasse meu pau no seu cu devagar porque fazia tempo que ele não dava. Fui colocando a cabecinha e o viadinho gemia e rebolava. A cabeça passou e com um grito ele pediu que eu parasse um pouco. Eu queria meter de uma vez e não estava ouvindo mais nada. A sensação de estar comendo um cuzinho era maravilhosa e eu não ouvi nada. Ele tirou a mão do meu pau pra se ageitar melhor e não pensei duas vezes. Enterrei todo meu cacete de uma vez naquele cu gostoso. Ele gritou, me chingou, tentou ir para a frente mas eu estava tomado e sem saber de onde tirei a força segurei ele pela cintura com meu caralho enterrado.

- Não era rola que você queria seu padreco viado, pois agora ele está enterrado no seu cu pra você ver o que é bom. Pode gritar egemer como uma putinha que não largo você nem seu cuzinho gostoso.

Aquelas palavras tiveram um efeito especial nele que parou de tentar sair e começou a rebolar no meu caralho e gemer de prazer. Comecei um vai e vem gostoso e a cada estocada ele gemia, rebolava e dizia – Vem meu filho, como o cu desse viadinho, hoje e quando você quiser. Me fode gostoso. Mete gostoso nesse rabo.

Eu aumentei as estocadas e comecei a sentir o cuzinho dele a piscar. Acelerei o vai e vem e num urro ele disse que estava gozando sem nem tocar no pau dele. Quando ele disse isso meu tesão foi a mil e gozei novamente, enchendo aquele cuzinho de porra quente. Ele se apertau mais em mim até sentir a última esguichada no seu rabo. Tirou meu pau do seu cu e lambeu ele até que não sobrasse nehuma gotinha de porra pra escorrer. Ele ainda tremia de tesão e disse que a partir daquele dia eu tinha que me confessar diariamente com ele. E foi o que fiz. Confessei em todas as posições que pode existir, e até levei o Carlinhos verdadeiro pra confessar junto, mas isso é uma outra confissão...
</description><link>http://contos.galinhas.com.br/gays/fui-confessar-e-comi-o-padre/</link></item><item><title>CU DE ESPOSA DE AMIGO É MAIS GOSTOSO III</title><description>CU DE ESPOSA DE AMIGO Ã‰ MAIS GOSTOSO III

Continuação do conto “Cú ESPOSA DE AMIGO É MAIS GOSTOSO II”
APÓS TER REALIZADO A FANTASIA DELA DE TRANSAR COM DOIS AO MESMO TEMPO,JÁ QUE O MARIDO NÃO TOPOU, A NICE ME PEDIU QUE QUERIA TRANSAR COM UM NEGRÃO E COMIGO. O SEU MARIDO VIAJOU PELA EMPRESA E TERIAMOS ALGUM TEMPO LIVRES, MINHA ESPOSA ESTAVA DE FERIAS NA NOSSA CASA NO INTERIOR COM AS CRIANÇAS E NÓS SÓ IAMOS PARA LÁ NA SEXTA À NOITE. RESOLVI FAZER UMA SURPRESA PARA A NICE E MARQUEI NUMA 4ª FEIRA A NOITE NUM FLAT, CHEGANDO LÁ PEDI PARA ELA FICAR NUA PARA TOMAR UM BANHO. NO FIM DO BANHO DEITEI-A NA CAMA E PEDI PARA ESPERAR, COLOCANDO UMA VENTA EM SEUS OLHOS PARA QUE NÃO PERCEBECE NADA. TROUXE A SURPRESA PARA O QUARTO E PEDI QUE ELA TIRASSE A VENTA SEM ABRIR OS OLHOS, QUANDO PEDI PARA ABRIR OS OLHOS ELA DEU UM PEQUENO GRITO DE ESPANTO AO VER VI 5 NEGROS COM OS PAUS DE FORA EM VOLTA DA CAMA. FICOU ASSUSTADA POIS 3 DELES TINHAM O PENIS MAIOR DO QUE O DO MARIDO DELA E ESTAVA ESPERANDO APENAS UM PARA COME-LOA COMIGO. FOI QUANDO PEDI DESCULPA PELA SURPRESA MAS NÃO QUERIA DESPERDIÇAR A OPORTUNIDADE E CASO ELA NÃO TOPASSE NADA ACONTECERIA, ELES SÓ FARIAM O QUE ELA DEIXASSE. ELA FICU SEM RESPOSTA, MAS AO MESMO TEMPO EXCITADISSIMA POIS SEUS OLHOS BRILHAVAM, SUA XOXOTA JÁ EXALAVA AQUELE PERFUME JÁ MEU CONHECIDO E ELA ESTAVA COM AQUELA CARA DE SAFADA.
ELA SAIU DO TORPOR E FALOU:
- EU QUERO EXPRIMENTAR, MAS 5 É DEMAIS AINDA POR CIMA DESSES TAMANHOS, MAS VAMOS VER O QUE DÁ PARA AGUENTAR.......
O CARALHO MAIOR TINHA 26 CM. POR UNS 7, 7,5, ENQUANTO QUE O MEU TEM 16 CM E O DO MARCOS, SEU MARIDO, TINHA 19 CM.
QUANDO O 1º. COMEÇOU A COLOCAR NA SUA BOCETA ELA FEZ TUDO PARA PODER SE PENETRADA SEM MUITA DOR E PARA AGUENTAR. OUTRO COMEÇOU A CHUPAR OS SEUS PEITOS, OUTRO COLOCOU O CARALHO ENORME NA SUA BOCA QUE ELA MAL CONSEGUIA ABOCANHAR DE TÃO GROSSO, OUTRO NA SUA MÃO, FORAM RODIZIANDO NAS POSIÇÕES E FODENDO-A DE TODAS AS FORMAS. UMA DAS MEHORES FODAS FOI QUANDO ELA FICOU DE QUATRO CHUPANDO UM CARALHO, OUTRO ENFIANDO EM SUA BOCETA POR TRÁS E FORAM TROCNADO DE POSIÇÕES ATÉ TODOS COMELA ASSIM. APENAS NÃO DEIXAVA ELES COLOCAREM NO SEU CUZINHO. APÓS VARIAS GOZADAS NA BOCA E NA BOCETA FOMOS TOMAR BANHO PARA NOS REFAZER. VOLTANDO AO QUARTO ELA ME PERGUNTOU SE EU NÃO IRIA PARTICIPAR, EU FALEI QUE SÓ NA DUPLA PENETRAÇÃO, EU COLOCARIA NA SUA BOCETA E ELES IRIAM REVEZAR NO SEU CUZINHO. A NICE ASSUSTADA FALOU QUE TALVES NÃO AGUENTASSE TANTOS CARALHOS AO MESMO TEMPO A PENETRAR O SEU CU POIS APESAR DE GOSTAR DE SER ENRABADA NÃO CONSEGUIRIA AGUENTAR AQUELE QUE
TINHA 26 CM. FALEI PARA ENTÃO COMEÇAR-MOS PELO MENOR E IR AUMENTANDO AOS POUCOS PARA O CUZINHO IR SE DILATANDO, O QUE ELA TOPOU E QDO NÃO AGUENTASSE ELA AVISARIA QUE IRIAMOS PARAR. DEITAMOS NA CAMA E FIZEMOS UM MEIA NOVE E CHUPEI O CUZINHO DA NICE PREPARANDO-O PARA A PENETRAÇÃO, APÓS METI NO CU DELA PARA COMEÇAR A ABRI-LO, SOQUEI POR ALGUNS MINUTOS E ME DEITEI NA CAMA ELA SUBIU EM MIM, SENTOU NO MEU CARALHO E CAVALGOU POR UNS MINUTOS, DEPOIS VIROU PARA O NEGRÃO E FALOU:
- VEM SOCAR ESSA ROLA PRETA NO MEU CU
ELE TENTOU METER DE UM SÓ VEZ, MAS ELA SEGUROU E PEDIU PARA COLOCAR AOS POUCOS, PARA IR ACOSTUMANDO, ELE FOI EMPURRANDO E ELA SEGURANDO OCARALHO DO NEGRO, FOI DEIXANDO PENETRAR TUDO AOS POUCOS, GEMENDO, COM O ROSTO DESFIGURADO, APÓS ENTRAR TUDO ELA PEDIU QUE ELE FICASSE PARADO ALGUNS MOMENTOS E SÓ DEPOIS PEDIU QUE ELE COMEÇASSE A MEXER, PRIMEIRO DEVAGAR E AUMENTANDO O RITMO AOS POUCOS, O NEGRO COMEÇOU ENTÃO O VAI E VEM DEVAGAR E AUMENTADNO O RITMO, NA MESMA MEDIDA QUE ELA AUMENTAVA OS GEMIDOS, QUANDO NOS DEM,OS CONTA O NEGRO SOCAVA A VARA NO CU DELA VIOLENTAMENTE E ELA URRAVA EM CIMA DE MIM AGUENTANDO AQUELA TORA NO CU. UM A UM OS NEGROS FORAM COMENDO O CU DA NICE ATÉ EXPLODIR EM GOZO ATÉ QUE CHEGOU O MAIOR CARALHO DA TURMA E SE POSICIONOU, SEGUREI A NICE PELOS OMBROS, AINDA COM O MEU CARALHO NA SUA BOCETA, PUXEI-A DE ENCONTRO A MIM, BEIJEI-LHE A BOCA E PEDI PARA ELA ARREBITAR AO MÁXIMO A BUNDINHA, ELE COLOCOU A CABEÇONA NO SEU CU JÁ DILATADO E COMEÇOU A PENETRAÇÃO, ELA GEMENDO, CHORANDO, ROSNANDO DE DOR, ENTÃO FALEI PARA ELE TIRAR QUE ELA NÃO ESTAVA AGUENTANDO, FOI QDO ELA FALOU COM VOZ ROUCA E QUASE SUMIDA:
- NÃO, BOTA TUDO, SOCA, FODE O MEU CU NEGÃO, SOCA TUDO COM FORÇA, QUE EU QUERO ENGOLIR TUDO......
AÌ ELE CONTINUOU A ENFIAR DEVAGAR ATÉ ENTRAR TUDO, O ROSTO DA NICE ESTAVA DESFIGURADO PELA DOR E PRAZER DE ENGOLIR OS 26 CMS, ELE PAROU PARA ELA ACOSTUMAR E APÓS ALGUNS SEGUNDOS, ELA QUASE SEM VOZ FALOU:
- AGORA SOCA COM TUDO, FOOOOOOOOOODE.........
ELE COMEÇOU A SOCAR, A BOMBAR O CARALHÃO INTEIRO NO CU DA NICE E ELA SÓ GEMIA, GRUNHIA, URRAVA DE DOR, CHORAVA, MAS NAO DESISTIA DE LEVAR TUDO NO CU, ELA COMEÇOU A GRITAR:-
- AI NEGÃO TÁ ME RASGANDO, ME MATANDO DE DOR, ME ARROMBANDO, GOZAAAAAAAAA, GOZAAAAAAAAAA....................
GOZAMOS OS 3 PRATICAMENTE JUNTOS; AO TIRAR O CARALHO DO CU DA NICE, O NEGÃO DEIXOU UM BURACO ENORME ABERTO QUE AOS POUCOS FOI DIMINUINDO. ELA FICOU DEITADA TOTALMENTE ARROMBADA, OS 5 TOMARAM BANHO, SE VESTIRAM, PAGUEI-OS.
TOMEI UM BANHO E NÃO TIVE CORAGEM DE ACORDAR A NICE QUE ESTAVA DORMINDO TODA ARROMBADA, TODA ESPORRADA EM TODOS OS SEUS BURACOS, EM TODO O SEU CORPO, DESFALECIDA, EXAUSTA. DORMINOS NO FLAT MESMO E NO DIA SEGUINTE DEI UM BANHO NA NICE E APLIQUEI-LHE UMA POMADA POIS ESTAVA TODA DOLORIDA E ESFOLADA, MAS FELIZ DA VIDA, AO SAIR DO FLAT ELA ME BEIJOU LONGAMENTE E ME AGRADECEU DIZENDO QUE ME AMAVA, POIS SÓ EU CONSEGUIA ENTENDE-LA E PROPORCIONAR O PRAZER FÍSICO, POIS O MARIDO DESDE A PRIMEIRA VEZ NÃO TOPOU.
FICAMOS NOS BEIJANDO LONGAMENTE DURANTE TODA A PARTE DA MANHÃ E APÓS O ALMOÇO FOMOS EMBORA, ELA MAL CONSEGUIA ANDAR E SENTAR, MAS ESTAVA FELIZ.
CASO VC QUEIRA PARTICIPAR DE UMA ORGIA ASSIM ME ESCREVA QUE ESTOU A SEU DISPOR; zanelab@bol.com.br
</description><link>http://contos.galinhas.com.br/hetero/cu-de-esposa-de-amigo-E-mais-gostoso-iii/</link></item><item><title>Duas gatas na montanha</title><description>Duas gatas na montanha

Sempre gostei muito de ler relatos eróticos... as histórias quase sempre tinham o poder de me excitar. E o desejo de escrever algo, contar uma experiência verdadeira, minha, permaneceu comigo durante muito tempo, até agora, pois o fato que ocorreu comigo há pouco mais de 1 ano eu não poderia nunca deixar de compartilhar com vocês. Vamos lá:

Sou divorciado, tenho 38 anos, moreno claro, cabelos pretos e lisos, 1,78m e 82Kg. Amante de esportes desde a infância, mantenho um corpo bem malhado, apesar de ter que confessar que atualmente a barriga não é mais aquele “tanquinho”de antes. Sempre tive extrema fascinação pelo sexo oposto. Tenho um tesão quase que constante e sou um aficionado pelo prazer feminino. Em minha opinião, não há nada mais belo no mundo que o rosto de uma mulher ao atingir o orgasmo.... os leves sinais de seu corpo ao gozar.... a pele arrepiada, as contrações, os gemidos.... só de escrever já fico doido de tesão.

Sou Economista e, depois de trabalhar muito tempo no mercado financeiro, decidi há 4 anos, depois do divórcio, mudar radicalmente de vida: peguei a maior parte de minhas economias, comprei um pequeno sítio numa cidade serrana do Rio e montei uma pousada de turismo-aventura, com 6 chalés pequenos, porém muito bem instalados. Conhecedor profundo da região, organizo durante as semanas de menor movimento na pousada algumas excursões de montanhismo, cavalgada, rafting, etc.... sempre com grupos reduzidos de pessoas (no máximo 10). Funciono nestas excursões como uma espécie de guia-anfitrião, criando situações empolgantes, de contato extremo com a natureza, alguma dose de adrenalina (de forma segura, é claro) e procuro sempre gerar em meus clientes uma experiência única e inesquecível. Por enquanto, acho que tenho conseguido atingir estes objetivos.

Desde meu divórcio, optei por não manter relacionamentos sérios ou exclusivos com nenhuma mulher. Mas, com o tesão freqüente que tenho, precisava ter pelo menos uma válvula de escape para não enlouquecer. Desta forma, tenho um caso com Lúcia, minha amante mais freqüente e veterinária que atende algumas fazendas desta região. Ela sobe a serra pelo menos uma vez por semana e o atraso não se torna tão insuportável.

No mês de abril, recebemos um grupo de 7 pessoas para a principal excursão de nosso roteiro, com duração de 3 dias, envolvendo raffting numa linda queda de mais de 50 metros aqui da região, descida em corredeira, caminhadas e 16 km de cavalgada por uma deslumbrante trilha de mata atlântica. As pernoites, é claro, são sempre em minha pousada.

O grupo era composto de um casal de meia idade, Luís e Áurea, muito simpáticos e falantes, seu filho mais velho, Maurício (16 anos, tímido demais e um pouco distante), Daniel e Renata (recém casados, próximos dos 30 anos, apaixonadíssimos) e Érika e Fabiana, que se apresentaram como primas e eram deslumbrantemente lindas e sensuais.

Érika tinha 25 anos, loira, 1,65m mais ou menos, seios fartos e firmes, pernas grossas de quem curte e pratica esportes, cabelos lisos até o meio das costas, cinturinha fina e uma bunda das mais redondas e lindas que vi na vida. Um tesão de mulher.

Fabiana, 28 anos, pele muito clara e cabelos castanhos quase vermelhos, era mais alta (1,70m), de um tipo mais esguio, seios médios e pontiagudos, corpo muito bonito e proporcional. Tinha como diferencial um rosto lindo, de princesa, com brilhantes olhos azuis e uma boca com lábios carnudos e muito bem delineados. Enfim, outro tesão de mulher, porém de outro estilo.

Desnecessário dizer que logo que vi as duas chegando na pousada, o tesão me invadiu. Desde que iniciei minhas atividades como “empresário de turismo e guia”, prometi a mim mesmo que evitaria ao máximo contatos íntimos com minhas clientes, pois acho ainda hoje que esta prática pode significar o fim de qualquer empreendimento. Confesso que, neste dia, esta preocupação me invadiu, pois sabia que seria praticamente impossível resistir a estas Deusas, caso elas oferecessem qualquer possibilidade de aproximação.

Profissionalmente e com um sorriso que seguramente indicava minha situação de excitação, recebi as duas na recepção da pousada. Conversamos um pouco sobre amenidades, clima, expectativas sobre o passeio e acompanhei-as até seu chalé, que ficava a pouco mais de 30 metros da sede, onde se encontrava meu quarto.

Durante todo o tempo que permaneci junto delas, mantive meu pau duro, involuntariamente, e percebi que elas não ignoraram este fato. Pude notar Fabiana, por duas vezes, olhando fixamente pro volume do meu pau latejando sobre a calça jeans, enquanto falava com Érika (a mais simpática e falante). Percebi também um comentário entre elas, feito por Fabiana, seguido de risinhos e de uma olhada coletiva no meu volume, no momento em que me despedi delas a frente de seu chalé. Tudo isso ocorreu de forma muito sutil, sem que elas demonstrassem qualquer tipo de vulgaridade ou segundas intenções.

Na manhã do dia seguinte, às 06:30h, encontrei todo o grupo na sala de café da pousada. Érika estava de tênis, vestindo uma calça azul de ginástica muito justa, delineando suas coxas grossas e sua bunda maravilhosa e usava um top branco, levemente decotado, com parte do volume de seus seios a mostra. Por sobre os ombros, um casaquinho de moleton (apesar do sol, fazia um pouco de frio nesta manhã).

Fabiana vestia um jogging vermelho, mais comportado, porém justo também e estava igualmente sexy.

Após um balanceado e farto café da manhã, com todos muito ansiosos e animados para iniciar o passeio, seguimos no meu Land Rover para a primeira parte da aventura: raffting na cachoeira. O clima começou a esquentar (pelo menos pra mim) quando Érika e Fabiana fizeram questão de sentar nos bancos da frente do carro, a meu lado. Durante todo o trajeto, sentia a perna de Érika roçar na minha, delicadamente, mais suficiente para me deixar uma vez mais de pau duro. Ficou muito claro pra mim também que as duas tinham um nível de intimidade além do normal, se tocando com muita freqüência, sorrindo de forma cúmplice. Percebi na hora que, entre elas, rolava algo diferente, sexual mesmo. Este pensamento me deixou mais louco de tesão ainda e fiz com com nosso trajeto, que em condições normais duraria mais ou menos uns 10 minutos, fosse percorrido em quase meia hora.

Já na cachoeira, após as necessárias orientações e advertências, fixei pessoalmente os equipamentos em cada um de meus clientes.

Na vez de Érika (o pau já querendo voltar a dar sinais de vida), roçamos levemente nossos corpos, com meu braço tocando delicadamente seu seio. Neste momento ficou claro pra mim, após seu sorriso, incisivo e sacana, que meu tesão por ela tinha algum eco, era de alguma forma correspondido.

Terminada a descida, pegamos uma trilha leve para voltar ao carro. O resto do dia transcorreu sem maiores surpresas, para meu desapontamento. Numa de minhas aproximações sutis, senti inclusive uma certa “cortada” por parte de Érika, um afastamento. Meu desapontamento aumentou e temi que minha percepção anterior de interesse por parte dela fosse viagem de minha cabeça.

Chegamos a pousada aproximadamente às 18:00h. Todo o grupo voltaria a se encontrar no jantar, marcado para às 20:00h, já que nossos dias sempre começavam muito cedo. Avisei a todos sobre a programação da noite, após o jantar: um filme de 50 minutos sobre descidas em corredeiras, nossa aventura do dia seguinte.

Tomei um demorado banho e precisei tocar uma longa punheta para as duas, gozando fartamente nos ladrilhos do banheiro. Esta era a única forma de controlar um pouco meu pau e adestra-lo para que ele não “acordasse” sempre que elas estavam presentes.

No jantar, tudo normal. O grupo estava visivelmente animado pelo dia intenso, porém percebia-se também um certo cansaço em todos.

Ás 22:00h, iniciamos o filme na pequena sala de TV da pousada. Érika e Fabiana sentaram juntas numa poltrona lateral e Maurício (o filho tímido de Luís e Áurea) sentou-se ao lado delas. Eu estava na outra extremidade da sala, de frente pra elas, um pouco de lado para a TV, dando algumas orientações sobre corredeiras e contando alguns “causos” cuidadosamente estudados para entreter minha platéia. Sinceramente, naquelas últimas horas, tinha desencanado de meu desejo voraz pelas duas gatas.

Durante o filme, rimos bastante dos “causos” e de algumas situações do dia que passamos. Notei que Fabiana me olhava fixamente, fascinada, com aquele olhar que qualquer homem experiente sabe reconhecer de longe. Ela estava com a mão direita delicadamente sobre a perna de Érika e, em alguns momentos, apertava a perna dela. Fiquei um pouco constrangido na hora, mas a excitação foi mais forte e o mastro voltou a ativa. Precisei mudar de posição várias vezes para não dar bandeira, mas certamente elas perceberam mais uma vez minha situação.

Fim de evento, nos despedimos todos com os tradicionais apertos de mão para os homens e beijinhos para as mulheres. Fabiana, visivelmente mais solta naquela noite, me beijou o rosto bem próximo aos lábios, chegando a encostar no cantinho.

Fui para meu quarto louco de tesão, já pensando em outra punheta. Tomei outro banho longo, coloquei uma calça de moleton sem cuecas e uma camiseta preta básica, pronto para dormir, quando escuto gritos aterrorizados vindos do chalé de Érika e Fabiana.

Corri o mais rápido que pude, temendo por algum acontecimento grave. Chegando ao chalé delas, Fabiana estava na varanda, usando o roupão da pousada, cabelo molhados e com cara de assustada. Disse ter ouvido um bicho sobre o forro do banheiro, passos muito pesados, ruidosos mesmo. Disse que devia ser uma onça. Érika estava a seu lado, ainda com a roupa do jantar, igualmente apavorada. Luís, Áurea e Maurício, que estavam no chalé mais próximo ao delas, também vieram ver o que restava acontecendo, igualmente assustados.

Peguei uma lanterna, abri a porta do sótão do chalé e me deparei com um gambá, grande e gordo, comendo alguns pequenos ovos de algum pássaro que havia feito ninho ali, na fresta das telhas. Esses simpáticos bichinhos são muito comuns nesta região e também são extremamente arredios, apesar de não serem muito ágeis. Tirei minha camisa e, depois de um pouco de “luta”, aprisionei o “perigoso” animal, que gritou um pouco mais foi facilmente dominado por mim. Mostrei a todos a “onça”, rindo muito, e libertei o gambá na mata ao lado da pousada.

Voltei ao chalé delas, pra me desculpar pelo inconveniente gambá e elas riam sem parar da situação, descontroladas mesmo. Rimos juntos e pude ver boa parte dos seios de Fabiana pela fresta do roupão quando ela se contorceu de rir.

Conversamos um pouco na varanda do chalé e elas me convidaram pra entrar. Nesta hora senti um frio na barriga de excitação e imediatamente aceitei o convite.

Dentro do chalé, com a lareira acessa, o clima estava delicioso. Conversamos todos por uns 15 minutos e Érika disse que ia tomar banho. Fiz menção de me despedir para ir embora, porém Fabiana me pediu pra ficar mais um pouco, até Érika terminar. Disse que estava com medo de ficar só. Ela fez este pedido de forma tão meiga e sexy que me excitei na hora, acordando uma vez mais meu pau. Eu estava sem cuecas e sabia que seria impossível desta vez disfarçar.

Érika entrou no banheiro e ficamos eu e Fabiana a sós na saleta do chalé, ela no sofá e eu sentado no beiral da porta, com os braços sobre o volume de meu pau latejante. Sem dizer um a só palavra, Fabiana se levantou, se aproximou de mim, pelo meu lado direito, segurou delicadamente meu braço e o tirou de cima de meu colo. Meu pau pulou sob a calça larga, armando uma tenda desconcertante. Ela riu...._ eu sabia.... disse ela. Eu ri, um pouco sem graça, me desculpei, falei que isto tinha acontecido durante todo o dia, sempre que estava na presença delas....._nós percebemos.... disse ela, de forma irônica e sensual...._ e gostamos também.... completou.

Como um louco, puxei-a pelo roupão, aproximando-a de mim e beijei longamente sua boca. Nossas línguas se entrelaçavam, excitadas e ávidas. Sem descolar minha boca, desamarrei o cinturão do roupão, deslizei-o lentamente sobre seus ombros e pude ver seus lindo corpo. Beijei seu pescoço, seus ombros, seus seios, um a um. Mordisquei seus mamilos duros.... ela gemia baixinho, me pedindo pra não parar.... continuei beijando seu corpo.... barriguinha.... quadril.... coxa.... coloquei-a sentada no sofá, abri um pouco suas pernas, me ajoelhei no chão e beijei sua bucetinha linda, inchadinha e sem um pelo sequer.... passei minha língua por toda a extensão dela, de cima pra baixo, até tocar seu cuzinho.... estava doido de tesão.... ela gemia mais alto agora, e segurava minha cabeça, direcionando meus movimentos.... suguei seu grelinho, beijei lambi..... fazia movimentos ora rápidos ora mais lentos... enquanto sugava e lambia avidamente seu clitóris, enfiava um dedo na sua gruta úmida e perfumada, brincando com o outro dedo no seu cuzinho.... repeti estes movimentos até que ela gozou em minha boca.... pude sentir o sabor de seu gozo, a leve alteração de lubrificação e umidade.... meu pau parecia que ia explodir de tesão...

Quando me levantei do chão para leva-la pro meu quarto, vi Érika na outra extremidade do chalé, nua, tocando seu corpo, sozinha, excitada....quase gozei ali mesmo, sem toque algum.... que visão deslumbrante era aquela....

Fabiana se aproximou dela e substituiu a mão de Érika pela sua.... as duas se beijaram olhando pra mim.... eu segurava meu pau por sobre a calça e quase não acreditava no que estava vendo.....já havia feito sexo com 2 mulheres antes, por duas vezes (numa festa da faculdade e na despedida de solteiro de um amigo) mas nunca com mulheres tão lindas e sensuais como Érika e Fabiana. Tirei minha calça e comecei a me aproximar das duas.... coloquei o pau bem próximo do rosto delas, que se beijavam.... elas, juntas, começaram a lamber e chupar meu pau.... a cabeça inchada, lisa e pulsante, grossa e quente era percorrida pelas duas línguas, que se tocavam também.... elas se revezavam entre enfiar meu pau na boca e lamber meu saco e a base de meu pau.... sentia o gozo próximo, mais queria retardar esta sensação deliciosa....

Me afastei um pouco das duas....pedi pra Érika abrir as pernas.... pedi o mesmo pra Fabiana, lado a lado na cama.... e comecei a chupar as duas.... uma de cada vez.... enquanto chupava uma, penetrava com dois dedos a outra.... e vice-versa.... eu estava doido.... a ponto de explodir....elas gemiam alto e apertavam seus mamilos.... se beijavam.... era a coisa mais excitante do mundo aquela cena.... aquelas duas bucetas lindas, raspadinhas, molhadas a minha disposição e as duas gatas deslumbrantes se tocando, loucas de tesão....

Após novo gozo das duas, juntas, me deitei na cama e pedi pra Fabiana sentar sobre meu pau.... ela sentou lentamente e meus 20cm de pica grossa e latejante foram invadindo sua bucetinha linda... ela rebolava e gemia, subindo e descendo, cavalgando deliciosamente sobre minha pica. Érica se deitou a meu lado, colocando seu seio em meu rosto, se masturbando.... suguei seus mamilos com volúpia....pedi que ela se sentasse sobre mim, sobre meu rosto e comecei a chupar sua buceta, seu clitóris, enfiando minha língua quente na sua gruta maravilhosa alternadamente aos movimentos de minha língua no seu grelinho. Elas se beijavam sobre mim... eu estava no paraíso....

Alguns minutos depois, elas trocaram de lugar e permanecemos nesta posição até que as duas gozaram abundantemente sobre mim....

Já não agüentando mais segurar o gozo, posicionei Érika de quatro pra mim e enfiei meu pau sem dó na sua buceta, estocando de forma firme e ritmada.... Fabiana me beijava.... eu sugava os seios dela.... em pouco tempo, segurando ainda mais um pouco, anunciei meu gozo.... Érika retirou meu pau de dentro dela e as duas começaram a me chupar..... gozei como nunca na minha longa vida de macho.... 4 fortes e abundantes jatos de porra consistente, enriquecida pelo tesão acumulado pelas duas fêmeas mais tesudas que já comi.

Gozei sobre seus seios.... barriga.... rosto.... as duas se beijaram longamente... eu praticamente desfaleci depois desta gozada.

Ficamos por alguns instantes nos acariciando, os três, conversando de forma carinhosa e sexy.... relembramos os jogos sensuais feitos por nós durante o dia.... Érika confessou que tinha ficado molhadinha no carro, roçando sua coxa na minha.... Fabiana disse que estava com tesão durante o filme... enfim, passamos agradáveis momentos juntos.

Dormi esta noite no chalé delas, não sem antes come-las uma vez mais, na banheira de hidro, onde tive a honra de comer o delicioso cuzinho de Érika, enquanto Fabiana gozava sendo chupada por ela.

Nas duas noites seguintes, repetimos a dose, os três, em mais posições, mais gozadas, mais buracos.

Nesta última semana, recebi um e-mail de Fabiana, pedindo reserva de um chalé para as duas e para mais uma terceira amiga, para o mês de agosto.

Qualquer dia, conto mais!!!!
</description><link>http://contos.galinhas.com.br/hetero/duas-gatas-na-montanha/</link></item><item><title>Trepei minha vizinha bebada</title><description>Trepei minha vizinha bebada

Era um sábado à noite em Salvador, tava curtindo uma garrafa de vinho barato na varanda de minha casa vazia...
2 horas e 2 garrafas de vinho depois, isso já pelas 03:30 da madrugada, eu vejo surgir no final da rua uma silhueta feminina rebolando sensualmente com uma bolsa na mão...
cabelos soltos na altura dos ombros, negros como a noite que a envolvia, usava uma micro-saia de couro marron, e uma blusa com cadarso na frente como se fosse um corpete daqueles dos tempos da vovó que teimavam em sufocar um par de seios loucos pra pular pra fora, porém não escondia uma barriga perfeita com pelinhos que segundo minha imaginação desciam até onde mora o tezão.
A medida que ela se aproximava, eu ia notando mais detalhes, pele morena, coxas grossas, alta, 1,75m no mínimo, quadris largos o que denunciavam uma bunda empinada e nada pequena.
Percebi lindos olhos verdes, e pra minha surpresa eu conhecia aquela escultura viva!! Era minha doce e casada vizinha! No dia anterior eu escutei de casa a briga dela com seu marido que culminou com a saída dele de casa, mas o que teria acontecido de tão grave pra que aquela mulher tão respeitável estivesse literalmente vestida como uma prostituta, e cheirando a álcool como naquele momento?
Bom, isso ela mesmo me respondeu com uma voz balbuciante de quem já havia tomado umas 8 doses de wisky:
- Marcos, aquele desgraçado disse pra mim que eu não desperto interesse nos homens... ao que respondi:
- Isso passa, foi só uma briga de casal...
- só uma briga? Então vc vai querer me convencer que isso é motivo pra que ele me deixe sem sexo por 3 meses ?
Quando houvi isso, meu sangue gelou... aquilo soou nos meus ouvidos como um convite pra uma noite de sexo, já reparava aquela minha vizinha a algum tempo, mas nunca havia visto ela usando roupas tão reveladoras, nesse momento ela já estava dentro da varanda da minha casa, de frente pra mim, encostada com um pé na parede, eu tava sentado na escada e aquela posição dela revelava suas coxas com pelos loirinhos, e de tão pequenina a saia quase me dava uma visão de sua calcinha, nesse momento,meu pau estava duro e podia sentir minha cueca começando a se melar...
A partir daí pensei: porque não tirar proveito daquela situação, uma vez que ela se mostrava louca pra extravazar o tesão que a enchia e eu pra realizar meu grande fetiche por mulheres casadas, e de quebra, me vingar da minha namorada que havia brigado comigo sem um bom motivo.
Resolvi pôr meu plano em prática... fiz com que ela se acomodasse ao meu lado na escada e ofereci vinho pra ela, bêbada como ela estava, foi fácil deixa-la bem a vontade e passou a se abrir, rir e contar mais da sua vida... tratei de dirigir logo o papo pro lado do sexo e ela deixou claro que desde que casou, vivia de papai-e-mamãe com seu marido, mais surpreso ainda fiquei quando ela me confidenciou que seu marido a chamou de puta quando ela tentou fazer sexo oral nele, e que daquele dia em diante ela não sabia o que era o gosto de uma pica na boca, e tava muito infeliz, pq ela adorava sexo e sexo oral pra ela é o que mais a excita!! Fiquei louco com aquilo tudo, já que adoro sexo oral tanto quanto ela, tratei de deixa-la a par disso... ela rindo muito, me olhou de cima a baixo e me falou com a voz mais sensual que já ouvi: - isso é um convite?, já não agüentando mais aquela situação respondi: -não, isso é uma ordem!
Então ela me olhou fundo nos olhos, largou o copo que segurava e passou a acariciar e apertar meu pau por cima da bermuda, fechei os olhos e respirei fundo, enquanto ela falava que queria me ver todo nu pra saber o quanto eu era gostoso (palavras dela... efeito do álcool hehehe!)
Levantei e tirei a camisa, sou moreno claro, tenho 1,83m de altura, peso 82kg, tenho cabelos e olhos castanhos, frequento academia, por isso tenho um corpo forte, tenho 26 anos e ela me revelou que tava fazendo 29 naquela noite, meu pau mede uns 18cm, eu acho, nada descomunal como os de alguns contos que li nesse site, mas é bem grosso, minha namorada vive reclamando disso!
Sugeri que fossemos pra dentro de casa e ela aceitou entrando na frente... tranquei a casa, me certificando que ninguém havia nos visto entrar, ela sentou no sofá, e me puxou pra ficar em pé de frente pra ela... abriu minha bermuda, abaixou até o pé, e ficou apertando meu pau e falando coisas que só ela entendia... meu tezão era tamanho que a cabeça do meu pau tava saindo da cueca por cima, ela ficou passando o polegar na abertura e espalhando o melado que escorria dele, e perguntou com voz de menina dengosa: - Marcos, deixa eu matar meu desejo? Quero muito esse pau na minha boca!! Não respondi, apenas segurei sua cabeça e tentei meter em sua boca, ela não deixou, primeiro tirou minha cueca, me deixando todo nu, surgiu um pau duro e melado na frente dela, ficando a poucos centímetros dos seu rosto, em seguida ela passou a lamber minhas coxas de baixo pra cima metendo a lingua entre minhas verilhas até que colocou minhas bolas na boca... nossa!! Que delícia!! O calor daquela boquinha pequena e molhada engolindo meu saco quase me fez gozar, meu pau pulsava e meus quadris faziam movimentos inconscientes de vai-e-vem como se já fudesse sua buceta. Ficou assim um bom tempo, e depois seguiu lambendo do saco até a cabecinha, engolindo por completo, chupou, chupou, chupou e tirou da boca deixando um fio de baba da ponta de sua língua até a cabeça do pau, e falando que tava louca de saudades daquele gostinho segundo ela: (gosto de macho) que a enlouquecia nos seus sonhos eróticos. Segurei sua cabeça e passei a bombar e fuder sua boca feito louco, ela segurou o pau com uma mão e sugar com muita força! Me sentia metendo numa buceta virgem tamanha era a pressão q meu apu sofria daquela boca gulosa... 2 minutos nesse movimento e um jato de porra grossa enchia sua boca, eu tava gozando! Meus olhos reviraram, minhas pernas enrrigeceram, tentei tirar meu pau de dentro pra gozar o que faltava no seu rosto, mas pra minha surpresa, ela fez algo que nenhuma outra mulher fez antes: ela engoliu meu pau até o talo fez ele sumir todinho dentro da boca encostando os lábios nos meus pelos pubianos, sentia a cabeça do pau descer e encostar na sua garganta, segurou minha bunda com as duas mãos não permitindo tirar meu pau de dentro de sua boca!! Sinceramente, eu nunca gozei como naquele momento e talvez jamais volte a gozar de novo!! Cheguei a gritar de tanto tesão, e meus movimentos de estocadas fortes foram diminuindo, diminuindo, e quando parei, ela foi tirando o pau de dentro da boca e lambendo como se quisesse prosseguir uma nova chupada, caí deitado no sofá com as pernas duras quase dando câimbras, e ela rindo me disse: - Você acha que depois de tanto desejar um pau na boca, eu perderia um leitinho tão gostoso? Gargalhou, bêbada, e me pediu cerveja, prontamente trouxe as cervejas e depois de uns 25minutos já tínhamos tomado quatro latas cada um e eu fui ao banheiro, quando voltei ela tava dormindo deitada no sofá, sua saia havia subido revelando um volume enorme embaixo da bela calcinha rendada, dourada e de lacinho que ela usava , meu pau voltou a ficar duro, me aproximei e aquele cheiro de cerveja que exala dela me deixou muito mais louco, passei a acariciar sua xota por cima da calcinha e vi que aquele volume todo era de uma buceta carnuda de pelos ralos, lisinhos e bem aparados, com lábios grandes e pela calcinha encharcada pude comprovar o tezao q ela sentiu quando me chupava... me coloquei sobre ela e passei a desamarrar o cadarso de sua blusa, até ver surgir um belo par de seios com marcas de biquine branquinhas contrastando com sua pele morena , os bicos eram lindos e tavam durinhos como facas afiadas, não resisti e resolvi chupar ! chupei, chupei, chupei muito, e vi os bicos duros cada vez mais duros... livrei seu corpo totalmente da blusa e desci chupando tudo no caminha da xotinha até chegar no umbigo, me concentrei ali, metendo a língua e fazendo movimentos circulares, esperando q ela acordasse e compartilhasse do tezao que era só meu! Mas o único sinal de vida que ela me mandava eram arrepios pelo corpo...
Resolvi descer até a xaninha alagada dela, levantei mais sua saia e passei a morder e lamber sua buceta por cima da calcinha, aquele cheirinho de buceta melada me enloquece, puxei a calcinha de lado e um fio de baba da buceta foi junto com a calcinha... louco de tesão, caí de boca e chupei e lambi o quanto pude... pentrava minha língua fundo na xota e sentia as contrações na minha língua, e o gosto delicioso daquela bucetinha apertadinha... chupava os lábios da buceta com força e sentia o clitóris enrrigecer-se na minha boca, nesse momento o corpo dela se contorcia e ela erguia os quadris como se quisesse ser penetrada pela língua... com o pau já muito duro , resolvi ir mais mundo naquela delicia que tava babando de tesão!, dormindo como estava, aquele mulherão tava muito pesado... me ajeitei no sofá, pus suas pernas nos meus ombros e vi meu pau se enterrando e sumindo naquela buceta ... o barulho de melado que fazia me deixava pirado, tava adorando fuder aquela mulher maravilhosa enquanto ela dormia!! Dava um ar de estupro, já não queria que ela acordasse, passei a bombar com grande velocidade, como um cachorro quando trepa numa cadela... o suor escorria, seus seios balançavam, o barulhinho de melado, eu chegava a tirar e botar o pau inteirinho dentro dela, metia com muita vontade e até com uma certa violência... aí ouvi ela sussurrar baixinho: - to gozandoooooo! Vi seu corpo se arrepiar e sua buceta contrair com força meu pau, o tesão era imenso pra eu parar naquele momento! GOZEI!!! Gozei muito, e com muita força!! Gozei vendo ela morder os lábios e chupar a propria língua!! Gozei em espasmos fortes, longos, gozei tudo dentro dela!! Bem no fundo daquela xota! Meus quadris prosseguiam bombando inconscientes depois de tanto gozo, a cebeça da pica doía... eu caí sobre ela exausto e molhado de suor, sentir seus braços me enlaçando e seus bicos dos peitos ainda duros contra os meus...
Adormecemos assim...

No domingo pela manhã fui despertado por ela (Ana) repetindo a chupada que ela havia feito horas atrás.
Aí tive a certeza que apesar de ela estar bêbada, estava muito consciente do que fizera!!
Desejei pra ela um bom dia, mas ela me interrompeu dizendo: - cala a boca! , o único som que quero ouvir de sua boca são seus gemidos!! Nossa ! que tesão me bateu!! Dessa vez eu não me deixou gozar!! Tirou o resto da roupa, e ficou ajoelhada no sofá com o rosto pra parede e a bunda bem empinada, e me puxou pra me posicionar atrás dela, quando tava posicionando pra enterrar de novo naquela xota, pra minha surpresa, ela pegou meu pau começou a pincelar o buraquinho do cu! Imaginei: ora!! Se o marido não deixava ela nem chupar um pau, seguramente aquele cuzinho nunca tinha vista uma pica!
Voltei com força a enterrar na xota, fazendo ela e conseqüentemente me melar junto, baixei e chupei com tesão aquele cuzinho, tentava penetra-lo com a língua, mas era muito apertado pra isso... levantei e atendi seus pedidos pra que eu fizesse dela mulher. Comecei a forçar mas a cabeça grande do meu pau dificultava, aí falei pra ela parar de tentar sugar meu pau com o cu e fazer o contrario, tentar expelir!! Ai sim senti a cabeça enterrando dilatando aquele cu... o corpo dela tremia e ela me xingava de desgraçado e que eu tava rasgando ela em duas bandas...
Mas finalmente e pau entro até a metade e comecei a movimentar num vai e vem e cada vez mais lubrificado, a dor que ela e que também eu sentíamos passou a ser prazer, só prazer!! Segurei seus peitinhos e passei a bombar com força e rapidez e ela pedindo pra q eu gozasse q ela não tava agüentando de dor!! Via sangue no meu pau e resolvi parar!! Ela se voltou pra mim e disse:
- se vc parar agora eu mato vc!! Me fode porra!! Rasga meu cuzinhooooooo!!!
Ouvindo isso, eu enterrei o Maximo quepude e comecei a gozar com estocadas fortes, gozei muito!! Ficamos grudados como cachorros depois da trepada..., algum tempo depois fui tirando o pau de dentro e vi escorrer porra e sangue entre suas pernas... eu sentei no sofá e ela entre minhas pernas... ficamos abraçados um tempo... com versamos um pouco e depois fomos tomar banho...
Depois que ela se vestiu, veio até mim pra se despedir e só aí ela veio e me beijou!!
Saiu em seguida, a rua tava deserta, fiquei na varanda olhando ela entrar em casa, e nesse momento percebi feliz da vida que não havia sido só mais uma trepada, eu havia ganho uma amante!!

Isso aconteceu na semana passada, e até agora to esperando uma nova oportunidade de te-la de novo !!!

Espero que gostem e mandem suas opnioes!!
;)</description><link>http://contos.galinhas.com.br/hetero/trepei-minha-vizinha-bebada/</link></item><item><title>COM O PINTO NO MEU SORVETE</title><description>
Há muito tempo não escrevo, mas estou colocando agora meu terceiro conto.
Obrigado pelos votos que me deram nos outros dois, que podem serem vistos no pé desta página
Bom, eu estava ainda com 16 anos de idade, quando este fato que vou narrar aconteceu.
Eu era mais loiro e tinha cabelos grandes. Tinha também uma pele bonita, como de mulher, mas em nada demonstrava ser gay, eu até namorava para camuflar minhas preferências.
Meu nome Rogerinho, é fictício, mas a história é real, e confesso que me excita relembrar estes fatos.
Havia mudado para minha rua, um garoto chamado Lucas. Ele tinha os cabelos pretos, mas a pele bem branquinha. Era muito bonito e tinha as pernas bem grossas e belas. Gostava de agarrar no gol e num instante, se entrosou com a turma, e já era o goleiro do nosso time. Eu fiquei cheio de pensamentos eróticos, mas com o passar do tempo, percebi que seria impossível qualquer relação sexual com ele, pois era machão e preconceituoso, e como eu, era muito tímido.
Lucas era filho único, e sua mãe, que era uma mulher muito bonita, acabou ficando grande amiga de minha mãe. Isto fez com que nossas famílias se aproximassem bastante e consequentemente eu e Lucas nos tornamos grandes amigos também.
Minha amizade com Lucas cresceu tanto, que por fim, eu já não sentia mais tesão por ele, pois, o cara tinha uma relação respeitosa comigo, nem se quer trocava de roupa na minha frente, e eu nem curiosidade, tinha mais de vê-lo nu. Viramos irmãos, que pena!...
Eu tinha esse segredo comigo, de ser gay, e tinha vontade de compartilhar isto com alguém, já que os únicos garotos que sabiam, eram aqueles poucos meninos, com quem, eu havia transado, como relatei nos contos anteriores. Seria legal contar isto para uma pessoa que fosse meu amigo de confiança e não houvesse nenhum interesse sexual. Resolvi então contar para o Lucas.
Aquilo que eu achei que estava sendo bom para mim, um desabafo, foi horrível. O cara ouviu minha história com um semblante de visível constrangimento. Então, depois deste dia, Lucas se afastou um pouco de mim, acho que ele tinha medo de levar uma cantada. Ele e seus pais eram do interior, uma família preconceituosa.
Senti no inicio seu afastamento, mas procurei não me abalar e seguir a vida. Eu era um garoto muito educado e carinhoso com todo mundo, e dono de muita sensualidade. Todos gostavam de mim e passei a me dedicar a outras amizades.
Lucas já não ia mais a minha casa, e só nos víamos na hora do futebol. Com passar dos dias, grande parte de nossa turma foi se distanciando também do garoto, devido seu jeito caretão, a ponto de seus pais ficarem preocupados.
Bom, depois de um tempo, acho que a ficha caiu, e o cara percebendo seu isolamento, resolveu dar uma mudada geral.
Lucas agora era outro, conversava qualquer assunto, vestia melhor, tomava cerveja com a gente, eliminou o puritanismo. E nos voltamos aquela grande amizade, mas não tocávamos no assunto das minhas experiências homossexuais. Tudo bem, pensava eu, que estava muito feliz com a volta do meu amigo Lucão, isto que era importante.
Certo dia, eu tinha recém chegado de uma temporada na praia, e estava com um bronzeado bonito, os meninos me enchendo de elogios e querendo falar comigo, já que eu tinha ficado um tempo longe deles. Estávamos todos no centro do campo de futebol, antes de começar um de nossos treinamentos, sentados no chão num animado bate papo.
Eu estava com um calção bastante largo, de modo que aparecia um pouco de minha bundinha, apesar de estar de cueca por baixo. Percebi então que o Lucas estava olhando. Nem acreditei que isto estava acontecendo. Um outro garoto se sentou entre nós, e notei o cara chegando mais para o lado, para não perder a visão do meu bumbum. Èh, realmente o Lucas estava mudado, pensei. Ele estava arrumando o pinto, que deveria estar ficando duro àquela hora.
Fiquei realmente feliz de ver este garoto me desejando, mas acho que agora já era um pouco tarde para ele conseguir alguma coisa comigo, pois eu já o olhava com outros olhos.
Porém, no fundo eu senti um pouco de tesão, mas não moveria uma palha para que algo acontecesse entre nós, aliás, nem queria que acontecesse.
Poucos dias depois, durante um jogo treino, eu fiz uma falta um pouco feia em um colega nosso que era do outro time. Seu Luis, nosso treinador, que apitava o jogo, não gostou e me expulsou, me mandou pro chuveiro, assim a gente falava. Eu fiquei nervoso e comecei a discutir com seu Luis. Nisto vem o Lucas, que agarrava no nosso gol, e grita com seu Luis em minha defesa, parece que sabendo que também seria mandado pro chuveiro. Não deu outra, foi expulso, juntamente com mais um outro colega nosso, o Julio, que também entrou na discussão.
Saímos os três para o vestiário e eu já estranhava o Lucas ter entrado na briga, ou ele queria estar sozinho comigo no vestiário, fato até que não deu certo, pois tivemos a companhia do Julio, ou isto fazia parte de suas mudanças, já que ele não era de briga.
No vestiário existiam os chuveiros coletivos, abertos, que tinham 4 duchas lado a lado, sem divisórias, que eram os que eu gostava, claro. Havia também os chuveiros fechados, individuais, que eram os que o Lucas gostava de usar, eu jamais havia visto o cara pelado. Até a ultima peça intima ele só tirava quando se fechava neste chuveiro.
Naquele dia o Lucas fez diferente, começou a se despir na minha frente e eu já imaginava, devido suas mudanças que até a cueca ele tiraria ali perto de mim, e depois entraria em seu chuveirinho. Então comecei a ficar nervoso, como se aquele meu já banido desejo, estivesse voltando. Julio, ao nosso lado, já exibia sua nudez que, aliás, eu mais que conhecia, pois nos estávamos sempre no chuveiro coletivo. Eu já tirava minha roupa bem lentamente, tomado por uma aflição que me surpreendia. Eu não poderia olhar aquela cena, pelo menos fixamente, mas o cara fez questão de ficar bem na minha frente e eu acabei presenciando, talvez a mais bela nudez que passava por aquele vestiário. Ele tinha um pau bem grande, não gigante, mas maior do que o meu, que o do Julio, e da grande maioria dos meninos do time. E era grosso também, mas era bem branquinho como o dono e tinha uma pelagem negra, como seus cabelos, mas era rala, e curiosamente bem lisa. Já a cabeça do pau era muito vermelha, intensa como seus lábios. A pele do pinto estava com suas dobrinhas puxadas para traz, denunciando que haviam sido arregaçadas pouco antes, para aquela exibição.
E era isto que o Lucas estava fazendo, se exibindo para mim. Queria que eu ficasse com tesão, que eu o desejasse. E o danado conseguiu, eu fiquei de pau duro na hora. Mas eu não queria demonstrar isto para ele, tinha medo de perder sua amizade, já que ele dizia sempre ser contra o sexo entre homens. E aquilo que estava acontecendo, ele podia estar apenas me testando. Ou ele em tão pouco tempo teria mudado até esta maneira de pensar?
Lucas então saiu, e para minha surpresa, entrou no chuveiro coletivo, onde já estava o Julio, e me gritou:
- Vem Rogerinho, a água está boa.
Eu não poderia ir, estava de pau duro, e sei que não abaixaria por nada. Eu teria que pensar numa solução rapidamente. Resolvi então ir embora. Apenas tirei a chuteira e calcei um tênis. Inventei uma desculpa para eles. Disse que tomaria banho em casa, e que queria pegar meu pai, ainda antes que ele viajasse.
Lucas me olhou decepcionado, sem entender minha atitude, apenas me olhou nos olhos, depois sorriu suavemente. Talvez tenha entendido sim...
Depois deste dia comecei a perceber que o garoto queria realmente estar sozinho comigo em um lugar onde pudesse rolar alguma coisa. Eu também já queria, só que não queria que partisse de mim, para ele nunca poder me dizer um dia, que eu virei sua cabeça. Mas também, agora já estava mesmo disposto a facilitar as coisas, quando a oportunidade surgisse.
Um dia, estavam a mãe do Lucas e minha mãe em minha casa muito atarefadas, pois a noite iria haver barraquinhas, ou seja, festa junina em nossa rua, e as duas estavam incumbidas de preparar algumas guloseimas. Era ainda de tarde, as duas ficariam até a noite fazendo este serviço, quando Lucas liga para sua mãe, dona Regina. Os dois conversam um pouco, até que dona Regina me chama perguntando:
- Rogerinho, o Lucas quer saber se você pode ir lá em casa ajudá-lo a fazer as bandeirinhas, é para enfeitar a rua hoje a noite.
Antes de eu responder, minha mãe chega já me intimando a ir, pois eu ainda não tinha ajudado em nada para a festa. E dona Regina completa:
- O Lucas está dizendo que comprou um quilo de sorvete pra vocês.
Então fui eu, pensativo, curioso, e um pouco nervoso para casa do cara.
Quando lá cheguei, fomos direto pra seu quarto, que estava uma bagunça, muito papel picado, colas, barbante, tudo espalhado, e um balaio cheio de bandeirinhas já com barbante, prontinhas. Lucas estava de bermuda e uma camisa desabotoada, mostrando seu belo peito, largo com alguns pêlos começando a nascer. Mas estava todo sujo, cheio de cola nas mãos e braços, denunciando que havia trabalhado muito por ali. Em suas faces rosadas, havia muito cansaço e uma alegria “maliciosa” com minha chegada. E foi logo dizendo:
- As bandeirinhas já estão prontas, eu quero que você me ajude a enfeitar a rua. Lá fora já tem um bocado de gente trabalhando na decoração. Muitos outros também vão levar bandeirinhas, teremos muito trabalho.
Lucas morava numa casa muito bonita, e seu quarto que era enorme, tinha banheiro, mesa, sofasinho, e geladeira pequena. Tinha uma janela grande que dava para rua, de onde já se podia ver o pessoal trabalhando na decoração.
- Então vamos logo!
Disse eu, já pegando o balaio com as bandeirinhas.
Lucas então, tomou o balaio de minhas mãos e explicou.
- Calma, apressadinho! Primeiro tenho de tomar um banho, estou cheio de cola. Enquanto isto, você vai tomando do sorvete que comprei na padaria. Está na geladeira, você mesmo se serve. Ah, lá tem também uma garrafinha de plástico amarela com calda de chocolate, foi mamãe que fez, uma delicia.
Lucas então trancou a porta do quarto, que eu estranhei um pouco e entrou em seu banheiro que ficava que ficava neste mesmo quarto. Apenas encostou a porta do banheiro sem trancar. Lá de dentro, brincou maldosamente:
- Quer vir também?
- Obrigado, já tomei banho.
- Que pena... Deixe um pouco de sorvete pra mim!
“Que pena?” Fiquei pensando, “cachorrinho”... Se ele insistisse um pouco mais eu até lhe acompanharia no banho. Por um momento fiquei viajando em minha imaginação. Ele estava ali peladinho a poucos metros de mim...
Então peguei o sorvete na geladeira, até sem estar muito afim, mas isto iria distrair meus pensamentos. Coloquei o sorvete em um pratinho e peguei a calda, colocando tudo em cima de uma mesinha alta de estudar. Sentei no sofá de dois lugares e puxei a mesinha para perto. Debrucei-me nela e comecei a tomar lentamente o sorvete, mais concentrado em meus pensamentos do que no sorvete. “Como eu desejava aquele garoto”.
Depois de um tempo, Lucas saiu de toalha do banheiro, e logo um gostoso cheiro de sabonete invadiu o quarto. Lucas estava muito feliz, e subitamente, tira a toalha ficando pelado, e começa a esfregar nos cabelos, nos braços... Eu continuei tomando meu sorvete tentando disfarçar minha emoção, mas minhas pernas estavam bambinhas.
Lucas então começou a brincar, me provocando:
- E aí Rogerinho, gostou?
- De que? Do sorvete? Gostei, claro, não precisava se incomodar.
- Não cara, - retrucou ele - do meu pinto que estou falando, não é bonito?...
Eu apenas sorri, fiquei meio envergonhado, mas respondi:
- Vai se vestir, doidão, o pessoal está esperando a gente.
O Lucas sorria, mas estava com uma cara diferente, de malandro. E começou a mexer no pinto, e me olhava para ver se eu estava olhando. Eu abaixava a cabeça fingindo estar interessado apenas no sorvete, meu coração estava disparado com aquele tamanho de homem nu na minha frente. Apesar de ele só ter 16 anos. E o cara não parava, agora chegando mais perto de mim, com aquele pau maravilhoso nas mãos, que estava mole, mas mesmo assim, era quase do tamanho de sua mão. Eu já sentia o calor do seu corpo próximo de mim e o nervosismo me consumia. Ele então falou baixinho em meio a um sorriso contagiante:
- Fala verdade cara, não é um belo cacete? Você já viu igual?
Eu fiquei meio sem fala, sem saber o que responder ou fazer com aquele pau a pouco mais de um palmo do meu nariz. Eu olhei timidamente e espantado para aquele, realmente belo membro, e vagarosamente fui levantando minha cabeça e olhando para seu rosto.
Ele me olhou, olhou o sorvete e surpreendentemente, pegou o pinto e pôs em cima do meu sorvete.
Aquilo foi bom, porque eu comecei a rir e consegui me relaxar, e ele ria também. E nos ficamos igual bobos, rindo daquilo. Ai eu falei.
- Cara você é doido... Pôs o pau no meu sorvete...
Ele respondeu baixinho:
- O que tem isso? Meu pau está limpo, acabei de tomar banho.
E a gente riu mais ainda.
Então, eu vendo aquele cacetão em cima do meu pratinho de sorvete, peguei a garrafinha com calda de chocolate e fui colocando em cima do pau dele.
Ele vendo aquilo arregalou os olhos e falou:
- Cara veja o que você fez...
Então eu falei:
- Não se preocupe, não fique com raiva eu vou limpar...
Nesta hora seus olhos brilharam, ele pensava um mundo de coisas.
Eu então fiquei procurando algo, um pano talvez, para limpar aquilo. Seria minha chance de tocar no pau dele. Como não achei nada, pequei minha colher mesmo e comecei a raspar a calda de chocolate que cobria seu pinto. Ele olhava aquela cena, cheio de tesão, pois seu pau começava a endurecer.
Eu estava com a colher cheia de calda na mão e fiquei procurando um lugar para pôr aquilo. Então, eu olhei para ele e subitamente, levei a colher a minha boca.
Os olhos do Lucas agora brilharam mais ainda e sua respiração era mais forte. Era como se eu acendesse o sinal verde.
Então, com uma cara de quem estava com medo de ser advertido, falei humildemente com ele:
- O que tem isso? Você não falou que o pinto está limpo?
Lucas agora não conseguia mais se conter. Seu pau estava duro como pedra. E ele em pé a minha frente, segurou minha cabeça com as duas mãos puxando-a para junto de seu pau, ainda um pouco lambuzado de chocolate. Com muito tesão começou a falar por entre os dentes:
- Claro que está limpo, mas não precisa de colher... Lambe ele diretamente... Isso, coloca ele todo na boca... Mais,mais, ainda tem chocolate...
Eu comecei a lamber seu pau limpando toda calda.
Lucas enfiou aquele cacete bem grosso em minha boca, forçando muito até chegar em minha garganta. Ia fazendo um vai e vem, ora devagar, ora mais rápido. Depois passou a mão no pratinho com a calda, e com ela toda lambuzada passou em seu saco e mandou eu lamber. Com a outra mão limpa, forçava minha cabeça junto a seu saco. Depois passava mais no pau, na cabeça do pau, fazendo eu lamber todinho.
Eu estava devorando aquele menino, que pra mim, era feito de chocolate.
Então ele começou a enfiar seus dedos na minha boca, queria que eu limpasse tudo. E passava os dedos em meus dentes, na minha língua, como se tivesse examinando minha boca. Depois tirava os dedos de dentro dela e voltava a colocar o pau. Ai voltava a enfiar o dedo em minha boca que já estava com o cacete dele. E forçava a enfiar mais dedos ainda, numa boca já bem preenchida com um pau muito grosso, fazendo-a ficar bem arreganhada. Quando ele me viu gemendo com tanto desconforto, tirou tudo de dentro e me empurrou para trás, me fazendo deitar no sofá, e em seguida deitou em cima de mim.
Ai ele esticou o braço, e com sua mão que já estava limpa, enfiou de novo no pratinho de calda, quando então, eu murmurei baixinho:
- Chega de chocolate...
Mas ele não me deu ouvido. Começou agora a passar a calda na minha cara. Passou na testa, no nariz, no queixo, nos lábias, no rosto. E vendo minha cara em total descontentamento, ele disse:
- Não seu preocupe, agora eu faço questão de limpar...
E começou a me lamber. E ia me lambendo como se fosse um gato limpando o outro.
Lambeu o rosto, o nariz, o queixo e foi chegando aos lábios... Eu fechei a boca firme com os lábios bem unidos, e ele começou a passar a língua ali.
Eu sinceramente, tinha hora que não acreditava que era o Lucas que estava comigo, ele era muito preconceituoso.
Então ele foi forçando sua língua por entre meus lábios, até eu me relaxar e ceder. Caímos num delicioso beijo, que eu confesso, não estava nos meus planos. Beijamos muito, e loucamente.
Lucas começou a tirar minha roupa e me levou para cama dele, aquele minúsculo sofá não dava pra fazer muita coisa.
Ele me fez deitar em sua cama com a bunda pra cima, e começou a agarrar minhas nádegas, a beijar e apertar como um louco, já até me machucando. E falava:
- Ah, como eu sonhei com esta bunda... Como eu queria esta bunda só pra mim...
Ai ele enfiou o dedo no meu cu, e foi forçando. Eu dei um grito bem alto de dor, e ele continuou, parecia que estava doido. Eu tive que segurar seu braço firme e xingar mesmo. Ameacei ir embora, ele parecia apavorado sem controlar seu tesão.
Ele então me pediu desculpas e disse que teria mais calma. Pegou seu cacete e pôs na entrada do meu cuzinho, mas se preocupava bastante em abrir bem minhas nádegas com suas enormes mãos. Eu fiquei ate com um pouco de medo dele, e pedia toda hora pra ir devagar. Ele começou a empurrar seu pau pra dentro devagar, mas com firmeza, pondo força e soltando o corpo em cima de mim.
Eu senti a cabeça do seu pau abrindo meu cu, como se estivesse me rasgando, estava doendo muito. Coloquei as mãos para trás tentando conte-lo um pouco, mas ele segurava meus braços e empurrava mais ainda. Senti seu cacete deslizando para dentro, como se fosse me partir ao meio. Dei um grito sufocado junto ao travesseiro para não sermos ouvidos e ele me comprimia todo na cama, deixando seu peso sobre mim.
Agora seu cacete estava todo enterrado no meu cu, pois eu já sentia suas bolas tocando minhas coxas. Quando ele viu que estava tudo dentro, ele voltava um pouquinho, como se fosse tirar e empurrava de novo com mais força, me fazendo parecer sentir seu pau bater em meu estômago. Eu não sabia se iria agüentar aquilo por muito tempo.
Então ele continuou neste ritmo, estocava vigorosamente, me fazendo gemer de dor e lhe suplicando para que parasse. Não poderia ser, meu educado amigo Lucas, com aquela carinha de anjo, que estava ali, me arrombando como um cavalo, sem dó nem piedade.
Comecei então a sentir seu pau pulsando em minhas entranhas, e o jato forte de seu leite, me inundava por dentro, acompanhado de um gemido longo de prazer. Ele gozou demoradamente e me apertando em seus braços, desejava que aquele momento não terminasse mais.
Depois deste dia, transamos muitas outras vezes, mas sempre sem compromissos sério entre nós. Quando Lucas casou, transamos muito um dia antes do casamento. Seria nossa despedida. Mas na verdade não foi. No primeiro ano de seu casamento, realmente não houve nada entre nos, mas no segundo... Só que mais uma vez, Lucas daria uma mudada em sua vida, e desta vez ele transou passivo comigo. Coisa que nunca tinha feito, mas que foi muito legal. Isto eu contarei em outro conto, aguardem... Votem neste conto!
Até breve!</description><link>http://contos.galinhas.com.br/gays/com-o-pinto-no-meu-sorvete/</link></item><item><title>Iniciando na faculdade e na vida</title><description>Iniciando na faculdade e na vida.

No conto passado contei como perdi minha virgindade, neste vou contar como foi a primeira vez que tirei um cabacinho.
Era começo do ano letivo na universidade, aqui da região é a maior e todos os anos no campus em que eu estudava entravam por volta de 240 alunos. Como muitos já devem saber, a primeira semana é dedicada ao trote com os calouros, era meu terceiro ano na faculdade de comunicação, sempre haviam bixos (com X mesmo) e bixetes (as moças) que gostam da brincadeira, alguns(as) que querem ser mais engraçadinhos e outros que não deixam nem brincar.
Bom, a garota que vou contar aqui era do tipo engraçadinha, cheia de artimanhas e uma delícia, magrinha, com peitinhos médios e uma bunda maravilhosa.
Ela começou a ir p a faculdade no 2º dia, pintaram ela toda, e como já disse antes, era engraçadinha, então em determinado momento ela pegou um pouco da tinta e do catchup que estava em seu rosto, ou braço sei lá e passou em algum veterano, que não gostou muito da idéia, e aproveitando que havia chovido a pouco tempo, os canteiros das avenidas estavam todos embarreados, sendo assim, ele a jogou no canteiro e a sujou com terra, muita terra, ou melhor, lama.
Quando foi por volta das 21 horas, acabou o pedágio e levamos os bixos e bixetes ao boteco, afim de conferir a grana e encher a cara de cachaça, essa garota que estava toda suja ficou quietinha, triste no canto, porque percebeu q ela havia se ferrado mais. Vendo isso, fiquei com pena e a levei até o banheiro a fim de tirar um pouco da sujeira que ela tinha.
Limpei o rosto dela, aí pude ver o quanto era linda sem terra e tinta na cara, comecei a beijá-la, limpei seus braços e percebi que ela tinha terra no peito também, fiz menção de tirar sua blusinha, o que não foi impedido, joguei a blusinha na pia do banheiro e começamos novamente a pegação, mas sem ela deixar pegar nos seios dela.
Ela terminou de tirar a terra dos seios e lavou a blusinha, colocou molhada mesmo e voltamos para a bagunça. Tomamos muita cachaça e quando foi por volta de 1h fui levá-la embora na frente da casa dela a coisa foi um pouco mais quente que no boteco, com direito a chupões no peito dela, mas ela dificultou um pouco e não quis liberar no carro, até porque sua mãe poderia sair e nos ver ali, mas para compensar ela me bateu uma punhetinha, gosei ela entrou e fui embora.
Dia seguinte, ela já era protegida minha, então somente eu a pintaria, q fiz bem de leve para que ela pudesse “trabalhar” no pedágio. E por volta das 21h tudo se repetiu (boteco, contagem da grana e cachaça), porém, esse dia fomos embora mais cedo, no caminho para a casa dela ficava uma pequena empresa de minha propriedade, que havia falido faziam 2 meses, não tinha entregado as chaves ainda e paramos lá para continuar a brincadeira.
Entramos, já havia uma das salas que tinha um colchão já que eu e meu sócio sempre levávamos alguma mina para lá. Ali começamos a nos beijar e eu passava a mão em tudo que conseguia, fui beijando e lambendo sua orelha, descendo para o pescoço, mamei aqueles seios deliciosos, durinhos, beijei muito aquela barriguinha perfeita e quando fui tirar sua calça ela não permitiu de início, mas nisso foi a vez dela judiar um pouco e repetiu tudo o que eu havia feito com ela, só não tirou minha calça, porque não quis.
Demos um tempo, peguei uma cerveja na geladeira, tomamos e recomeçamos, dessa vez mais a solta ela permitiu que eu tirasse sua calça, mas como ela estava desde cedo com aquela roupa, resolvi não arriscar em chupar a chavasca dela. Subi beijando-a e como ambos já estávamos desnudos fui logo colocando a piroca pra dentro daquela grutinha, que até então não sabia que jamais havia sido explorada, ela começou a gritar e pedir para parar, o que obviamente não foi atendida fui enfiando devagar, mas sem parar, ela gritava me arranhava e eu metia e o cabaço foi estourado com certa dificuldade e quando percebi que havia rompido por completo parei um pouquinho e sem tirar de dentro comecei a beijá-la com muito carinho, até porque era muito bom beijar aquela boquinha linda.
Perguntei se havia passado a dor e ela disse que passou um pouco, então comecei a bombar alternando hora lentamente hora mais rápido, até o fundo e ela gemendo muito dizendo para não parar mais que estava muito bom. Nesse entra e sai fantástico gosei muito naquela xana que também gosou no meu pau, deitamos e ficamos nos beijando por uma meia hora, até que começamos tudo de novo, comi ela de quatro, de lado, ela por cima ela por baixo, comi o cu dela, era muito bom. Comi sem camisinha mesmo, aliás, até hoje só usei camisinha com putas, ou seja, umas duas ou três vezes.
Comi-a na sexta e no sábado, na segunda já estava com outra, até porque aquele período era p comer as calouras mesmo e não para namorar. Ela saiu da faculdade depois do primeiro mês porque não agüentou ver o cara que tirou o selo dela cada semana com uma hehe. E eu não dei a mínima, idiota.

Logo tem mais.
</description><link>http://contos.galinhas.com.br/hetero/iniciando-na-faculdade-e-na-vida/</link></item><item><title>O primeiro menino na nova cidade</title><description>O primeiro menino na nova cidade

Após minha primeira estória contando como foi minha iniciação (Inocência perdida), passo a contar como as coisas se sucederam na nova cidade.
O fato era que eu já estava viciado em levar uma rola no cuzinho. Gostava muito de sentir meu buraquinho de menino sendo fodido. Meu “professor de 13 anos” me ensinara muitas coisas sobre sexo ou pelo menos aquilo que ele sabia melhor do que eu. Nunca revelei nosso segredo a ninguém e tivemos muitos momentos de extrema felicidade, embora, às vezes, eu achasse que os outros meninos desconfiassem de mim.
Nova cidade, novo bairro cheio de garotos, nova escola, a vida seguia em frente, mas eu já me incomodava com a vontade de ser enrabado de novo.
Eu estava com 8 anos, meu corpo se desenvolvia, minha bunda estava mais arrebitada e rechonchuda que nunca e, embora eu agisse como um garoto “normal” (não era afeminado e nem agia como um viadinho), não demorou para que os outros moleques começassem a fazer comentários a respeito de como eu tinha um traseiro gostoso e essas coisas todas. Era corriqueiro levar passadas de mão e encoxadas, mas eu me mantinha firme e procurava não dar bandeira sobre meus desejos mais profundos. Eu tinha sido bem instruído pelo meu mestre quanto ao modo de agir na frente de outros meninos. Então sempre que um moleque vinha com aquelas brincadeiras eu revidava ou fingia ficar irritado para manter as aparências, de modo que não desconfiavam que na verdade aquilo me dava um enorme tesão.
Passaram-se os meses, eu já tinha feito alguns amigos e nada tinha acontecido ainda.
Um belo dia, um garoto chamado Zé Paulo de 14 anos que era amigo do meu irmão mais velho foi procurá-lo em casa, mas ele não estava e ficamos os dois conversando. O papo foi evoluindo e eu percebia que vez ou outra o cara esfregava o pinto, o que atraia o meu olhar. Ele usava uma bermuda um pouco apertada o que demonstrava o volume que aos poucos se formava dentro dela. Era ele tocar no cacete e meus olhos imediatamente seguiam seu movimento. Claro que não demorou para o Zé Paulo perceber meu “incômodo” e foi levando o papo para o lado que ele queria. Perguntou se eu sabia brincar de troca-troca e eu respondi que não, então ele me disse que se eu quisesse ele poderia me mostrar. Eu quis saber como era aquela brincadeira e ele me explicou que primeiro ele colocaria o pinto na minha bunda e depois eu colocaria o pinto na bunda dele. Quando ouvi aquelas palavras meu cuzinho piscou de desejo e eu nem vacilei para topar brincar com ele. Ele reagiu com um sorrisinho maroto e sugeriu que fôssemos procurar um lugar para brincar.
Lugares escondidos eram o que não faltavam, pois havia muitas casas em construção (o bairro estava se desenvolvendo) e também muitos terrenos com mato relativamente alto que serviriam de esconderijo para esse tipo de brincadeira. Saímos dali e nos dirigimos a um terreno próximo onde ninguém poderia nos ver.
Achamos um lugar ideal e quando Zé Paulo tirou a bermuda, saltou para fora um pinto bem maior que aquele com o qual eu estava acostumado (devia ter uns 16 cm e era um pouco grosso, com uma cabeça grande e vermelha). Meus olhos brilharam ante aquela visão e ele percebendo meu êxtase pediu para eu pegar nele. Sem qualquer pudor agasalhei aquela carne dura com minha mão pequena. Estava quente e babava um líquido transparente. Instintivamente comecei uma punheta de leve naquele mastro o que foi suficiente para a pergunta dele: “Você já pegou num cacete antes né?”. Meio sem graça por ter sido desmascarado respondi que sim e contei a ele sobre minha experiência anterior. Seu rosto ficou iluminado de felicidade e então ele disparou: “Você gosta muito de rola?”. Respondi que gostava e sentia muita vontade de pegar numa fazia muito tempo, mas ainda não tinha tido coragem e ele era o primeiro garoto do bairro para quem eu fazia aquilo. Ele me disse: “Então chupa seu pirulito porque eu sei que você deve gostar também”. Sem vacilar abocanhei a cabeça do caralho que pulsava na minha frente e como já tinha alguma experiência, comecei a chupar com todo o cuidado para não raspar os dentes. Seu caralho era um pouco grande para minha boquinha pequena, mas eu me esforçava para proporcionar prazer para aquele machinho delicioso. Ele elogiava: “Nunca um viadinho me chupou tão gostoso. Desse jeito vou querer sempre”. Não respondi nada, pois tinha a boca ocupada e não pretendia parar de chupar, já que sentia tanto tesão naquilo. Após algum tempo mamando, ele me pediu para parar senão ele acabaria gozando e estava a fim de fazer outras coisas comigo. Ele falou: “Bom, eu te chamei para fazer troca-troca, mas na verdade eu quero mesmo comer seu cuzinho. Deixa eu enfiar em você?”. “Claro que deixo”, respondi tremendo de tesão. “Você ta viciado em pinto. Vou te comer tão gostoso que você vai querer sempre meu cacete enterrado em você. Tira toda a roupa e fica peladinho que eu quero ver o meu troféu”, ordenou. Fiz como ele mandou e ele elogiou muito o que viu: “Nossa, caralho! Que bundinha maravilhosa você tem! Quero ficar horas metendo nesse cuzinho delicioso. Fica de quatro pra mim fica!”. Fiquei de quatro na sua frente, arrebitando bem o traseiro e expondo meu buraquinho o máximo possível. Ele se aproximou e começou a me lamber. Aquela sensação nova eu não conhecia e fui às nuvens com aquele cunete. Meu corpo tremia a cada passada de língua. Quanto mais metia língua mais eu me entregava a ele e percebendo meu bem estar, perguntou: “Acha que vai agüentar meu pau dentro do seu cu?”. Respondi: “Acho que sim apesar de ser grande e grosso”. Ele cuspiu várias vezes no próprio pinto e passou bastante saliva no meu furinho. Encostou a cabeça da rola começou a pressionar. Eu reclamava um pouco da dor, ele passava mais saliva, me segurava firme pela cintura e voltava a tentar enfiar aquele cabeção dentro de mim. Tentou e tentou até que conseguiu fazer passar pelo anel. Eu vi até estrelas e gemi um pouco mais alto. Ele pediu silêncio para que ninguém nos ouvisse e continuou forçando até estar metade dentro de mim. Lágrimas rolavam pelo rosto, mas eu não estava disposto a perder a chance de levar novamente uma rola na bunda, de modo que agüentei como pude e fiz o possível para receber aquele pedaço de carne delicioso no rabo. Agora eu já sentia seus pentelhos encostando nas polpas da minha bunda e suas bolas batendo nas minhas próprias bolas. Ele se movimentava devagar até eu acostumar com todo aquele volume me penetrando e rasgando e aproveitava para dizer umas barbaridades:” Caralho! Nunca meti num cu tão gostoso. Você tem mesmo que dar esse rabinho de ouro. Moleque como sua bunda é generosa. Engoliu toda minha piroca. Ta tudo atolado!”. Eu não dizia nada, só ouvia e gemia no compasso do vai-e-vem que estava me proporcionando um prazer imenso. Sentia arder por dentro, mas nem de longe queria que ele parasse. Zé Paulo não parou, continuou aumentando aos poucos seus movimentos. Agora eu já não sentia mais dor alguma, só mesmo tesão de estar invadido de novo por trás e como eu gostava daquilo. Sentir o caralho alojado lá dentro, entrando e saindo, rasgando e fazendo arder de prazer. Eu estava nas alturas. Depois de uns 20 minutos me fodendo, ele estocou bem forte meu cuzinho e gozou sua porra quente dentro de mim, gemendo e urrando de prazer.
Eu já sabia que ele tinha me inundado de porra, mas nem me preocupava, pois estava acostumado a levar esses jatos quentes que eram o meu prêmio por ser obediente.
Saciado, ele se sentou ainda sem a bermuda e com o pau meio amolecido. Eu me sentei de frente para ele e começamos a conversar. “Obrigado por deixar eu meter em você. Levanta e deixa eu ver uma coisa”. Levantei, ele me colocou de costas para ele, abriu minhas nádegas e foi conferir o estrago que seu pinto tinha feito. “Seu cuzinho ta arrombado, mas acho que eu não machuquei você. Ta doendo muito?”. Sentei-me novamente à sua frente e respondi: “Ta ardendo um pouco, mas depois passa. É que seu pinto é muito grande. Nunca tinha experimentado desse tamanho”. “Você gostou?”, ele quis saber. “Gostei e quero fazer de novo quando você quiser”. “Você ta viciado mesmo em levar no rabo né sua bichinha. Pode deixar que eu vou querer comer sempre. Essa sua bunda merece um cacete todo dia. Não esquece que esse vai nosso segredinho, se contar pra alguém a gente se ferra”. “Pode deixar que eu não vou contar. Eu sei o que pode acontecer se meu pai souber disso”.
Ficamos ali ainda algum tempo, eu completamente pelado, ele sem bermuda, conversando sobre o que faríamos na próxima vez, quase sussurrando para não alertar nossa presença ali.
Depois de um tempo resolvemos que era melhor nos vestir e sair dali pra não chamar a atenção.
Alguns dias depois nós teríamos uma nova trepada, mas contarei como as coisas aconteceram em outra oportunidade.
Os fatos relatados aqui são reais e aconteceram há muito tempo.
Comentários são bem vindos: ca.brasil2007@hotmail.com.</description><link>http://contos.galinhas.com.br/gays/o-primeiro-menino-na-nova-cidade/</link></item><item><title>Estuprado pelo Colega de Trabalho</title><description>
Eram quase 7 da noite quando saí do trabalho, pronto para ir pra casa ver a minha mulher. Um dia quase normal. Quase, por que quando eu estava ligando o carro, chega o Jorge, todo folgado, e bate no meu vidro perguntando se eu ia passar pela Vila Mariana. Fiquei contrariado, afinal nunca tive muito assunto com o cara, mas concordei e ofereci a carona.
Jorge deve ter uns 35 anos (11 a mais que eu), é divorciado e tem uma incorrigível pinta de folgado que sempre me irritou. No caminho, ambos puxamos uns poucos assuntos, e eu sempre sentindo aquele ar de garotão superior que me deixava puto. Tão puto que fiquei surpreso, ao deixá-lo em frente a seu prédio, quando me convidou pra subir.
Não, Jorge, não precisa, estou com pressa - respondi. Entre. - ele insistiu - Sei que não é dia de visitinhas (era terça-feira), mas eu preciso de uma ajuda e queria aproveitar que você já está aqui. Fiquei mais puto ainda, mas fui. Eu sabia que tinha coisa aí. Na certa o computador dele estava com algum problema (ele era péssimo nisso, todo mundo sabia) e ele ia me encher o saco pra arrumar tudo.
Foi só entrar na casa dele e veio a surpresa. Jorge trancou a porta e me puxou pelo braço. Que é isso, meu? Que é isso meu o cacete! - ele respondeu, enquanto me segurava pelos dois braços cara a cara com ele - Agora somos só nós dois, e eu vou te dar o que você está querendo há muito tempo. Não entendi nada, o cara ali me segurando, de frente pra ele, me falando aquilo. Eu não tinha o que fazer. 24 anos, 1,74m, 70kg, nada afim de brigar, e o cara com aquela pinta de molecão de praia, 35 anos, maior que eu, me segurando assim. Só fiquei quieto, olhando. Isso, viadinho. Fica quietinho que quem manda aqui sou eu - ele disse.
Fiquei estático. Que papo era esse de viadinho? O cara vai me bater, vai me matar, sei lá. Jorge começou a tirar a minha camiseta, depois me empurrou pra longe, mandando: Vai. Tira a roupa, viadinho. Pra que isso, Jorge? O que você vai fazer? Me deixa ir embora. À esta altura, já estava implorando, mas a ordem dele era firme, e diante daquele olhar de macho raivoso não tive escolha. Quando olhei de novo pra ele, já peladinho, vi uma pica grande, grossa e dura pra fora, e só ouvi a voz: Chupa!
Hesitei por quase uma eternidade, mas quando o ouvi repetir, com mais força - Chupa, viadinho! - tive que obedecer e, trêmulo, aproximei minha boca daquela vara. Nunca tinha feito aquilo. O cheiro da gala dele estava me dando nojo, mas não tinha jeito, então pus a boca e comecei a chupar.
Chupa, putinha tesuda, chupa, era o que ouvia enquanto abocanhava aquele monstro e fazia o máximo possível para não mordê-lo, pois estava com medo e afim de que isso tudo terminasse o mais cedo possível. Não conseguia acreditar. Eu, o macho de casa ali, ajoelhado na frente de um folgadão, mais velho do que eu, chupando pica e ouvindo sacanagem. Era muita humilhação. Não sabia se chorava, se reagia, se fugia, se cedia. Só voltei à realidade quando, bombando forte e segurando a minha cabeça, Jorge gozou. Nessa hora, como que para me humilhar ainda mais, ele puxou a pica bem pra beirada do meu lábio e encheu a minha boca de porra. Vai, putinha gostosa, toma a porra de macho que que é disso que você gosta. - ele dizia, entre aqueles gemidos de macho gosando gostoso. O gozo, a porra, aquele gosto forte na boca, na hora, me deixaram chocado, mas algo em mim mudou. Fiquei estático, parecia até que eu tinha gostado, e quando ele tirou a pica, num reflexo, engoli toda aquela porra.
Fiquei ali, olhando pro chão, de joelhos, pensando em tudo aquilo, enquanto ele foi tirando a própria roupa. Era um trintão, sem dúvida, mas tinha um corpo bem feito, masculino, sem excessos. Fiquei ali, olhando aquele peito, aquelas coxas grossas, aquele pau meia-bomba, quando ele abaixou, me puxou pelo braço e me virou de costas, já me encoxando.
Vem cá, putinha - ele dizia. Não, Jorge, por favor. - eu suplicava - Não quero. Quer sim, putinha, você sabe que quer - dizia ele, bem no meu ouvido. Por favor... não - falando mais pra mim mesmo do que pra ele. Vai, putinha - mandou - enquanto me jogou no sofá, me deixando já de quatro. Agora você vai ver o que é bom.
Meu medo triplicou, quando senti uma cuspida no cuzinho. Jorge colocou a camisinha rápido, na pica que já estava dura de novo, e foi colocando devagar. Eu gemia baixo - de dor - e isso parecia excitá-lo ainda mais. Só que aquela pica quente estava fazendo eu me sentir estranho. Muito estranho. Senti meu cu todo rasgado, quando ele terminou de meter, mas naquele tempinho em que ele ficou parado, dentro de mim, meu pau começou a subir, e eu fui ficando todo mole.
Tá gostando, né viadinho? Não disse? Relaxa agora. Você já tá marcado. Depois de hoje, você não vai conseguir ficar sem pica, e vai lembrar pra sempre da minha pica, que inaugurou esse rabinho gostoso, e de mim, que te transformei no viadinho que você é agora. Na primeira mexida de Jorge, já não resisti, e soltei um aaaaaaaaaiiii tremendo de prazer, um prazer que nunca sentira antes. Aquele corpo, aquele homem, aquela pica, destruiram a minha masculinidade. Ele enfiava e tirava bem devagar, gemendo forte, e grave, um gemido de homem que me hipnotizava, como o gemido do gozo anterior, na minha boca.
Eu gemia, também, mas estava mole, e meus gemidos saíam afetados, meio femininos, meio afeminados. Lembrava daquela vara na minha boca, do gosto de homem, do gosto de porra, e me excitava ainda mais. Agora estava ali, nu, de quatro, apoiado no sofá dando a bunda pra um cara. Dando a bunda! Não éramos amigos, não estávamos apaixonados, eu não era afetado, afeminado ou feminino de qualquer forma, mas aquele cara folgadão decidiu me comer e estava ali, me comendo, como comeria sem pudor qualquer das menininhas que pagavam pau pra ele. Agora eu entendia, finalmente, o que era um homem, que sabe o que quer, que toma o que quer, que faz o que quer. Ele queria minha boca, queria minha bunda, me queria viadinho pra ele, e me fez. Eu só sentia aquela vara deliciosa entrando, e saindo, e entraaando, e ouvia meus gemidinhos escaparem, e rebolava minha bunda, procurava aquela pica com minha bundinha, me deliciando com o barulho daquela foda que só um homem de verdade sabe dar. A pica ia, e vinha, e ia, e vinha de novo, rápido, e as mãos de Jorge me seguravam firme, pelos quadris, e eu apoiado, apoiada, sei lá, no sofá, delirando, gemendo, rebolando, sem gozar, mas num orgasmo que não tinha mais fim.
Jorge metia, metia fundo, metia rápido. Quando largava meus quadris, me dava um tapa na bunda, estalado, que só me excitava mais ainda, ou então me puxava pelos cabelos (curtos), colava nossos corpos e me xingava, bem no meu ouvido, sem parar de me foder.
Já nem sabia há quanto tempo estava ali, viado, nua, feminina, puta, sendo usada, abusada e estuprada por aquele macho lindo, tesudo e caralhudo, gemendo e me entregando, quando gozei. Foi um orgasmo forte, intenso. Nunca gozei tanto e com taaaanto prazer assim. Rebolava naquela vara feito uma louca. O cara era insaciável. Esfriei, parei de gemer, fiquei preocupado, com remorso, puto, mas ele continuava metendo, me dando tapas, me xingando, e meu frio pós-gozo não tinha espaço, perante à autoridade de macho do Jorge. Ele me puxou pelos cabelos, mais forte dessa fez, e me ordenou. Geme, sua puta! Obedeci e gemi. Eu era dele, não tinha jeito. Rebolei, gemi, e mesmo mole eu sentia que era aquilo que eu queria. Jorge acelerou os movimentos, gemeu mais forte, cravou aquela pica maaaravilhosa em mim e gozou, gozou feito um doido, e desabou sobre mim.
Fiquei ali, de quatro, apoiado no sofá, com um puta macho atolado no meu cu, largado em cima de mim, cheio de remorso e de tesão. Aquilo era uma foda, que foda, a foda. Fui estuprado, dominado, transformado. Entrei naquele apartamento homem, e saí de lá um viadinho.

***

Este conto é fictício, e é parte de uma fantasia minha, mas muitos dos trechos de foda são reais e parte de algumas fodas que eu já tive. Nunca tive uma foda dessas, sou casado e como a minha mulher sim. Tenho 24 anos, 1,70m, 70kg, moro em São Paulo e queria conhecer um cara que me comesse gostoso, como um viadinho gosta de ser comido. Se estiver interessado mande e-mail.

Meu e-mail: oursecretbr@yahoo.com.br </description><link>http://contos.galinhas.com.br/gays/estuprado-pelo-colega-de-trabalho/</link></item><item><title>A CUNHADA DO MEU IRMA</title><description>A CUNHADA DO MEU IRMÃO

TENHO 45 ANOS CASADO PAI DE 2 FILHOS,A CUNHADA DO MEU IRMÃO VALQUIRIA HOJE CASADA MÃO DE 2 FILHOS E EU SOU PADRINHO DE 1 DELES.
VALQUIRIA TEM 35 ANOS 1,60 DE ALTURA 55 KG, TENDO UM CORPO MUITO ATRAENTE, SEIOS LINDOS ,PERNAS BEM TORNEADAS E UMA BUNDA PRA BRASILEIRO NÃO BOTAR DEFEITO.MAS TUDO COMEÇOU A MUITO,MUITO TEMPO ATRAS
QUANDO MEU IRMÃO COMEÇOU A NAMORAR.
SUA NAMORADA QUE AGORA E ESPOSA PASSOU A FREQUENTA
MINHA CASA E COM ELA TAMBEM SUAS IRMÃS GEMEAS, VALQUIRIA E VALDETE, NA EPOCA COM 13 ANOS. EU TINHA 21 E LOGO FIQUEI BEM IMPRECIONADO COM A BELEZA DAS GEMEAS EMBORA VALQUIRIA SEMPRE ME CHAMOU MAIS A ATENÇÃO, PELO SEU JEITO DE OLHAR E DE PROVOCAR DESDE MENINA.VALQUIRIA COM 13 ANOS JA NAMORAVA MARCOS UM GAROTO DA MESMA IDADE.TRES ANOS MAIS TARDE TIVEMOS
O FALECIMENTO DE UM CONHECIDO, E NO VELORIO FOI QUE
SEM INTENÇÃO ME VI AS 2 HRS. DA MADRUGADA SOZINHO COM VALQUIRIA DENTRO DE UM CARRO NO ESTACIONAMEN-
TO DE UM CEMITERIO, VALQUIRIA AGORA COM 16 ANOS LINDA NÃO PUDE DEIXAR DE ELOGIAR SUA BELEZA E FUI CORRESPONDIDO COM UM SORRISO. PARTI PRA CIMA E PUDE SENTIR O GOSTO DAQUELA BOCA QUE EU TANTO DESEJAVA ,MINHAS MÃOS PERCORRIAM TODO AQUELE CORPO
E QUANDO ENFIEI A MÃO POR BAIXO DO VESTIDO TOQUEI
AQUELA BUCETINHA JA TODA MELADINHA DE TESÃO PECHEI A
ALÇA DO VESTIDO E AQUELE PEITO PULOPRA FORA DURINHO
LINDO E CAI DE BOCA MAMANDO AQUELA TETA COMO UM BEBE
ESFOMEADO,TIVEMOS ESSE MOMENTO DE DOCE LOUCURA INTERROMPIDO POR ALGUEM QUE NOS CHAMAVA PARA IRMOS EMBORA. DEPOIS DESSE DIA NOSSOS OLHARES SEMPRE SE CRUZAVAM MAS NÃO TROCAVAMOS UMA PALAVARA
SOBRE O ACONTECIDO. OS ANOS FORAM SE PASSANDO ME
CASEI E FUI MORAR EM UMA CIDADE DO INTERIOR BEM PROXI
MA DE SÃO PAULO E SO VIA VALQUIRIA NAS FESTA DE FIM DE ANO, ELA CASARA-SE COM MARCOS O NAMORADINHO DA INFACIA. FESTINHA DE ANIVERSARIO DE UM DE MEUS FILHO
TODA FAMILIA REUNIDA E O CASAL MARCOS E VALQUIRIA
VIERAM TRAZER SEU FILHINHO , ADORARAM O LUGAR TANTO
QUE CERCA DE 90 DIAS MARCOS HAVIA COMPRADO CASA NO
MEMSO BAIRRO E MINHA SURPRESA FOI AINDA MAIOR QUAND
O DESCOBRI QUE IRIAMOS SER VIZINHO MORANDO NA MESMA RUA, PASSAMOS A NOS VER COM FREQUENCIA TODOS
OS FINAIS DE SEMANA CHURRACO, ANIVERSARIO CAFEZINHO,
ATE QUE MNE TORNEI CUMPADRE A AMIZADE DOS CASAIS ERA
PERFEITA , O ENTROZAMENTO DE VALQUIRIA E CAMILA (MINHA ESPOSA ) ERA PERFEITO, AMIGAS PRA TODA OBRA.
FOI QUANDO CERTO DIA MARCOS TEVE UMA CRIZE E FUI ACOMPANHA-LOS ATE O HOSPITAL, MINHA ESPOSA TINHA FICADO COM AS CRIANÇAS EU VALQUIRIA E MARCOS A CAMINHO DO HOSPITAL, LA CHEGANDO MARCOS FOI LOGO
ATENDIDO EU ESTAVA DEPOIS DE ANOS NOVAMENTE SOZINHO
COM AQUELA MULHER, CONVIDEI PARA TOMAR CAFE E RODANDO OS CORREDORES VI UMA PLACA FECHADO PARA REFORMA , MEU PENSAMENTO FOI COMO GOSTARIA DE LEVA-LA PARA LA MAS DEVO TER PENSADO ALTO POIS ELA ME DISSE
E O QUE FARIA COMIGO LA PEGUEI EM SUA MÃO E FUI EM DIREÇÃO A SALA ABRI A PORTA E ENTREAMOS O LUGAR TODO
BAGUÇADO REFORMA MESMO, FUI BEIJALA ELA ME EPURROU
E SEM FALAR UMA PALAVRA SE QUER SE AJUELHOU ABRIU MINHA CALÇA PUCHOU MEU PAU E ABOCANHOU COM UMA SEDE QUE EU NÃO IMAGINAVA , ELA MAMAVA COMO UMA PROFICIONAL TENTEI TIRALA DALI MAS ELA NÃO SAIU FICOU
MAMANDO E MAMANDO ATE QUE EU ESPLODISSE TODO O MEU
GOZO EM SUA BOCA , E ELA BEBEU TODO O MEU LEITE SEM
DEIXAR UMA GOTA CAIR, GUARDOU O MEU PAU E PEDIU PARA SAIR QUIZ FALAR E LA SIMPLISMENTE DISSE VAMOS.
QUANDO SAIMOS DA SALA DEMOS DE CARA COM SEU MARIDO
SENTADO EM UMA CADEIRA DE RODA E JA ATORDOADO PELOS MEDICAMENTOS CREIO EU PERGUNTOU O Q FAZIAMOS ALI?
ELA DISSE QUE AVIAMOS NOS PERDIDO ENTRADO EM LUGAR ERRADO.
MARCOS FICOU INTERNADO. SAIMOS DALI E SEM TOCAR NO ASSUNTO ME DIRIGI DIRETO PRO PRIMEIRO MOTEL QUE VI
ELA NÃO FALOU NADA. ENTRAMOS, E JA NO QUARTO ELA FOI
TIRANDO A ROUPA E MOSTRANDO TODO AQUELE CORPO LINDO DESTA VEZ PECHEI-A PARA PERTO E BEIJEI AQUELA BOCA GOSTOSA E EM POUCOS MINUTOS ESTAVAMOS EM UM
69 DELICIOSO ONDE EU LAMBIA AQUELA BUCETA DE CIMA A
BAIXO CHEGANDO NAQUELE CUZINHO QUE ERA O MAIS TESUDO QUE JA HAVIA VISTO, COLOQUEI ELA DEITADA E FUI PENETRANDO MEU PAU NA BUCETINHA QUE ERA PEQUENA MAIS LOGO PUDE VER QUE ERA MUITO PROFUNDA , SOCAVA MEU PAU ORA COM MUITA FORÇA ORA BEM LENTAMENTE E
ASSIM FICAMOS POR UNS 20 MINUTOS ATE QUE EU GOZASSE
POIS ELA JA TINHA GOZADO VARIAS VEZES, CAI DE LADO E
PEGUEI NO SONO SO ACORDANDO QUANDO SENTI MEU PAU SENDO SUGADO NOVAMENTE E ELA CHUPAVA MUITO E QUANDO MEU PAU JA ESTAVA EM PONTO DE BALA , ELA FICOU
DE QUATRO CUSPIU EM SUA MÃO E PASSOU NO CUZINHO
PRONTAMENTE ME LEVANTEI E ELA ME DISSE QUE NUNCA TINHA
TIDO CORAGEM DE DAR PARA O MARCOS E QUE EU TOMASSE
CUIDADO, NÃO FALEI NADA SO FUI COLOCANDO MEU PAU
NO RABINHO BEM DEVAGAR ELA GEMIA DE DOR OU PRAZER
QUANDO A CABEÇA PASSOU ELA DEU UM GRITO E SUSPIROU
NÃO AGUENTEI MAIS E FUI EMPURRANDO ATE QUE ENTRO INTEIRINHO, COMECEI O VAI E VEM E NÃO DEMOROU MUITO
ENCHI O CUZINHO DELA DE PORRA. TOMAMOS UM BANHO E SEM FALAR NADA SAIMOS , CHEGANDO EM CASA ELA PEGOU SEUS FILHOS E FOI PRA CASA.


SE VC GOSTOU DE SEU VOTO
E PODE ESPERAR QUE NÃO PAROU POR AI </description><link>http://contos.galinhas.com.br/hetero/a-cunhada-do-meu-irma/</link></item><item><title>Primeira aula de uma Puta</title><description>Primeira aula de uma Puta...

Primeira aula de uma puta...

Eu Dri e o Má sempre tivemos um namoro aberto e liberal, praticamos sexo oral, anal, fazíamos de tudo um pouco, mas só eu e ele entre quatro paredes (ele já tinha tido muitas outras aventuras, eu não). Em certo dia ele começou a me falar algumas fantasias que ele gostaria de realizar comigo, e aquilo me deixou louca, cadê vez mais excitada, fazendo com que eu gozasse só de ouvir. Um dia ele me confessou que queria fazer sexo na rua, para que todos vissem a minha boceta e o meu cuzinho e visse o quanto eu era fogosa, achei que ficaria só na fantasia. Mas não demorou muito e ele me convidou para sair, só que eu teria que sair vestida como ele queria;
- Vc tem que ir de mini saia, sem calcinha, de baton e esmalte vermelho.
Imagine eu que nunca tinha se quer imaginado a pintar a minha unha de vermelho, imagina sair sem calcinha. Achei meio louco, mas confesso que fiquei toda excitada. Fomos a um lugar muito legal, tomamos um vinho, namoramos bastante, ele falou um monte de sacanagem no meu ouvido. Saímos de lá e fomos ver as putas trabalhando, e ele confessou que o sonho dele era me transformar numa puta. Tomamos mais uma batida e fomos embora, no caminho ele ia me falando muitas coisas maliciosas, e enfiava a mão entre as minhas pernas, acariciando meu clitóris, quando dei por conta eu também estava acariciando aquele pau maravilhoso e enorme. Achei que iríamos para casa, quando ele parou em uma rua meio deserta, e foi logo me atacando, nos beijamos muito, estávamos enlouquecidos de tanta excitação, trocamos muitas caricias, ele abriu o zíper e colocou para fora o seu pau, não agüentei, comecei a fazer uma oral nele, daquelas que só se vê um filme, bem devagar, passando a língua na cabeça, no saco, o colocava todinho na boca e ficava mexendo com a língua, enfim uma coisa bem delicada, sem pressa nenhuma, quando percebi estava toda molhada de excitação, de vez em quando passava algumas pessoas a pé ou de carro, disfarçávamos, mas não paramos, ele me colocou de um jeito no banco do carro, e como eu estava sem calcinha, ele levantou a minha saia e começou a me chupar com tanto gosto, chupava mesmo, enfiava a língua lá dentro, tipo beijo de língua. Eu urrava de excitação, ele mordia meu clitóris, prendia o com os dentes e passava a língua, sugava-os para dentro da sua boca, dava lambidas que vinham do meu cuzinho até o umbigo, eu gozei 2 vezes sendo que a primeira foi enorme de tanto excitação que eu estava, e o pau dele + duro do que nunca, uma rocha, ele abriu a porta do motorista saiu para fora e falou fica de quatro no banco, não pensei duas vezes. Em seguida debrucei no banco e com a bunda virada para ele, que não resistiu e meteu a língua em meu cuzinho, e eu fiquei fazendo movimentos circulares com sua língua. Deu uma lambida, que foi do meu cuzinho até a nuca e para dar essa lambida, teve que se levantar e aproveitando o ensejo seu pau com mira telescópica bateu direto em minha boceta, só que ele não quis enfiar direto, ele falava:
- É assim que se come uma puta, bem devagar
Colocou a cabeça e segurou com sua mão, pois eu morrendo de tanto tesão forçava a bunda para trás para entrar tudo, ele pediu calma e foi colocando bem de leve, e foi enfiando lentamente fazendo movimentos com seu quadril, para direita e para esquerda e eu também o acompanhava rebolando. Quando entrou até o fim, ele abraçou minha cintura e apertou para entrar tudo até as bolas Foi o melhor orgasmo da minha vida, e com o pau dele todinho dentro de mim, começou a me comer de verdade, pegava em minha cintura e puxava em direção a seu pau, acariciava meus seios, puxava meus cabelos como uma rédea, me chamava:
- Potranca, cadela , puta...
Eu fiquei louca, e gozei novamente. Tirou o pau latejando de minha boceta todo lubrificado pelos meus orgasmos e colocou seu pau dentro do meu cuzinho, e foi empurrando para dentro bem de leve , ai sim eu fiquei louca, ele sabe que eu adoro dar o cu, e com os dedos dentro da minha boceta tocando uma sirica. Conseguiu enfiar até o fundo. Só que lentamente, eu rebolava forte e estava gostando, quando chegou a hora de ele gozar, abraçou-me pela cintura, apertou-me com tanta força e gozou, senti aquela porra quente dentro de mim, foi maravilhoso, ficou lá dentro ainda um tempo.
Depois de nos ajeitarmos, ele me disse:
- Esta foi sua 1° aula de puta, vou te transformar em uma puta maravilhosa...
E conseguiu...
Não paramos de fazer loucuras, mas isso eu conto depois, quem gostou desse relato nos escreva para trocarmos experiências ou quem sabe algo mais.........
Má & Dri..............galois.rene@hotmail.com
</description><link>http://contos.galinhas.com.br/hetero/primeira-aula-de-uma-puta/</link></item><item><title>EU CARLINHOS E O PADRE</title><description>EU CARLINHOS E O PADRE

Quase não consegui dormir naquela noite depois de todos os acontecimentos na casa paroquial ( FUI CONFESSAR E COMI O PADRE). Tinha sido um tesão enorme comer o padreco, e agora eu já me sentia homem de verdade, afinal tinha comido alguém pela primeira vez e queria mais. Meter era muito bom. Na manhã seguinte fui chamar o Carlinhos com a desculpa de jogarmos bola mas na verdade queria dar as minhas bolas pra ele, mas sabia que ele não iria ir muito além do que já tínhamos feito, que era pegar no meu pau, deixar eu passar a mão na sua bunda e no máximo dar umas encochadinhas. Jogamos um pouco e perdi de propósito a primeira para dar motivação a ele, que ficou dizendo que ia me encochar e eu teria que bater pra ele. Ganhei as duas seguintes e com isso o ganhador era eu. Como estávamos jogando na minha casa e sabia que meus pais tinham saído, levei ele pro meu quarto pra ele pagar a aposta. Mal entrei no quarto já fui sarrando ele que pedia pra eu parar mas meu pau tava num tesão só. Tirei minha roupa e fiz ele pegar mo meu pau, mandei ele tirar a bermuda dele e ficar de costas e deixar eu enfiar meu caralho entre suas pernas mas não havia como realmente meter naquela bundinha que me enchia de tesão. De tanta esfregação e tesão acabei gozando nas cochas dele e fiquei passando a cabeça molhada no reguinho dele, que rebolava mas não sedia. Disse a ele então que no dia anterior tinha ido me confessar e que o padre tinha dito que aquelas brincadeiras eram normal na nossa idade mas que precisaríamos ir os dois confessar com ele quando acontecesse novamente, e como seria uma confissão dupla teria que ser na casa paroquial. Ele ficou meio assustado e com medo do que o padre iria dizer mas consegui acalma-lo. Combinamos de ir no final da tarde quando eu sabia que o padre estaria lá e sozinho. O tempo demorou a passar e meu pau ficava latejando só de imaginar como tudo aquilo iria acabar. Por volta das 5 horas passei na casa dele e fomos pra casa paroquial. Carlinhos continuava com medo e fui conversando com ele dizendo que ele ia acabar gostando de confessarmos juntos, que o padre era legal e que ele não iria se arrempender. Chegamos na casa e o padre ao me ver sorriu maliciosamente eperguntou se tínhamos ido nos confessar, Eu disse que sim e que o Carlinhos iria confessar junto. Os olhos do padreco viado brilharam e mandou que entrássemos. Repetiu o mesmo ritual. Mandou sentarmos no sofá e foi buscar um suco. Eu sabia que na realidade além de pegar suco ele ia tirar a roupa e ficar só de batina. Quando ele voltou pude notar que havia um volume por baixo dela, o que significava que ele também já tava com tesão. Sentou-se entre nós e pondo uma mão na perna de cada um de nós disse pra ficarmos tranqüilos e falarmos tudo e que nada seria dito fora daquela casa. Olhou pro Carlinhos e perguntou se ele queria falar primeiro. Ele fez sinal que não com a cabeça ainda assustado e pediu que eu contasse primeiro. Sem ter tirado as mãos de nossas pernas e agora já alisando a minha chegando bem próximo do meu pau pediu que eu falasse. Disse a ele então o que tínhamos feito pela manhã e ele olhava pro Carlinhos perguntando se era verdade. Carlinhos gaguejando confirmou e o padreco pediu pra que nós mostrássemos como tinha sido. Carlinhos ainda mais apavorado e com medo do padre disse que tinha vergonha. Então o padre disse que ele então iria fazer de conta que era Carlinhos e era pra ele ir dizendo se era daquele jeito que tínhamos feito. Já cheio de vontade de pegar num caralho o padre me pediu pra ir mostrando nele como tinha sido. Disse que tínhamos tirado a roupa e o padre começou a tirar a minha. Meu pau tava duro como pedra e quando Carlinhos viu meu estado achou que o padre iria acabar com a gente. Ma pegando no meu cacete com muita vontade o padre perguntou se era daquele jeito. Não pude deixar de gemer com o toque daquela mão que eu já conhecia e disse entre gemidos que era. O padre perguntou ao Carlinhos a mesma coisa e ele com os olhos arregalados confirmou. O padre então pediu a ele que pegasse também porque aquilo era normal na nossa idade e pegando na mão dele colocou no meu caralho. Nossa... ter duas mão ao mesmo tempo no meu pau me levou as nuvens. Eu gemia. O padre tirou a mão dele e começou a tirar a roupa do Carlinhos que não fez nenhum movimento de recusa. O padre dizia pra ele ficar calmo que tudo aquilo era normal e pegou no cacete do Carlinhos que começou a endurecer. O Padre fazia movimentos leve de vai e vem no pinto dele e dizia pra ele fazer o mesmo comigo. Carlinhos começou a relaxar e gostando de estar sendo tocado pelo padre começou a fazer em mim os mesmos movimentos que recebia. Eu já não estava agüentado mais de tesão e queria meter no cuzinho do padre que até aquele momento ainda estava com a batina. Perguntou ao Carlinhos se estava bom e com a afirmação dele disse que iria ficar ainda melhor, e abaixando a cabeça colocou o pau dele na boca. Carlinhos gemeu de tesão. Tirando a boca o padreco disse a ele que fizesse o mesmo em mim e me pediu pra levantar sua batina. Ali estava novamente aquele rabo que eu havia comido no dia anterior e que queria comer novamente. Comecei a acariciar aquele rabo enquanto o padre forçou a cabeça do Carlinhos no meu pau. Ele me chupava e punhetava enquanto fazia o mesmo no Carlinhos. Comecei a dedilhar o cuzinho do padre que estava ficando cada vez com mais tesão. Perguntei a ele onde estava o gel e sem tirar o pau do Carlinhos da boca apontou pra gaveta. Carlinhos não entendeu nada mas já estava envolvido pelo clima de tesão e se contorcia com as chupadas que levava e me chupava ainda com mais vontade. Lambuzei o rabo do padre e pedi pro Carlinhos passar o gel no meu pau. Ele quis saber pra que e o próprio padre respondeu que era para dar mais tesão pra todos nós. O padre ficou de quatro na minha frente e pediu pro Carlinhos ajudar meu pau entrar nele. Carlinhos lambuzou meu caralho e foi direcionando ele pro cuzinho do padre, que rebolava e pedia pra eu meter gostoso como no dia anterior. Carlinhos ficou segurando meu pau enquanto eu ia enterrando ele no padre, que gemia e rebolava de tesão. Ele pediu pro Carlinhos ficar na frente dele que queria chupar o pau dele enquanto era comido por mim. Eu já não agüentava mais e estava a ponto de gozar. O padre começou a chupar o Carlinhos e pegando passando gel no dedo começou a acariciar o cuzinho do Carlinhos. Fui aumentando minhas estocadas enquanto ele aumentava a intensidade das chupadas no Carlinhos que foi relaxando o cuzinho até que o padre enfiou seu dedo nele. Foi o dedo entrar naquele cuzinho e Carlinhos gemendo de prazer encheu a boca do padre de porra. Com a gozada do Carlinhos o tesão do padre foi a mil e seu cu começou a piscar com força no meu pau que começou a inchar dentro daquele cu e explodir num gozo maravilhoso. Eu continuava estocando aquele rabo jogando cada vez mais porra dentro dele, e com porra sendo jogada ao mesmo tempo em seu cu e na boca o padre gozou sem nem tocar no seu pau..Ficamos alguns instantes engatados assim e ninguem perdia o tesão. Pedi pro Carlinhos vir tirar meu caralho daquele rabo gostoso e quando ele ficou a meu lado comecei a acariciar sua bunda. Agora ele não reclamava e enquando eu passava meu dedo em seu reguinho e procurava seu buraquinho ele dizia que meu pau era muito grande e devia ser difícil de agüentar. O padre com a voz ainda cheia de tesão disse que era maravilhoso ter um caralho entrando no cu e nada era difícil se feito com carinho. Disse que o pau dele também era bonito e devia ser muito gostoso também. Que se ele deixasse eu brincar no seu cuzinho ele deixaria o Carlinhos meter nele. Carlinhos imediatamente se posicionou atrás do padre mas ele disse que queria ver a carinha do Carlinhos comendo um rabo pela primeira vez. O Padre deitou de costas no chão e ficando de frango assado pediu pro Carlinhos fuder ele gostoso. Meio desajeitado mas cheio de tesão ele foi se enfiando entre as pernas do padre que com a mão direcionou o pau pra portinha de seu cu e pediu pra ele meter com vontade. Como aquele rabo estava totalmente lubrificado de gel e com minha porra que escorria pelas cochas do padre, o pau do Carlinhos deslizou todinho pra dentro. O padre gemia e rebolava. Vendo aquela cena toda e com todo tesão que tinha em comer o cu do Carlinhos passei mais um pouco de gel no meu caralho e lambuzei o anelzinho do Carlinhos. Ao sentir o gelado do gel no rabo Carlinhos olhou pra traz e percebeu o que iria acontecer. Com cara de muito tesão e sem parar de socar o pau no padre, pediu pra que eu fosse carinhoso com ele. Aquelas palavras foram a ordem que eu esperava. Pedi a ele que ficasse enterrado no cu do padre que eu iria colocar me cacete no seu cuzinho ainda virgem bem devagar, pra doer o mínimo possível. Comecei a pincelar aquele cuzinho com a cabeça e fui forçando aos poucos. Para me ajudar o padre ficava piscando seu cu no cacete do Carlinhos e dizia pra ele que ele iria adorar ter meu pau latejando dentro do seu cu. Carlinhos relaxou um pouco o rabinho e enterrei meu pau todo de uma só vez. Ele gritou de dor mas para que não saísse de baixo de mim soltei meu corpo sobre ele enquanto o padre segurava ele no seu cu. Ficamos alguns segundos assim e comecei a bombar seu cuzinho. Carlinhos começou a gemer mas agora de tesão e no meu embalo ele bombava o rabo do padre que gemia e pedia mais. Urrando de prazer o padre gozou na barriga do Carlinhos e com os movimentos do gozo do padre acabou gozando dentro daquele rabo. Como eu ainda não tinha gozado pedi ao Carlinhos pra ficar de quatro, o que ele fez rapidamente. Levando a mão pra traz colocou meu pau no seu cuzinho e pediu pra fuder ele como ele fudia o padre, que a essa altura já se posicionara por baixo do meu saco e lambias minhas bolas querendo engolir cada uma delas. Com os gemidos do Carlinhos, as lambidas do padre no saco e o tesão que eu tinha naquele rabinho não demorou muito e gozei novamente agora naquele rabinho, que a partir daquela tarde passou a ser meu e que comi por muito tempo, as vezes sozinho e as vezes com o padre, até o dia que fomos flagrados pelo outro morador da paróquia...</description><link>http://contos.galinhas.com.br/gays/eu-carlinhos-e-o-padre/</link></item><item><title>Seduzida na cadeia</title><description>Seduzida na cadeia

\" Tudo começou quando meu marido foi transferido para o RJ. Estávamos casados a 4 anos e temos um linda filha de 4 anos. Somos do interior de SP e seria a primeira vez que iriamos morar num grande centro, era provisório, apenas 2 anos, mas eu estava apreensiva, não sabia como seria ficar longe da família e dos amigos por tanto tempo, porém, como boa esposa que era, segui meu marido sem vacilar. Ele estava com 35 anos e esta era a grande oportunidade para ele se aprimorar profissionalmente e voltar para nossa cidade com um cargo e salário melhor. Eu estava com 26 anos, não trabalhava, apesar de ser formada em adm. de empresas, apenas cuidava de nossa filha e da casa. Meu marido é claro, tem 1,75m da altura, um pouco calvo mas não aparenta a idade que tem, está em ótima forma física. Eu sou loira, cabelos lisos pouco abaixo do ombro, 1,70m de altura, antes de casar era um pouco magra, mas depois da gravidez, foi cesariana, fiquei com o corpo que sempre desejei: seios de médio para grande (é a alegria de meu marido!); bumbum arrebitado; coxas roliças e grossas; a cintura modelei com muito exercício na academia para combinar com o maravilhoso corpo que o casamento e a gravidez me proporcionaram; minha pele é bem clarinha com os pelinhos também loiros e de rosto sempre fui bonita, com nariz arrebitado e lábios carnudos. Se antes já despertava a atenção por onde andava, agora então..... Isso causou o surgimento de um pouco de ciúmes por parte dele, nada grave, apenas ele passou a perceber alguns olhares mais maliciosos em minha direção, principalmente em minha bela bunda e nos abundantes seios e eu me divertia com a situação e o acalmava na cama. Nossas relações ficaram mais constantes e eróticas, pois eu fiquei mais desinibida. Ele foi o primeiro e o único homem de minha vida, nunca tive nada de mais sério com qualquer outro, a não ser aqueles amassos com os namoradinhos, porém eu nunca deixava chegar ao final de fato, eu sempre tive domínio da situação. Meu marido teve que ser muito paciente comigo, pois eu tinha me guardado e não era experiente e também não tinha tanto tesão por causa disso. Me sentia atraida por ele mas nunca cheguei a nenhum orgasmo pleno, ele também não era muito experiente, eu sabia de algumas namoradas que ele tinha tido, todas de familia como eu. Apesar disso eu o amava muito e tivemos uma filha maravilhosa. Bom, eu fiquei mais extrovertida, sempre com um sorriso nos lábios, estava adorando os olhares maliciosos que os homens da rua me lançavam, mas nunca me passou pela cabeça em trair meu marido. No RJ, até para economizarmos dinheiro, fomos morar num apto humilde, bem afastado do centro e consequentemente da praia, cedido pela empresa que ele trabalha. A empresa fica na zona sul, região central, isso o obrigava a acordar muito cedo, pois tinha que ir de ônibus para economizar. Ele preferia deixar o carro comigo, pois eu tinha que levar nossa filha para a escola, também paga pela empresa. Era uma escola sensacional, mas eu não gostei muito porque era de período integral. Apesar disso eu sabia que seria bom para ela e que eu estava apenas com receio de ficar só - eu a levava as 9:00 e ia buscá-la por volta das 17:00. O resto do tempo me dediquei a cuidar do apto, leitura e alguns passeios pelos pontos turísticos. Apesar de ser bem comunicativa não tinha feito muitas amizades no prédio, a maioria dos moradores era de pessoas simples, até conhecer Julia. Ela também era nova no prédio e nos conhecemos numa segunda-feira, por acaso, dentro do elevador. Ela estava com algumas compras e me ofereci para ajudá-la, no que ela aceitou. Levamos as compras para seu apto e ela me convidou para entrar, tomar um refresco e conversar um pouco. Ela era uma morena simpática, tinha 24 anos, mas aparentava um pouco mais de rosto, de corpo era bem carioca: seios médios e firmes; bumbum arrebitado e tinha uns 1,65 de altura. Fizemos amizade rápidamente, pois ela também era bem extrovertida. Contei-lhe tudo sobre mim, ela me falou dela, que trabalhava a noite toda, não perguntei onde, perguntei se ela tinha algum namorado, caso ou algo parecido, ela ficou séria e disse que tinha um homem, mas ele estava preso há uns 6 meses. Me espantei e ela percebeu, tratando de me acalmar disse que estava morando lá provisoriamente até seu homem resolver seus problemas com a justiça, que era um bom homem e estava lá injustamente. Estranhei, mas procurei não incomodá-la com mais perguntas, olhei o relógio e, como a conversa estava boa nem percebi o tempo passar, tinha que ir buscar minha filha e preparar o jantar. Me despedi e na saída convidei ela para ir no outro dia à tarde conhecer meu apto. Ela concordou e disse que teria que ser mesmo a tarde, pois chegava de madrugada e dormia até às 12:00. Voltamos a nos despedir e corri para buscar minha filhinha. No outro dia ela foi me visitar umas 14:00 h. Firmamos nossa amizade, apesar de não saber o que fazia e até mesmo pelo problema do seu \"homem\", como ela costumava falar. Ela era legal e passamos a sair juntas para compras e até mesmo para ir à praia, ela acabou sendo meu guia turístico, pois conhecia tudo no RJ. Eu não era muito chegada em sol e procurava não ficar me expondo muito nas praias, mas certo dia ela comentou comigo que eu chamava muito a atenção dos homens por ser clarinha e ter um corpo maravilhoso, perguntou-me se tinha reparado em algum mais profundamente, se sentia desejos por outros homens etc.... Hesitei um pouco para responder. Antes agradeci o elogio dizendo-lhe que ela também tinha um corpo atraente, quanto a desejar outros homens, sem ser meu marido, era difícil precisar, eu só conhecia ele na intimidade, nunca tinha tido relações com qualquer outro, mas deixei escapar que em um passeio nosso vi um homem maravilhoso, olhei no volume de sua sunga e me excitei. Rimos muito e não falamos mais no assunto. Já haviam se passado 3 meses de nossa mudança para o RJ e em casa eu continuava a mesma, mas, nos dias de semana, sempre em companhia da Julia, eu me divertia bastante, praticamente saíamos quase todos os dias e nos divertíamos com as cantadas dos caras, mas nunca deixamos ninguém se aproximar. No meu caso, tudo bem: eu tinha um homem de meu lado toda noite e, apesar de não chegar ao climax, estava com minhas relações em dia. Agora ela.... Fiquei imaginando como seria e acabei puxando o assunto. Perguntei como ela fazia para se satisfazer se seu homem estava ausente. Ela sorriu e me disse que o fato dele não estar próximo não significava que ela não poderia visitá-lo e, que durante as visitas, eles colocavam tudo em dia. Ela sorriu marotamente. Não me dei por satisfeita e perguntei como seria possível e ela falou que ele não estava em um presídio, mas sim numa delegacia por ainda não ter sido julgado. Disse que a delegacia fica num bairro próximo de onde morávamos e por isso ela se mudou para lá. Completou dizendo que nessa delegacia era permitido visitas íntimas nas quintas e domingos e que as vezes ia de Quinta, mas estava lá todos os domingos. -Numa delegacia? - Como? Ela me explicou que os detentos conseguiram autorização do Juiz depois de promoverem uma rebelião, que a delegacia tem um pátio grande onde eles construíram alguns quartinhos, pequenos na verdade, tinham apenas uma janelinha que entrava claridade e um colchão que ficava no chão. Dependendo do casal, dava para ouvir os urros de prazer, ela achava muito excitante. Perguntei-lhe não sei porque, se era permitido a visita de pessoas apenas para ver os amigos ou parentes e ela disse que sim. Nesse caso, eles ficavam espalhados no pátio e, como tem poucos quartos, às vezes dava para perceber casais nos cantos se acariciando mais indiscretamente, o tesão não pode ser oprimido, as mulheres mais novas sempre dão um jeitinho de satisfazer seus homens nem que seja com uma punhetinha rápida. Não é permitido a entrada de crianças justamente para não presenciarem isso, duas vezes por mês eles faziam alguns, eventos só para não privar os pais de verem seus filhos. O tempo nos quartinhos para cada trepada dependia de quantas mulheres tinham ido no dia e variava. Disse, ainda, que nas quintas já chegou a ficar uma hora trepando, agora, aos Domingos é mais complicado, vai muita mulher e o tempo cai para uns 30 minutos, tem que ser rápido. Quanto aos guardas, eles tinham os nomes de todos que iam lá visita-los, tentaram controlar os nomes das mulheres que iam para visitas intimas, mas acabaram desistindo, pois tem presos que recebem a visita de várias, pode? Uma coisa é certa, isso acalmou bem os detentos, criando um certo código de ética entre eles para respeitarem as mulheres. Aquilo me deixou excitada... me imaginei no lugar dela, transando com um detento e ainda mais dentro da cadeia, era bem atípico. Ela percebeu meu interesse e disse rindo em tom de brincadeira: - Qualquer dia levo você comigo para ver como é ser mulher de bandido. Levei na brincadeira, mas no fundo fiquei curiosa. A noite na cama fiquei imaginando como seria eu, uma mulher casada, de família, nas mãos de um detento.... isso começou a me deixar excitada, mas nunca teria coragem, era fantasia! Procurei não pensar mais nisso. Certo dia Julia me chamou em seu apto e me convidou para ir com ela visitar seu homem, e eu lhe disse que não poderia, pois não ficaria bem... mas, antes que eu terminasse, ela abriu o jogo e disse que fazia tempo que estava me observando, que vira-e-mexe eu perguntava das trepadas dela na cadeia e que essa era a oportunidade para eu ver com meus próprios olhos. Confessei para ela que realmente o assunto me excitava, mas eu não tinha coragem. Ela completou dizendo que seu homem tinha alguns amigos lá, eu poderia ir sem compromisso algum, eles eram legais, não iriam me violentar, inclusive que alguns não recebiam visitas, seria legal eles terem alguém para conversar. Ela tanto falou que me convenceu a acompanhá-la. Mas fiz questão de avisar que estava indo apenas para satisfazer minha curiosidade, era casada e não iria trair meu marido. Ela concordou e disse que a intenção não era essa, eu faria apenas o que sentisse vontade e sorriu. Combinamos de ir no dia seguinte - quinta-feira. À noite fiquei me debatendo na cama, uma mistura de medo e excitação povoaram minha cabeça. Tinha medo do que pudesse acontecer e quais seriam as conseqüências se meu marido soubesse. Porém, a excitação foi maior e resolvi encarar. No dia seguinte, próximo ao horário de irmos, comecei a me aprontar. Coloquei um vestido discreto, até os joelhos, com um decote também discreto mas, como meus seios são esbeltos, não tinha roupa que deixasse eles comportados, por baixo um sutiã e uma micro tanguinha - depois que fomos para o RJ eu não conseguia usar outra coisa. No horário marcado seguimos para a visita. Lá chegando percebi que ela tinha armado alguma, pois era necessário dar o nome e o N.º de um documento com antecedência para podermos visitar alguém. Não falei nada, resolvi seguir o jogo, já que deveria ser mera rotina da cadeia. Nesse dia estava chovendo um pouco, porém estava agradável, apesar de não ter ido muitas pessoas para a visita. Entramos no pátio e logo veio um moreno musculoso em nossa direção, Julia deu-lhe um abraço e um beijo demorado e percebi que era seu homem. Ele não era bonito, devia ter a minha altura, mas tinha um corpo bem definido e musculoso, estava sem camisa e de bermuda. Julia nos apresentou e ele me deu uma secada da cabeça aos pés que eu gelei. Conversamos um pouco e ele nos levou para os fundos do pátio, lá chegando ele acenou para um homem que estava na cela chamando-o para junto de nós, apresentou ele para mim, disse se chamar Rubens e que o apelido era Rubão. Era negro, devia ter uns 1,80m, disse ter 33 anos, mas aparentava bem mais, tinha uma cicatriz bem visível na face. Sentamos nos bancos próximo às celas e ficamos conversando amenidades. Eles me deixaram bem a vontade e estava gostando de estar ali com eles. Julia me disse no ouvido que ia dar um trato no homem dela, que era para eu ficar tranqüila que o Rubão me faria companhia. Vendo que não teria perigo, concordei e eles foram. Ficamos só os dois, tinha algumas pessoas no pátio, mas por causa da chuva fina os detentos que estavam sem visita ficaram em suas celas. Acho que isso motivou o tal Rubão a me cortejar, já que sentada meu vestido subia e deixava minhas belas coxas à mostra. Ele falou que eu era muito bonita e sexy, que nunca tinha estado como uma mulher como eu, agradeci e procurei não incentivá-lo, disse-lhe que era bem casada, tinha uma filha maravilhosa e ele sempre que podia me cortava e passava a me fazer elogios. Num desses momentos ele colocou a mão em minha coxa, puxei a perna, mas ele não tirou a mão e ainda por cima passou a alisar, o que provocou arrepios em mim e os bicos de meus seios me denunciaram. Ele chegou mais perto, encostando seu corpo no meu e me abraçou, fiquei estática, sem reação, ele passou a lamber minha orelha e eu me encolhi, mas não conseguia sair do lugar. Da orelha ele foi para o pescoço e deu uma chupada que me levou a loucura, meus olhos fecharam, minha respiração ficou ofegante, era a 1ª vez que um homem fazia aquilo comigo depois de casada, não tive forças para recusar e praticamente me entreguei aos carinhos dele. Percebendo que eu tinha entrado no clima, ele passou a acariciar meus seios e, como uma das mãos, chegou em minha boceta já toda melada, lambuzou o dedo e tirou para me mostrar como eu estava molhada, eu estava completamente entregue! Não demorou muito naquele esfrega ele pegou em minha mão e me puxou para um quartinho - naquele dia estavam quase todos desocupados. Entramos e pude constatar o que minha amiga tinha me dito: mal cabia os dois, tinha um colchão sem lençol e nada mais! Tinha uma pequena abertura que entrava luminosidade e servia de ventilação, aquilo me deixou mais excitada ainda, estava com um homem totalmente diferente de meu marido, negro, alto e apesar da fala mansa era bem rude, um pouco violento. Bastou entrarmos ele avançou sobre mim, devia fazer muito tempo que ele não transava. Sem cerimônias ele tirou sua roupa deixando a mostra um cacete enorme, devia ter uns 20cm e era grosso, meus olhos brilharam diante daquele monumento negro, mas me mantive passiva. Ele abaixou a alça de meu vestido, quase estourou o fecho de meu sutiã e colocou meus seios para fora. Passou a chupá-los com energia, o que eliminou qualquer reação que eu ainda pudesse ter - meus seios são meu ponto fraco! Não ficou por ai, resolvi deixar ele fazer o que quisesse e ele não vacilou, tirou toda minha roupa e por uns instantes se afastou para me apreciar, seus olhos brilhavam, seu membro de tão duro parecia que ia explodir, mandou eu me ajoelhar e no que obedeci passou a roçar o cacete em meu rosto, ficou me chamando de puta, vadia e tudo o que puderem imaginar. Apesar de uma certa dose de violência eu estava gostando, ele pegou meus cabelos loiros com força e forçou minha cabeça em direção ao seu mastro, fiz menção de colocar na boca e ele puxou meu cabelo fazendo eu recuar, disse para eu cheirar, fiz (não cheirava bem, o que me faz fazer uma careta) depois para passar a língua na cabeça enorme e eu não sabia o que fazer com tudo aquilo. Voltei a obedecer, passava a língua arrancando urros de prazer do negrão, do orifício jorrava um líquido, mas não me importei, ele num movimento rápido e brusco forçou minha cabeça para frente me fazendo engolir aquela monstruosidade, chegou até a garganta, segurou por uns segundos e tirou a mão de minha cabeça me deixando a vontade para recuar e sem tirar a rola da boca, chupei com gosto, não demorou muito e sem aviso ele inundou minha boca com jatos de porra, era tanto que engoli um bocado, escorria pelos cantos de minha boca e nisso ele voltou a segurar minha cabeça, evitando que eu tirasse o cacete da boca. Continuei engolindo... era abundante e nojeto, eu nunca tinha chupado até o gozo, ele movimentava para frente e para trás o que melecou todo meu rosto. Depois de despejar todo seu gozo ele se afastou, pegou meu cabelo e puxou para que eu levantasse e passou a lamber meu rosto como um animal, eu estava tão excitada que acabei tendo meu primeiro gozo, agarrei-o e em pé fiquei roçando meu sexo louca para ser penetrada. Sentia aquela pica enorme no vão das minhas pernas e tentava montar, mas não deixou e me lambia deliciosamente, suas mãos eram hábeis e exploravam todos os buracos de meu corpo quando, de repente, ele me empurrou e eu cai de costa no colchão, ele ordenou que eu ficasse de quatro e abrisse bem as pernas, obedeci, ele passou a chupar vorazmente minha boceta, enfiava a língua bem fundo e dava modidinhas deliciosas em minha vulva, sabia como dar prazer a uma mulher, isso me levou ao segundo gozo de minha vida, ele chupou gostoso todo líquido vaginal, que não era pouco e saia de meu buraco, refeito do primeiro gozo ele se posicionou atrás e eu senti a cabeçona encostando na portinha da minha gruta. Eu estava a um ponto da loucura para sentir aquele cacete e, numa estocada só, ele enfiou todo aqueles 20cm de prazer em minha boceta, apesar de estar lubrificada doeu um pouco, era a primeira vez que recebia um mastro daquele porte dentro de mim, mas o prazer veio rápidamente, ele metia violentamente me fazendo gritar de prazer, uma delícia, gozo só de lembrar, ele metia e dava mordidas leves em minhas costas, me chamava de branca vadia, cadela... eu realmente me senti uma, estava com um puta caralho negro completamente enterrado, minha moralidade foi para escanteio e passei a rebolar e a apertar aquela maravilha, ele agarrou meus dois seios, beijou minha nuca, deu uma estocada que senti no útero e gritou como um animal, tinha gozado me lavando a gozar junto, encheu minha boceta de esperma, ficava dando pequenas estocadas produzindo um ruído gostoso em minha boceta encharcada. Tirou fora e eu me posicionei para lamber aquele caralho todo lambuzado, estava alucinada e agradecida pelo prazer que tinha me proporcionado. Tudo isso levou uns 40 minutos, a visita já estava acabando, senão ele com certeza teria me fodido mais. Nos arrumamos e quando me preparava para sair e ir encontrar minha amiga, ele pegou em meu braço e praticamente ordenou que eu viesse novamente no domingo, disse-lhe que não podia naquele dia, mas que certamente voltaria na próxima quinta, ele concordou e pediu que eu raspasse a boceta, ele adorava isso, não prometi mas ia fazer o possível para satisfaze-lo. Ao sair do quartinho vi minha amiga me aguardando, ela abriu um sorriso maroto e fomos embora. Depois desse dia nunca mais fui a mesma, finalmente descobri o que me proporcionava prazer: sexo em locais e com pessoas diferentes do meu convívio. Meu marido nunca soube de nada, mas voltei mais umas três vezes para me entregar ao negrão na delegacia, cheguei a engravidar dele pois o tesão era tanto que nem lembrávamos de usar camisinha, mas perdi a criança antes alguém pudesse notar, não voltei mais para a delegacia, a Julia mudou-se e como já estava aclimatada no RJ, passei a procurar minhas aventuras sozinha, teve uma vez que transei com um pião de uma obra e, é claro, na obra! Mas essa história fica para outro dia. Um beijo a todos e votem nesse conto, afinal eu escrevi com muito tesão e carinho para compartilhar com todos vocês.
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Tempo de novas aventuras

Dois anos tinham se passado, estava prestes a completar 11 anos, ficava cada vez mais alto e bonito e meu corpo agora já definia algumas formas. Tórax mais desenvolvido, cintura mais definida, enfim estava me tornando um homenzinho. Minha bunda ficava mais e mais saliente, mas eu continuava discreto, pois morria de medo que minha família desconfiasse das minhas aventuras e preferências.
As brincadeiras com Carlos e Zé Paulo, embora fossem mantidas no mais absoluto segredo, estavam se tornando cada vez mais raras. Corriam meses entre uma e outra.
Agora Zé Paulo já tinha 17 anos e Carlos 16 anos e começavam a se interessar mais por garotas que por meninos como eu.
Nessa época eu estava no ginásio e foi então que as coisas desandaram.
Eu tinha alguns amigos e dentre eles um por quem eu tinha um carinho muito especial. O Luis era um moleque de 14 anos. Costumávamos brincar juntos e não era raro estarmos um na casa do outro. Nunca sequer tínhamos tocado no assunto sexo.
Certo dia estávamos só os dois em sua casa, seus irmãos brincavam na rua com os colegas e ficamos ali não fazendo absolutamente nada. Toda essa ociosidade não poderia acabar em outra coisa que não...
Bom aconteceu mais ou menos assim.
De sacanagem o Luis passou a mão na minha bunda (extremamente saliente, como já comentei antes). Eu puto da vida, disparei: “Que brincadeira de merda essa Luis”. Ele emendou: “Fica bravo não. Não resisti passar a mão nesse bundão tesudo”. Eu mais puto ainda: “Bundão tesudo é o caralho. Por que não vai se foder?”. E ele: “Só se você vier junto”. Como nunca tínhamos tocado em qualquer assunto daquele tipo, achei que ele estava de sacanagem comigo só pra me aborrecer. Foi então que ele decretou: “Se você topar, a gente pode fazer troca-troca. Topa?”. Fiquei meio aturdido com a proposta, embora fosse do meu maior agrado dar a bunda, mas não esperava aquilo dele, pois não enxergava o Luis com esses olhos. Para mim ele era um grande amigo, de quem eu gostava muito e não pensava nesse tipo de sacanagem com ele. E eu interpelei: “Você ta falando sério?”. Ele respondeu: “To sim. Faz tempo to querendo te chamar pra fazer troca-troca, mas tinha vergonha. Já que a gente ta aqui sozinho se você topar a gente pode fazer agora mesmo”. Retruquei: “E se seus irmãos aparecem?”. E ele: “Eu tranco a casa. Se eles chegarem tem que bater pra entrar, daí a gente pára o que tiver fazendo”. Concordei: “Bom se você acha que não tem perigo então eu topo”.
Aquela surpresa tinha me deixado feliz. Dar a bunda e ainda por cima pra um carinha que eu adorava, seria demais. Saquei fora minha bermuda e ele a dele. Ambos pudemos ver nosso pintos já muito duros de tesão. Só tinha um problema. O meu devia medir uns 11 cm e o dele tinha pelo menos 15 cm de média grossura. Mas claro que isso não me incomodava nem um pouco, já que tinha me acostumado e sentir cacetes até maiores, como o do Zé Paulo que no alto dos seus 17 anos já estava medindo 18 cm e eu recebia com prazer aquela tora.
Daí aconteceu algo mágico. Luis se aproximou, me abraçou e me lascou um beijo na boca em que nossas línguas se encontraram e durante esse instante especial, suas mãos acariciavam minhas costas até encontrar minha bunda que ele alisava com todo carinho. Primeira vez que eu beijava um machinho.
Ele me olhou profundamente e confessou: “Sabe, sua bunda é mais gostosa do que eu imaginava. Já bati muita punheta pensando nessa delicia e imaginava poder enfiar meu pau dentro dela e ficar engatado em você pro resto da vida”. Tratei de agradar meu melhor amigo: “Se é isso que você sente de verdade, quero te perguntar uma coisa. Você propôs fazer troca-troca só pra ter a chance de me comer?”. E ele: “Olha pra te comer eu até aceito dar pra você apesar de não gostar”. E eu: “Então fica tranqüilo. Você não precisa dar pra mim. Se você deseja tanto assim me comer, eu dou pra você sem problemas e nem precisa fazer o que você não gosta por isso”. “Jura que vai fazer isso por mim? Você ta realizando um sonho meu. Faz tempo que quero te comer, mas não sabia como te falar”. “Bom agora já falou, então o que a gente ta esperando. Vem e mete logo e me faz feliz”. “Eu sabia que você gostava de rola. Sorte a minha. Vou ter seu cuzinho só pra mim”. “Vai, toma posse logo do que deseja”. Ele me virou de costas pra ele e começou a passar o pinto pelo meu rego e beijar minha nuca. Eu me arrepiava e ele sabia que eu estava à sua mercê para ele fazer o que bem entendesse comigo. Fui me soltando e deixando que ele controlasse a situação. Ele sussurrou no meu ouvido: “Quero ser seu macho. Vou te comer gostoso”. E eu: “Faz com carinho então, porque vou retribuir com muito amor”.
Luis tirou minha camiseta, tirou a sua também e me levou para o quarto. Como eles eram muitos irmãos, o que não faltava era cama.
Ele pediu que eu sentasse na beirada da cama de modo que minha boca ficasse na altura de seu pau. Entendi o que ele queria e comecei a chupar aquela vara gostosa e dura que latejava de tanto tesão. Subia e descia a língua por todo o pau, lambia seu saco, sentia o cheiro de homem que exalava dos pentelhos e acariciava sua bunda. Ele, em êxtase, só gemia baixinho aproveitando aquele momento. Eu queria agradar meu homenzinho e me esforçava por fazer as coisas bem feitas.
Pediu-me para parar de chupar e foi baixando até alcançar minha boca e me beijou gostoso. Retribui com paixão. Continuou descendo a língua pelo meu corpo até os mamilos, depois na barriga e foi me fazendo levantar as pernas até meu botãozinho aparecer para ele. Começou um cunete que me deixou maluco. Sentir sua língua áspera e quente explorando meu cuzinho era demais e me fazia implorar para parar. Ele não me ouvia e continuava seu intento. Depois de um bom tempo me deixando bastante lubrificado de saliva, direcionou seu caralho para a entrada do meu cu e começou a empurrar devagar. Por mais tempo que eu ficasse sem sentir uma rola me invadindo, agora já não havia tanta resistência por parte do meu anelzinho e não demorou para que ele conseguisse meter a cabeça. Retribui com um gemido de prazer. A cada estocada mais um bom pedaço de rola entrava e logo eu já podia sentir seus pentelhos fazendo cócegas no meu reguinho. Luis entrava e saia de dentro de mim com um tesão inimaginável, a ponto de arrancar de mim urros de prazer quase surdos.
Aquela posição em que ele estava me possuindo era perfeita, pois podíamos nos beijar enquanto ele me enrabava deliciosamente. Sentia toda a extensão de seu pinto me roçando por dentro causando em mim uma sensação indescritível que aumentava cada vez mais minha vontade de que aquele momento fosse eterno. Eu não queria que ele saísse mais de dentro de mim.
Quanto mais ele metia mais eu desejava e ele percebendo isso prolongava aquele engate. Ficamos fodendo por mais de trinta minutos até que ele me disse: “Agora vou deixar minha marca em você”, e despejou sua porra quente nas minhas entranhas.
Ainda ficamos engatados por uns cinco minutos nos beijando loucamente e apaixonadamente.
Ele saiu de dentro de mim e se deitou ao meu lado na cama e falou: “O seu foi o melhor cuzinho que eu já meti. Foi como eu pensava que seria”. E eu acabei confessando: “E você foi o cara que me comeu mais gostoso. Nunca pensei que podia sentir tão gostoso como eu senti”. Estávamos muito satisfeitos e ele me propôs um banho.
No chuveiro cada um lavou o corpo do outro e, claro, eu aproveitando para segurar sua ferramenta que, embora estivesse mole, tinha um volume gostoso de se pegar. Ensaiei uma punhetinha pra ele, mas ele me cortou, dizendo que preferia tocar a punheta atolado no meu cu. Nem retruquei, mas disse-lhe que seria necessário que ficasse duro novamente e eu poderia ajudar nesse aspecto. Fiquei de joelhos e comecei a mamar seu pau mole que foi dando sinal de endurecimento dentro da minha boca. Logo estava em riste e pude admirar de muito perto aquele caralho que tinha causado um furor em mim ainda há pouco. Mamei cada uma das bolas, acariciei suas coxas grossas e sua bunda e, apesar de não me atrair, pude perceber como era bem feita e arredondada.
Voltamos ao quarto, ele estava disposto novamente, eu queria mais e tratei de escolher a posição dessa vez. Deitei na beirada da cama e abri as pernas para facilitar a penetração. Ele enterrou de uma só vez, mas agora eu já não sentia qualquer dor. Começou a estocar com muita força de modo que empurrava meu pinto contra a cama. Minha excitação era tanta que no ritmo de seus movimentos acabei gozando. Era uma porra ralinha, mas que agora já existia. Eu não gozava mais a seco como era costume dizer.
Ele demorava para gozar e quanto mais metia mais parecia querer meter. Bombou por uma eternidade e acabou gozando, menor quantidade que da primeira vez, mas o bastante para sair e escorrer pelas pernas.
Pediu que eu não me mexesse, foi até o banheiro e trouxe papel higiênico com o qual me limpou as pernas e o rego.
Sentamos na cama e ficamos abraçados conversando.
Ele me falou: “Sempre desconfiei que você gostava de dar o rabo. Sempre senti vontade de te enrabar, mas nunca tinha tido a oportunidade de te pegar sozinho pra te falar isso. Hoje isso aconteceu e foi perfeito. Eu quero dizer que to muito feliz e agora uma parte de mim ta dentro de você”. Ele se referia a sua porra.
Toquei meu cu pra sentir o estrago. Tava completamente arrombado e resolvi sacanear ele: “Nossa! Você arrebentou meu cuzinho. Olha o tamanho que ficou”. E ele replicou: “Posso até ter arrombado você agora, mas uma coisa eu sei, você não era virgem porque teu cu nem resistiu quando eu meti. Acho que você já foi arrombado um monte de vezes. Acho é que você gosta de ser arrombado. Quer saber acho que você é um tremendo viadinho que já deu pra caralho”. Eu meio surpreso: “É verdade que eu não era virgem e já tinha dado antes, mas não é assim também. Você é o quarto moleque pra quem eu dou e quer saber de uma coisa de verdade, gosto de me sentir viadinho quando tem um pau enfiado no meu rabo. Acho muito gostoso ser enrabado e com você senti uma coisa diferente, mais gostosa”. Ele: “Gostei de te enrabar também e espero que você queira de novo porque não vou deixar você fugir assim. Agora que te comi e não tem mais segredo, quero te foder muito”. “Pois pode me comer quando tiver vontade, só não sai falando por ai senão eu acabo me ferrando”.
Apesar do meu pedido, as coisas não seriam bem assim. Luis acabou me entregando, não sei se sem querer ou se de propósito, mas o caso é que me vi em maus lençóis de repente, porém deixarei pra contar depois.
Esses foram mais alguns fatos reais da minha adolescência.
Comentários: ca.brasil2007@hotmail.com.

</description><link>http://contos.galinhas.com.br/gays/-	tempo-de-novas-aventuras/</link></item><item><title>Na praia e no ônibus</title><description>Na praia e no Ã´nibus

fabio_fabiorf@hotmail.com
O que passo a narrar, aconteceu de fato, no verão de 2003. Como estava de folga, resolvi ir à praia, mas como todos amigos estavam trabalhando, decidi ir sozinho mesmo e de ônibus. Passei umas cinco horas na praia da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. Tempo suficiente para curtir uma azaração maneira.
Beijei três bocas e peguei alguns telefones. Sendo que uma dessas mulheres que beijei, também ganhou uma siririca demorada (ao final, chupei meu dedo, sentindo o gosto maravilhoso daquela bucetinha) e tocou uma punhetinha gostosa pra mim, quase me levando ao gozo. Só não gozei porque tivemos que parar quando algumas pessoas pararam próximas a nós. Detalhe é que tudo isso foi feito na areia. Nos deitamos em um ponto onde a faixa de areia era bem larga, ficando longe da água e do calcadão.
Como malho e tenho o corpo legal, a mulherada tava dando molinho... Não tinha vontade de sair dali, mas já deviam ser
umas seis da tarde e tive que ir embora. Estava achando que o dia tinha sido perfeito. Mas o melhor ainda estava por acontecer.
Fui andando até o ponto. Os ônibus em direção à zona oeste passariam todos cheios mesmo, então resolvi entrar no primeiro que passou. Até que não estava tão cheio quanto eu imaginava, mas com certeza ainda encheria muito ao longo da Av. das Américas.
Entrei e parei de frente para uma moreninha maravilhosamente bronzeada que também voltava da praia, mas pegou o ônibus em outro ponto, conseguindo sentar. Parei ali, porque sempre rola aquela esperança de acontecer alguma coisa e logo me animei com a olhada que a morena me deu, da cabeça aos pés, demorando um pouco mais na altura do meu pau e das minhas pernas (tenho as coxas grossas e musculosas). Claro que também olhei. Ela desviou o olhar, mas nossos olhares voltaram a se cruzar mais algumas vezes, até que percebi em um movimento dela, que aquela linda gata, havia tirado a parte de cima do biquíni e estava só com uma blusinha branca, que contrastava com aquela pele morena, deixando à mostra aquela marquinha linda e boa parte dos seios. Fiquei maluco com aquela visão. E ela percebendo o meu estado, provocava projetando o corpo pra frente. Podia ver aqueles mamilos lindos. Estava doido pra cair de boca naqueles seios deliciosos! A pica duríssima parecia querer se libertar da sunga e do shorte para ganhar aquela boquinha... Tentava disfarçar, já que o volume estava bem indecente e tinha medo de algum escândalo. Não sabia qual podia ser a reação daquela gata com jeitinho de patricinha. Além disso, naquele horário, tinha muito peão no ônibus. Se eu me excedesse, corria o risco de ser colocado pra fora de baixo de porrada. Mas a porra do ônibus foi enchendo e meu corpo era empurrado na direção dela... Minhas pernas já estavam encostadas no braço dela... Ela, por sua vez, não parava de olhar pro meu pau. Estava se soltando e já esboçava um sorriso para mim... se não chegava a sorrir ainda, já fazia uma cara de safadinha...
Então também fui perdendo o medo... Encostei de leve o pau no braço dela pra ver qual seria a reação. Não houve reação. Conforme o ônibus balançava, eu encostava um pouco mais. Aproveitei uma senhora gorda que passava atrás de mim, para forçar o pau contra o braço daquela gata tesudíssima, que vim a saber depois, que tinha 20 aninhos e se chamava Tatiane. Pra minha alegria, ela deu uma esfregadinha com o braço na minha pica. Fiquei louco de tesão! Meu caralho pulsava! À essa altura, o contato do meu pau com ela já era constante. Era maravilhosa a sensação de ter aquela gata se esfregando no meu pau e ver aqueles mamilos durinhos. Tinha hora que dava pra ver tudinho, conforme ela se mexia.
Nesse momento, ela fez menção de se levantar. Pensei: \"Que merda! Tava muito bom pra ser verdade!\", imaginando que ela desceria ali. Mas logo me dei conta de que ela estava dando o lugar para uma senhora idosa. No que se levantou, Tati aproveitou para arrastar aquela bunda gostosa no meu pau e parou ali, ao meu lado. Tomei coragem pra falar com ela da próxima vez em que nossos olhares se cruzassem e fiquei forçando um contato visual. Quando ela olhou e fiz menção de falar, ela virou o rosto pro outro lado. Achei que a filha da puta só queria mesmo tirar um sarro. Fiquei tentando me ajeitar para voltar a esfregar meu pau naquela morena gostosa, mas estava difícil, por ela estar do meu lado. Mas quando passou mais um passageiro atrás de nós, aproveitei para chegar um pouquinho pra trás e pra esquerda. Dessa maneira, meu pau ficou mais perto dela, mas ainda não encostava... Resolvi tirar o pau por baixo da sunga. Enfiei rapidamente a mão por dentro do shorte e ajeitei meu caralho latejante. Mas não podia ficar daquele jeito. Sem a sunga a conter a pica, o volume por baixo do shorte era enorme. Coloquei a mão na frente pra disfarçar, antes que aquela senhora ali sentada fizesse um escândalo. Em mais um movimento rápido, coloquei as bolas pra dentro da sunga. Assim o caralho ficou preso de certa maneira, mas pra fora da sunga. Era a posição ideal. Como ficava encostado em minha perna, o volume não chamava tanto a atenção. E logo consegui encostar naquela bundinha linda.
Escutei naquele momento, uma respiração mais ofegante. Qualquer medo de que ela fosse rejeitar a situação e criar uma situação constrangedora havia acabado. Meu pau duro já não perdia mais o contato com aquela bundinha. Quando eu forçava a pica contra ela, ela empinava o rabinho, me deixando louco pra comê-la ali mesmo! Já imaginava um jeito de fazê-lo ali, mas não teria coragem. Ela continuava aquele joguinho. Me olhava e desviava o olhar antes que eu pudesse falar qualquer coisa.
Um senhor se levantou do banco a frente do qual estava a senhora para quem ela cedera o lugar e diminuiu o aperto. Tive que chegar pra frente e perder o contato com aquela rabo, caso contrário ficaria evidente o que ocorria ali. Ela olhou, assim como quem analisa a situação, querendo dar um jeito de ter meu pau de novo nela. E sabiamente segurou na alça lateral do banco, bem na altura do meu pau, que em uma fração de segundo, estava encostado naquela mãozinha. A safadinha roçava o dedo na cabecinha me deixando quase a ponto de gozar. Ela apertou meu pau e tive que recuar para não gozar ali, pois com a pica pra fora da sunga, ia melar tudo! Acho que ela percebeu e deu um sorrisinho.
Nesse momento, a minha maior surpresa. Ela chega em meu ouvido e fala devagar, com uma voz super sensual: \"Eu quero. Tô molhadinha!\" Devo ter arregalado os olhos de surpresa. O coração disparou de vez. Me fazezendo de ingênuo, com um sorriso meio safado e meio nervoso, perguntei: \"O que você quer?\" Ela respondeu com um sorriso e uma olhadinha pro meu pau. \"Aqui?\", perguntei... \"Não. Espera\", disse ela. Acho que se passaram uns dois minutos que pareceram duas horas até que ela quebrou aquele suspense: \"Vem comigo.\" Cheguei a desconfiar. Tava bom demais pra ser verdade... Podia ser alguma sacanagem, mas àquela altura, eu tinha que pagar pra ver. Fui atrás dela, que se encaminhou para os fundos do ônibus (era desses ônibus novos, que têm a entrada pela frente e a saída por trás). Estávamos quase chegando à subida da serra, onde tem um motel. Ela desceu no último ponto antes da serra, próximo ao Wet\'n Wild e eu, claro, fui atrás. Quando o ônibus saiu, agarrei aquela gata e beijei aquela boca quente e gostosa. O que ela respondeu, encostando a bucetinha no meu pau e chupando minha língua. Segurei sua mão e puxei na direção do motel. Ela não se mexeu e disse: \"Você vai aonde?\" Fiquei meio sem jeito e respondi que ia num lugar onde eu pudesse comê-la do jeito que ela merecia. Ela falou que não. Me puxou pela mão e atravessou a avenida. \"Quero te dar dentro de um ônibus. Sempre tive essa tara.\" Pensei comigo: \"Então por que quis descer?\" Mas ela sabia o que estava fazendo e me explicou logo que íamos trepar num ônibus Frescão. Àquela hora, no início da noite, quase ninguém ia no Frescão da Zona Oeste em direção à Zona Sul. Embarcamos voltando nessa direção. Peguei o dinheiro pra pagar as passagens e ela disse que em troca, me pagaria um boquete. Tinha umas sete ou oito pessoas no ônibus, mas ninguém na metade de trás. Tudo escurinho, do jeito que a gente queria. Ninguém por perto. Sentamos no último banco e fechei as cortinas. Perguntei seu nome (ainda não sabia que era Tatiane). Ela disse que depois falaria e botou meu pau pra fora. Caiu de boca, chupando como se fosse um picolé, só que quente. Ela molhava a pica e fazia um vai-vem gostoso, punhetando na base e acariciando minhas bolas. Ela falou que era o pau mais salgado e gostoso que ela já tinha mamado (depois de sair do mar, tomei uma chuveirada no Posto de Salvamento, mas não dava pra tirar todo o sal). Enquanto ela estava deitada por cima de mim, chupando meu pau, eu enfiava a mão por dentro do shortinho dela, apertando a bundinha e acariciando o cuzinho. Tentei enfiar o dedo, mas ela tirou minha mão e falou que assim, a seco, doía muito. Quis molhar os dedos na sua xotinha, mas a posição não permitia.
Coloquei o dedo na boca e molhei em minha saliva. Ela olhou pra mim e disse sorrindo: \"Você é esperto! Assim vai conseguir o que meu namorado ainda não conseguiu. Deixa eu te ajudar\" E levou meus dedos à boca, chupando e babando bem... Enfiei devagar naquele cuzinho, que à princípio parecia bem apertadinho, mas logo cedeu dando abrigo a dois dedos de uma só vez.
Ela gemia baixinho... O gozo que consegui segurar no outro ônibus estava se reaproximando. Falei pra ela que, se continuasse assim, eu gozaria na boquinha dela. Ela olhou pra mim e com um jeitinho de puta misturado com um certo ar ingênuo, perguntou: \"É? E se eu fizer assim?\" Nesse momento ela acelerou os movimentos... Engolia a pica com uma habilidade incrível. Seus lábios pressionavam o caralho na iminência de explodir em gozo. Quase enlouqueci de tesão e enchi aquela boquinha de porra! Ela continuava mamando, passando a língua na cabecinha, sugando e punhetando enquanto a pica lançava jatos de porra. \"Adoro leitinho morno!\", disse a gostosa, engolindo tudinho.
Agora era a minha vez! Arranquei o shortinho dela, deixando peladinha ali à minha disposição. Por precaução, ela amarrou a canga em volta da cintura, pro caso de alguém se aproximar. Me ajoelhei co chão do ônibus espremido entre um banco e outro, ela colocou um pé sobre o banco, deixando a bucetinha exposta e arreganhadinha pra mim. Quando começava a deslizar minha língua naquele clitóris inchadinho e super salgado, o ônibus parou para alguns passageiros subirem. Me sentei rapidamente, torcendo muito para aquele coroa e duas mulheres não fossem para os fundos do ônibus. A trocida deu certo e voltei a mamar aquela bucetinha deliciosa. Com certeza, também era a mais salgadinha que eu já havia chupado. Lambia o clitóris, enfiava a pontinha da língua, enfiava a língua toda... Quando estava toda dentro, fazia todos os movimentos possiveis. Na horizontal, na vertical, circulares. Com certeza minha língua conheceu todos os pontos daquela xotinha, que poderia alcançar! Ela gemia e dizia baixinho: \"Vai... mama minha xerequinha. Ela é toda sua... Chupa... Me faz gozar!\" Eu, enlouquecido, abocanhava aquela buceta! Minha língua agora deslizava da xaninha pro cuzinho e vice-versa. Coloquei a pontinha da língua naquele cuzinho também salgadinho... E quando enfiei os dedos naquela xota molhada, ela gozou. Tirei a boca do cuzinho e voltei rapidamente a chupar a bucetinha. Suguei bem, pra sentir o gosto de seu gozo. Ela apertou minha boca contra a xaninha... Uma delícia!
Depois de rebolar na minha boca, como uma putinha, ela quis rebolar no meu caralho. E sentou no meu colo, de frente pra mim... A pica dura encaixou na xotinha e começamos os movimentos. O tesão era tanto, que ignoramos o fato de não termos uma camisinha. Ela cavalgava enquanto eu dedilhava aquele cuzinho e chupava seus mamilos durinhos. Ela não demorou muito pra gozar no meu pau e se virou. Agora estava cavalgando de costas pra mim. A posição me permitia fazer um carinho gostoso naquele grelinho durinho e melado. Ela rebolava e eu dava pirocadas pra cima, fudendo aquela buceta com força. Me empolguei e intensifiquei as pirocadas. A cada estocada, ela enfiava as unhas no meu corpo. Continuava com as pirocadas. Ela praticamente quicava no meu pau. Perdíamos a noção de qualquer limite. Quando ela gozava novamente, a pica escapuliu. Doeu um pouco, mas não foi nada de mais. Ainda bem que não interrompeu o gozo dela. Ela pegou no pau e dessa vez encaixou no cuzinho... Apontou a cabecinha na portinha e foi descendo devagar... rebolando e abrindo caminho pro meu caralho. Eu tocava uma siririca pra ela, fiquei com a piroca ali parada, deixando ela se ajeitar. Depois de muito jeito, a pica estava enterrada naquele cu. Ela se virou pra trás, beijou minha boca e pediu pra eu arrombar aquele cu todinho! No começo mexíamos devagar, mas quando ela se acostumou com aquele volume de pica dentro dela, passou a subir e descer com força. Eu beijava sua nuca e massageava seu clitóris... A bucetinha estava ensopada! Ela adorava quando eu apertava a região entre o cuzinho e a buceta e acabou gozando de novo, molhando mais os meus dedos. Não resisti quando ela se virou, colocou a pontinha da língua na minha orelha e pediu: \"Goza no meu cuzinho. Enche ele com esse leitinho de pica gostoso! Alguns segundos depois, minha vara enchia aquele cuzinho de porra.
Aquela gata maravilhosa se virou pra mim e disse que aquela tinha sido a melhor trepada da sua vida e que ia querer me dar sempre.
Quando percebemos, o ônibus já estava na praia, acho que era do Leblon, não sei bem. Descemos rápido e logo pegamos outro novamente para nosso bairro. Esse já estava mais cheio, embora não tivesse ninguém em pé. Só deu pra beijarmos muito na boca e pra ela tocar uma punheta pra mim, enquanto meus dedos passeavam por aquela grutinha molhada.
Pouco antes do meu ponto ela se despediu com um beijo gostoso, e falou \"Prazer! Meu nome é Tatiane!\'Antes de descer, ela pegou meu celular, digitou o número dela e ligou. Assim, ficamos com os números gravados e pudemos marcar outras fodas, que acontecem até hoje. Desde então só metemos em motel, mas nem por isso, as trepadas foram menos excitantes. Teve uma só, que rolou na casa dela.
Se alguma gata do Rio estiver curiosa para saber dessas outras estórias ou afim de protagonizar uma trepada gostosa comigo, me mande um e-mail. fabio_fabiorf@hotmail.com
Beijos de língua em suas bucetinhas! </description><link>http://contos.galinhas.com.br/hetero/na-praia-e-no-onibus/</link></item></channel></rss>